Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

É AMANHÃ!

Kamala ou Trump: quem é o “sonho americano” para os seus investimentos? As ações que mais ganham e como fica o dólar após as eleições nos EUA

Na véspera do que está sendo considerada uma das mais acirradas eleições presidenciais da história dos EUA, o Seu Dinheiro conversou com especialistas em finanças — aqui e lá fora — para contar para você o que pode acontecer com a bolsa e com o dólar a partir de agora

Carolina Gama
4 de novembro de 2024
6:08 - atualizado às 16:42
Donald Trump Kamala Harris Eleições
Imagem: Shutterstock/Getty Images/Facebook (Montagem: Anna Zeferino)

Nos seus melhores dias, o sonho americano já foi considerado sinônimo de um conjunto de ideais de liberdade que inclui a chance de sucesso e prosperidade. Mas apenas 36% dos eleitores nos EUA ainda acreditam nele, segundo a pesquisa mais recente do The Wall Street Journal/NORC sobre o tema — há dez anos eram 53%. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não é preciso ter diploma em economia para listar possíveis motivos para a descrença dos norte-americanos no próprio país: inflação fora de controle, risco de recessão, guerras, pandemia, desastres naturais e agitação política tomaram as manchetes nos EUA e se tornaram motivos legítimos de preocupação. 

É nesse clima que a democrata Kamala Harris e o republicano Donald Trump disputam nesta terça-feira (5), voto a voto, o comando da maior economia do mundo. 

E um dia antes do que está sendo considerada uma das eleições presidenciais mais acirradas da história dos EUA, o Seu Dinheiro conversou com especialistas em finanças — aqui e lá fora — para contar para você o que pode acontecer com a bolsa e com o dólar assim que a Casa Branca tiver um novo dono ou uma nova dona.  

Touro correndo solto por Wall Street

Em outubro, o bull market (mercado de alta) do S&P 500 — principal índice de ações das bolsas norte-americanas — completou dois anos e mostra poucos sinais de desaceleração: apoiado pela euforia da inteligência artificial e por uma economia surpreendentemente resiliente, o índice ganhou mais de 60% nesse período e flerta com uma máxima histórica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Salvo choques inesperados, analistas acreditam que o touro deve continuar correndo solto em Wall Street, independentemente de quem ocupar a Casa Branca nos próximos quatro anos. 

Leia Também

Para o CIO da Empiricus Gestão, João Piccioni, o horizonte deve continuar construtivo para a renda variável — embora possa haver uma realização de lucros no curto prazo caso Kamala Harris vença.

“O que vem depois das eleições todo mundo já sabe. Kamala é o Biden 2.0 e Trump a gente já sabe mais ou menos o que vai tentar fazer”, afirma. O CIO da Empiricus participou do podcast Touros e Ursos e você conferir o episódio aqui.

Além da bolsa em si, as criptomoedas tendem a reagir dependendo do resultado das urnas, em particular com uma vitória de Trump. “Já temos visto isso, com o bitcoin andando bem em outubro, mas uma vitória republicana é a deixa para a moeda romper novas máximas.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O analista sênior do Danske Bank para os EUA, Antti Ilvonen, disse ao Seu Dinheiro que a vitória de Trump daria um impulso ainda mais forte ao apetite geral por risco imediatamente após a eleição. 

Nessa linha, ele aponta os setores financeiro e de tecnologia como grandes vencedores em caso de eleição de Trump, embora chame atenção para o fato de que as empresas deste último grupo possam estar expostas a riscos relacionados a tarifas mais altas ou outras restrições comerciais.

“Mas mesmo em caso de vitória de Kamala Harris e com um Congresso dividido, a possível decepção não deve durar muito tempo. O foco logo se voltará para os dados macroeconômicos em um momento no qual a economia dos EUA permanece em uma base sólida”, afirma. 

Trump 2.0 será muito DIFERENTE: para melhor ou pior?

Os grandes vencedores da bolsa aqui e lá fora

Se o touro continuará solto em Wall Street, na B3 a história pode ser um pouco diferente: maior que o resultado da eleição norte-americana está a questão fiscal no Brasil. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Nossa bolsa está mais pela questão fiscal, embora não possamos desconsiderar o efeito da curva de juros americana”, diz Gabriela Joubert, estrategista-chefe do Inter. 

