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O mercado está confiante de que o Fed cortará os juros americanos em setembro, mas quanto? Vinicius Fernandes, da Jobin Investimentos, revela suas estimativas
A economia americana mostrou sua força em mais um trimestre. O PIB dos Estados Unidos foi divulgado na última quinta-feira (29) e registrou aumento de 3% no 2T24, acima da alta de 2,8% esperada pelo mercado.
No entanto, nem mesmo a atividade econômica aquecida foi capaz de mudar a expectativa do mercado sobre o corte de juros dos EUA em setembro.
A ferramenta CME FedWatch mostra que os investidores apostam que Jerome Powell, presidente do Fed, reduzirá a taxa de juros americana na próxima reunião.
Em entrevista ao programa Giro do Mercado, o economista Vinicius Fernandes, sócio-diretor da Jobin Investimentos, explicou o que deve ficar no radar para a decisão dos juros daqui para frente.
Na visão de Fernandes, embora o PIB seja a principal variável da economia, os dados recentes não impactaram as estimativas de juros por ser um número relativamente “atrasado”, que considera até o mês de junho.
Para ele, já é claro que a próxima “Super Quarta”, que acontecerá em 18 de setembro, reserva o início do ciclo de queda dos juros nos Estados Unidos:
“Antes, a pergunta era ‘quando vão começar os cortes?’. Agora, é ‘quanto?’. Não dá para projetar sem ter mais dados. O grande termômetro pode ser o dado de emprego de agosto [divulgado em 6 de setembro]. Isso pode dar sinais de quanto o Fed vai cortar”, afirmou.
O cenário mais provável, segundo Fernandes, é de que o Fed faça de dois a três cortes de 25 bps até o fim do ano. Porém, esse “jogo” pode mudar com novos dados de atividade, emprego e inflação.
Até o fim deste ano, a expectativa do mercado é de queda da taxa básica americana. Porém, Vinicius Fernandes destaca a importância de pensar nos juros de longo prazo para carteiras de investimentos mais longas.
“Nos Estados Unidos, tivemos décadas de juros muito baixos [conforme gráfico abaixo]. Ativos de risco tiveram performance significativa. Mas esse período pós pandemia mudou esse cenário de juros”.

Existe uma disputa entre dois possíveis cenários para o futuro dos juros americanos. De um lado, se o problema fiscal e a dívida dos Estados Unidos continuarem crescendo, Fernandes destaca que as taxas de juros estruturalmente serão maiores.
Outra perspectiva que pode manter os juros baixos no longo prazo é a inteligência artificial: “muito se fala sobre a IA nas ações e nas empresas, mas pouco no cenário macroeconômico”, afirmou o economista.
A tese é de que, com a inteligência artificial, será possível aumentar a produtividade da economia para que haja crescimento econômico com inflação baixa. Porém, Fernandes destaca que é preciso analisar como essas duas diferentes possibilidades podem se comportar ao longo do tempo.
Em meio à divulgação de dados econômicos recentes, expectativa de queda de juros nos EUA e eleições presidenciais se aproximando, existe uma alta volatilidade nos ativos de risco americanos.
Porém, Fernandes explica que esse é um movimento natural e o melhor a se fazer é ter uma boa carteira de investimentos diversificada.
Na visão do economista, todo investidor – mesmo que seja iniciante – deve ter uma parcela do patrimônio investido no exterior.
“Isso pode deixar a carteira muito mais saudável. Gosto de um portfólio aqui no Brasil mais alocado em renda fixa e, lá fora, com maior exposição ao risco”, defende.
No programa completo do Giro do Mercado, Vinicius Fernandes explica:
Para conferir todos os insights sobre o cenário internacional, basta acessar o programa na íntegra de forma totalmente gratuita. O processo é muito simples: clique neste link ou no vídeo abaixo:
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