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Segundo Felipe Miranda pessimismo do mercado pode preceder um grande rali da bolsa nos últimos meses do ano
Depois de três meses seguidos de desempenho positivo da bolsa brasileira, os ativos de risco retrocederam em setembro.
No mês passado, o Ibovespa apresentou uma queda de 3%, enquanto boa parte das bolsas ao redor do mundo subiram diante do início do ciclo de corte de juros nos EUA.
Acontece que, apesar do cenário externo favorável aos ativos de risco, por aqui, a perda de credibilidade fiscal acabou pesando sobre a bolsa.
Assim, os primeiros pregões de outubro parecem refletir o descontentamento do mercado em relação ao cenário doméstico. Entre o dia 1º até o fechamento de segunda-feira (7), a bolsa brasileira ficou no “zero a zero”.
Mas, para o CEO da Empiricus Research, Felipe Miranda, esse cenário é justamente o indicativo de que a bolsa brasileira pode estar prestes a entrar em um novo ciclo de alta.
Segundo o analista, “quando há um pico de pessimismo como o de setembro, de repente a gente tem um ‘ralizão’”.
Nesse sentido, Miranda aponta 3 motivos que podem fazer os ativos de risco voltarem a andar nos últimos meses de 2024.
Em live recente, Felipe Miranda apontou que, apesar do resultado ter sido ruim para os ativos de risco brasileiros em setembro, ainda existem motivos para continuar acreditando em um rali de fim de ano.
Um dos primeiros motivos citados pelo analista é o contexto internacional que continua favorável ao Brasil. Ele apontou que o cenário do Fed cortando juros sem risco de recessão nos Estados Unidos “é formidável para ativos de risco em países emergentes e desenvolvidos”.
O segundo fator seria a retomada econômica da China. A potência asiática resolveu fazer um pacote de medidas fiscais e monetárias para fomentar o consumo doméstico.
De acordo com Miranda, essa postura da China evita uma crise global. Além disso beneficia as commodities, o que, por sua vez, acaba favorecendo o real. Vale lembrar que o país é um dos principais parceiros comerciais do Brasil.
Ao longo do mês de setembro, a credibilidade do arcabouço fiscal foi fortemente questionada. Especialmente após o relatório de receitas e despesas de agosto apresentar um descongelamento de R$ 1,7 bilhão enquanto o mercado esperava um bloqueio de entre R$ 5 bilhões e R$ 10 bilhões.
Os gastos acabaram empurrando para baixo o preço dos ativos de risco no mês passado. Contudo, Felipe aponta que esta situação pode entregar justamente a “peça do quebra-cabeça” que falta para a Bolsa.
Ele explica que “as despesas obrigatórias estão crescendo tão rápido que estão esmagando as discricionárias, então alguma coisa vai ter que ser feita. Se não, em um ano vai ter paralisia do governo e eu acho que nem o próprio governo deseja isso. Havendo um sinal fiscal brasileiro a gente pode contratar um grande rali de final de ano”.
Nesse sentido, Miranda fez a seguinte recomendação aos investidores: “persista, e se puder, aporte mais”.
Apesar do cenário parecer negativo para os ativos de risco, Felipe Miranda acredita que esta é a melhor hora para o investidor se posicionar e/ou aumentar a sua exposição. Isso porque, segundo ele, estamos em uma “zona compradora”.
Ele aponta que neste momento a bolsa brasileira está negociando a múltiplos abaixo da média histórica, semelhantes a períodos de crise, como foi em 2020 durante a pandemia.
Veja no gráfico abaixo:
Ou seja, a bolsa está “incrivelmente barata”, ao mesmo tempo em que os fundamentos das empresas se mantêm, oferecendo a chance de comprar ações de qualidade com desconto, aponta o analista.
Assim, pensando em aproveitar essas oportunidades, a casa realizou algumas mudanças na Carteira 10 Ideias. E você pode ter acesso a este portfólio completo, de forma gratuita.
No material, os analistas explicam com mais detalhes o que está em jogo para a bolsa brasileira este mês e revela as 10 ações mais recomendadas, bem como suas respectivas teses.
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