Ainda assim, ela apontou os grandes vencedores da bolsa após a corrida à Casa Branca, colocando o setor industrial como o principal deles, independente de quem vença amanhã. 

Mas a estrategista do Inter avisa: “A indústria será vencedora, mas não toda ela e sim aquelas empresas com participação multinacionalizada”. 

Na lista de Joubert estão Embraer (EMBR3) e Weg (WEGE3). “Embraer e Weg ganham porque além de terem mercado consumidor fora do Brasil ainda atuam em setores que os candidatos à presidência dos EUA priorizam em seus planos de governo — defesa do lado de Trump e energia do lado de Kamala”, afirma. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A estrategista do Inter ainda cita a Gerdau (GGBR4) e as petroleiras como vencedoras caso Trump retorne à Casa Branca para um segundo mandato. 

“A Gerdau tem um braço forte nos EUA, foi muito beneficiada no primeiro governo de Trump e isso poderia acontecer novamente em um Trump 2”, diz. “Trump também é mais voltado ao petróleo e a preferência dele pelo setor pode oferecer um benefício, ainda que limitado, para as petroleiras de maneira geral”, acrescenta. 

No caso de vitória de Kamala Harris, Joubert acredita que o Brasil, de uma maneira geral, seria mais beneficiado a começar pelo melhor trânsito que o presidente Lula teria com a democrata na Casa Branca. 

“Olhando para a bolsa, não estaríamos vendo o mercado precificando juros mais altos com  Kamala. Além disso, teríamos uma correção da curva de juros, que se replicaria em outros mercados, entre eles o brasileiro, com a bolsa tendendo a reagir positivamente a esse movimento no curto prazo”, afirma. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dá para prever o dólar sob o efeito da eleição nos EUA?

Quem olhou para o mercado de câmbio nas últimas semanas tomou um susto: a moeda norte-americana se valorizou aqui e lá fora, ultrapassando a marca de R$ 5,80. Por isso, a definição do novo presidente dos EUA pode trazer esperança de dias melhores — a questão é para quem. 

Uma análise do DXY (índice que compara o dólar a uma cesta de moedas) mostra a divisa no maior patamar das últimas décadas. “Para o americano, é ótimo, mas para o brasileiro, a Disney está cada vez um sonho mais longínquo”, diz Joubert, do Inter. 

Nesse sentido, o resultado das eleições também deve influenciar as cotações, além das próximas decisões do Fed (o Banco Central dos EUA) sobre os juros. Se o Fed continuar a cortar juros, a tendência é que a moeda perca força. 

“Se virmos uma vitória de Trump, há uma sensação geral de que o dólar terá um desempenho forte. Por outro lado, se tivermos uma vitória de Kamala Harris, o caso é o oposto e podemos ver o dólar enfraquecer em relação a outras moedas importantes”, afirmou ao Seu Dinheiro o economista-chefe internacional do ING, James Knightley.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O economista atribuiu a recente valorização do dólar no mercado externo ao aumento das expectativas sobre uma possível vitória de Trump amanhã. 

“O senso geral é que ele executará uma política fiscal mais frouxa do que Kamala Harris — com impostos mais baixos, por exemplo —, então o Federal Reserve pode precisar executar uma política monetária mais rígida para compensar isso a fim de atingir a meta de inflação de 2%. Taxas de juros mais altas devem, teoricamente, dar mais suporte ao dólar”, diz. 

“Em segundo lugar, o protecionismo comercial historicamente tem sido favorável ao dólar, o que Trump vem tratando como uma iniciativa política importante e, em terceiro lugar, as preocupações geopolíticas também são geralmente positivas para o dólar”, afirma ele, acrescentando que “Trump poderia mudar a posição dos EUA sobre Ucrânia/Rússia, Oriente Médio e China/Taiwan, o que poderia desestabilizar os mercados”. 

De qualquer maneira, todos os especialistas são unânimes em recomendar o investimento de parte do portfólio em dólar

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Temporada de balanços: fique por dentro dos resultados e análises mais importantes para o seu bolso com a cobertura exclusiva do Seu Dinheiro; acesse aqui gratuitamente

E os juros nos EUA mudam de trajetória por causa da eleição?

