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Três militares norte-americanos foram mortos na noite de domingo (28) na Jordânia em um ataque com drones reivindicado pela Resistência Islâmica no Iraque, um grupo de milícias apoiado por Teerã

Dizem que a vingança é um prato que se come frio e se isso for verdade, o presidente dos EUA, Joe Biden, deve resistir à pressão de responder agora ao ataque da Resistência Islâmica no Iraque — um grupo de milícias apoiado pelo Irã — e que resultou na morte de três soldados na noite de domingo (28).
O ataque com drones, que também feriu pelo menos 34 militares norte-americanos, marca a primeira baixa de tropas dos EUA por fogo inimigo desde o início da última guerra entre Israel e Hamas.
O Irã, no entanto, não comentou o ataque, enquanto o governo da Jordânia negou que tenha ocorrido em seu território.
Os legisladores norte-americanos estão exigindo que Biden ataque o Irã após a morte dos três soldados.
“Apelo à administração Biden para que atinja alvos importantes dentro do Irã, não apenas como represália pela morte das nossas forças, mas como dissuasão contra agressões futuras”, disse o senador republicano Lindsey Graham, da Carolina do Sul, em comunicado.
“A única coisa que o regime iraniano entende é a força. Até que paguem um preço com a sua infra-estrutura e o seu pessoal, os ataques às tropas dos EUA continuarão”, acrescentou.
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Roger Wicker, do Mississippi, o republicano mais graduado no Comitê dos Serviços Armados do Senado, também defendeu uma resposta de Biden.
“Devemos reagir aos ataques repetidos do Irã e dos seus representantes; devemos mirar diretamente nos alvos iranianos e na liderança. As respostas da administração Biden até agora apenas provocaram mais ataques”, afirmou Wicker.
Biden, no entanto, deve seguir o ditado e comer frio o prato da vingança.
Em resposta à pressão dos legisladores, o presidente dos EUA prometeu retaliar, dizendo em um comunicado que “irá atrás de todos os responsáveis no momento e da maneira que escolhermos”.
A declaração do chefe da Casa Branca acontece em um momento no qual ele se prepara para concorrer à reeleição e quando ele também tenta conter a escalada ainda maior dos conflitos no Oriente Médio.
*Com informações da CNBC
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