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Para Larissa Quaresma, analista de ações da Empiricus, há 2 gatilhos que podem impulsionar o desempenho da bolsa brasileira no último trimestre do ano; veja quais
É verdade que o mês de setembro não foi fácil para a bolsa brasileira. Mesmo com o início do ciclo de corte de juros nos Estados Unidos – um gatilho amplamente aguardado pelo mercado – o Ibovespa foi na contramão do resto do mundo com a notícia e terminou o mês com queda de -3,08%.
Afinal, o que aconteceu com a bolsa? O sonho do “rali de fim de ano” acabou?
Em entrevista ao programa Giro do Mercado, produzido pelo Money Times, a analista Larissa Quaresma disse que, se tivesse que eleger um “culpado” para a performance negativa do índice no mês anterior, seria a política fiscal.
A preocupação do mercado em torno do fiscal, que vem sendo tema recorrente neste ano, cresceu em setembro devido ao relatório bimestral de receitas e despesas do país. Isso porque o relatório frustrou as expectativas ao não apresentar os cortes profundos esperados.
Em vez disso, o governo aumentou o bloqueio orçamentário em apenas R$ 2,1 bilhões e reverteu um contingenciamento anterior de R$ 3,8 bilhões, resultando em uma flexibilização de R$ 1,7 bilhão. Com despesas extraordinárias de R$ 40,5 bilhões, o déficit projetado para 2024 chega a preocupantes R$ 69 bilhões, segundo Quaresma.
Por outro lado, a analista afirmou que não acha que “vai ser pra sempre assim”. “Só de mantermos a mesma percepção de hoje, sem piora adicional, já é bom”, disse. Além disso, ela não descartou a possibilidade de um rali da bolsa ainda em 2024.
Na percepção da analista, os acontecimentos de setembro só tornaram a bolsa ainda mais barata e a perspectiva é construtiva para o fim do ano. “Partimos de um valuation muito interessante”, afirma.
Mas o que falta, então, para que a bolsa possa “deslanchar”? E quais ações comprar para poder surfar em uma possível retomada do Ibovespa em outubro?
A seguir, você confere 2 gatilhos que, na opinião de Quaresma, podem destravar uma valorização da bolsa, e 10 ações que ela recomenda investir neste mês.
Quando questionada sobre quais gatilhos podem levar o Ibovespa a passar por um “rali” até o fim do ano, Larissa é enfática: “uma diminuição em torno do [rombo] fiscal é o principal gatilho para a bolsa”.
Embora a situação fiscal do país muito provavelmente não seja resolvida, a analista diz que é possível que vejamos o governo “correndo” para atingir a meta de 0,25% do PIB neste último trimestre. “Principalmente após passarem as eleições municipais. No final de outubro, novembro e dezembro pode haver um esforço maior”, disse.
E qualquer sinalização positiva, por menor que seja, pode fazer com que a bolsa volte a andar, segundo a analista. Principalmente porque temos um segundo gatilho em jogo, que é a continuidade de dados benignos nos Estados Unidos.
“O corte de juros nos EUA continua sendo ótimo para os países emergentes, desde que não indique uma recessão”, afirmou. E tudo indica que a tendência positiva deve continuar:
“Eu pessoalmente estou construtiva. Julho e agosto foram meses muito bons, que mostraram pra gente o que um exterior favorável, com um doméstico neutro – que só não atrapalha – é capaz de fazer” – Larissa Quaresma, analista da Empiricus
Além disso, Quaresma destaca que partimos de um valuation muito interessante para a bolsa brasileira. “O múltiplo Preço sobre Lucro estimado para o Ibovespa em 2025, mesmo se excluirmos Petrobras e Vale, está em 9,5x, um desvio de padrão abaixo da média histórica, que é de 11x a 12x”, explica.
Pensando em tudo isso, a analista desenhou a estratégia de sua carteira recomendada para outubro. Segundo ela, a alta da Selic aumentou a sua exigência com relação ao retorno que busca das empresas, assim como o nível de alavancagem que elas têm.
A seguir, você confere quais foram as ações selecionadas por Quaresma para o mês.
Para outubro, a analista destaca que está com uma carteira defensiva e que prioriza empresas rentáveis e em um bom momento de crescimento de lucros. Por isso, ela afirma que está expondo boa parte do portfólio ao setor elétrico, por exemplo.
“25% da carteira está em energia elétrica. Isso porque esse setor tem uma demanda muito menos cíclica, ou seja, essas empresas são menos afetadas pelo ciclo de alta da Selic, porque todo mundo consome energia”, explica.
Além disso, outra razão para essa exposição é que estamos no 2º mês consecutivo da bandeira tarifária vermelha. O que tende a beneficiar as empresas desse setor, em especial a Eletrobras (ELET6), a principal aposta da analista para outubro nesse aspecto.
Outro setor que conta com uma boa exposição na carteira de ações de Quaresma é o financeiro, com destaque para as ações do Itaú (ITUB4). “Estamos bem confiantes de que o Itaú deve superar um pouco o guidance esse ano”, disse.
Por fim, a analista também destaca que, para ter um pouco de sensibilidade aos juros, ela também colocou algumas “pimentinhas” na carteira. Ou seja, ações que tendem a ter um potencial de valorização maior, mas que também são mais arriscadas, como é o caso do papel do Grupo SBF (SBFG3).
Mas é claro que essas são apenas algumas das recomendações de Larissa para o mês de outubro. Além dessas, há outras 7 ações que ela recomenda para buscar retornos atrativos na bolsa brasileira este mês.
Essas ações foram recomendadas em um relatório gratuito, disponibilizado pelo Money Times como uma cortesia. Ou seja, você não precisa pagar nada – nem se comprometer de nenhuma forma – para poder acessar o material com todas as indicações.
Neste relatório, você vai encontrar as teses de investimento de cada uma das ações e os pesos recomendados para montar uma carteira equilibrada e diversificada.
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