Inúmeras foram as vezes que Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed), veio a público dizer que o banco central norte-americano não toma decisões baseadas na política e sim no mandato duplo determinado pelo Congresso — pleno emprego e inflação em 2% ao ano. 

Mas o ano é de eleição e com a chuva de críticas que Trump teceu ao Fed e a Powell, colocando a independência do BC dos EUA em xeque, a trajetória dos juros na maior economia do mundo se tornou uma incógnita algumas vezes em 2024. 

“Eu tinha uma preocupação com relação ao caminho dos juros por causa das eleições presidenciais nos EUA, mas com os sinais recentes da economia, acho que o Fed deixou a eleição de lado e seguiu o trabalho como deveria”, diz Piccioni, da Empiricus. 

Knightley, do ING, afirma que o Fed pode entender que precisa manter uma política monetária mais rígida por meio de juros mais altos em um governo Trump. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Trump provavelmente executará uma posição de política fiscal mais flexível. O Comitê para um Orçamento Federal Responsável estima que os planos do republicano aumentarão a dívida do governo em US$ 7,75 trilhões, enquanto os planos de Harris aumentarão a dívida em US$ 4 trilhões”, afirma o economista.

As projeções do ING indicam que os juros nos EUA devem cair da faixa atual de 4,75% a 5,00% para 3,5% no segundo semestre do ano que vem em caso de vitória de Trump e chegar a 3% caso Kamala Harris leve a melhor. 

O resultado da eleição de amanhã, no entanto, pode ser conhecido apenas em 11 de dezembro —- prazo que os estados têm para informar os votos ao Colégio Eleitoral.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VENTOS FAVORÁVEIS

Os 4 setores que estão carregando o rastro de bilhões dos estrangeiros na bolsa em 2026

7 de abril de 2026 - 17:15

O investidor estrangeiro está comprando a B3, mas não tudo, segundo o Itaú BBA; saiba por que os gringos já injetaram R$ 29,7 bilhões em ETFs brasileiros neste ano

NÃO PRECISA DE BOMBEIRO

Enquanto a Ásia queima com o petróleo, a China tem um plano para apagar o fogo da crise que vem de Ormuz 

6 de abril de 2026 - 19:41

Japão e a Coreia do Sul sofrem; Pequim respira com um alívio que mistura estratégia de longo prazo e uma ajudinha do combustível fóssil mais tradicional de todos

MENSAGEM NÃO LIDA

As lições de casa — e os alertas — do CEO do JP Morgan que podem mudar a forma como você investe

6 de abril de 2026 - 16:59

Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas

MAKE A PIX

Pix internacional: Banco Central trabalha para expandir sistema de pagamento para fora do Brasil enquanto Trump esbraveja

6 de abril de 2026 - 11:42

Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump

TENSÕES NO ORIENTE MÉDIO

EUA sobem o tom sobre Estreito de Ormuz, mas Irã não recua e manda recado: “jamais voltará a ser o que era”

6 de abril de 2026 - 9:31

O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa

PRIMEIRA VEZ EM 20 ANOS

EUA sofrem golpe inédito do Irã; veja como ficam as negociações para um cessar-fogo agora

4 de abril de 2026 - 9:16

Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã

MUITO ALÉM DO COELHINHO

De procissões religiosas a “bruxas de Páscoa” e pipas coloridas: como outras culturas e religiões celebram a ressurreição e a passagem

3 de abril de 2026 - 10:17

Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo

RÚPIA SOB ATAQUE

O despertar dos mortos-vivos: crise cambial na Índia assombra mercados e pode enterrar o plano da economia de US$ 5 trilhões

2 de abril de 2026 - 19:11

A quarta maior economia do mundo está sob cerco; entenda como a guerra entre EUA e Irã reacendeu traumas financeiros na Índia e o impacto para os mercados

RISCO GEOPOLÍTICO

‘Trump é o mestre da negociação’, mas encara uma limitação que o levará a encerrar guerra no Irã em breve, diz gestor da Nomura Asset

31 de março de 2026 - 17:11

Para Brett Collins, gerente de portfólio de crédito da gestora do Nomura, guerra no Irã é um dos maiores riscos para o mercado de crédito corporativo hoje, mas Trump deve evitar que ela se arraste

GLOBAL MANAGERS CONFERENCE BRASIL 2026

A ‘Nvidia chinesa’ já existe? Os setores que devem gerar lucro na China e estão de portas abertas para investidores, segundo gestor

31 de março de 2026 - 14:59

Brendan Ahern, CIO da KraneShares, diz onde o governo chinês acerta, onde erra e onde o Ocidente subestima Pequim — “esse é um caminho que não tem mais volta”

DO YOU BELIEVE?

Pouso filmado em estúdio, holograma no teto da Terra plana e mais; confira as teorias da conspiração mais alucinadas sobre a ida do homem à Lua enquanto acompanha a missão Artemis 2

31 de março de 2026 - 10:25

Missão Artemis 2 vai levar o homem de volta à órbita da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos, mas um em cada três brasileiros jura que ele nunca esteve lá antes.

O JEITO DE JEROME

Powell se arrependeu e usa palco de Harvard para dar pista sobre os juros da maior economia do mundo

30 de março de 2026 - 13:31

Participando de evento na universidade nesta segunda-feira (30), ele avalia falou sobre o futuro da política monetária com a guerra e a inflação batendo na porta do banco central norte-americano

ACORDOS DE PAZ

Sem EUA ou Israel, líderes do Oriente Médio reúnem-se no Paquistão para discutir fim da guerra

29 de março de 2026 - 12:21

Autoridades norte-americanas insistem que a guerra pode estar se aproximando de um ponto de inflexão, mas os líderes iranianos continuam a rejeitar publicamente as negociações

MOSAICO DE SOBREVIVÊNCIA

Apagão da vida e da morte: crise de energia para crematórios na Ásia, suspende salários e ameaça o coração da Europa

24 de março de 2026 - 18:05

A crise de combustíveis arrombou a porta na Ásia e agora ameaça entrar pela janela da Europa; confira as medidas de emergência que estão sendo tomadas para conter a disparada do petróleo e do gás no mundo

O BRILHO SUMIU

Ouro vive semana de cão, cai 10% no pior desempenho desde março de 2020 e arrasta a prata

20 de março de 2026 - 16:01

A prata não ficou atrás no movimento de correção, caindo 2,18% na sessão desta sexta-feira (20) e acumulando uma perda semanal ainda mais expressiva que a do ouro: 14,36%

LUTO EM HOLLYWOOD

As verdades sobre Chuck Norris: astro de filmes de ação e amigo de Bruce Lee, ator deixa patrimônio de US$ 70 milhões

20 de março de 2026 - 15:22

Ator e campeão esportivo faleceu aos 86 anos após ser internado no Havaí; Chuck Norris deixa cinco filhos, incluindo o ator Mike Norris, e a esposa Gena O’Kelley

ABRIGO E OPORTUNIDADE

Debandada do ouro e da prata: investidor abandona o porto seguro para ir à guerra das pechinchas (e do dólar)

19 de março de 2026 - 13:29

Em dia de forte aversão ao risco, o manual de sobrevivência do mercado mudou. Entenda por que os metais chegaram a cair 10% nesta quinta-feira (19), arrastando as ações das mineradoras

MAN ON THE MOON

Agora vai? Artemis 2 tem nova data para levar homem de volta à Lua pela primeira vez em mais de meio século (se nada der errado desta vez)

19 de março de 2026 - 9:31

Por meio do programa Artemis, a Nasa afirma ter a intenção de estabelecer uma presença de longo prazo na Lua para fins científicos e de exploração

HASTA LA VISTA, BABY

O juízo final da sua carteira de ações chegou? O que a Kinea ensina sobre a IA e a armadilha das pechinchas na bolsa

19 de março de 2026 - 6:01

Inspirada no filme Exterminador do Futuro, a gestora analisa o impacto da inteligência artificial no mercado, e lista quais empresas já ganham em produtividade — e valem a pena investir

DE OLHO NA INFLAÇÃO

Fed segura juros nos EUA entre 3,50% e 3,75%, e acende luz amarela sobre efeitos da guerra

18 de março de 2026 - 15:21

Os diretores do Fed optaram por seguir a postura adotada na reunião de janeiro, uma vez que os dados da economia norte-americana pontam para uma inflação resiliente, enquanto o mercado de trabalho perde força

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia