🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

LUZ NA CAMINHADA

A rua sem saída do Fed: o sinal mais claro de Powell até agora sobre o corte dos juros nos EUA

O presidente do banco central norte-americano participou de uma sessão de perguntas e respostas e deu mais pistas do que pode acontecer daqui para frente

Carolina Gama
15 de julho de 2024
16:27 - atualizado às 19:10
Imagem mostra Jerome Powell como grande estrela do mercado financeiro
Imagem: Shutterstock, com intervenções de Andrei Morais

O Federal Reserve (Fed) caminha por uma rua saída que terminará no corte de juros — a dúvida não é se o ciclo de afrouxamento monetário, mas quando. Nesta segunda-feira (15), o presidente do banco central norte-americano trouxe mais pistas sobre o momento no qual a taxa vai começar a cair nos EUA

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em uma sessão de perguntas e respostas do Clube Econômico de Washington, Powell disse que o comitê de política monetária (Fomc, na sigla em inglês) não pretende esperar a inflação voltar exatamente para a meta de 2% para começar a cortar juros. 

Segundo ele, o Fed manteria o aperto por tempo exageradamente longo se aguardasse o retorno dos preços a essa taxa exata.

“A implicação disso é que se esperamos até que a inflação desacelere para 2%, provavelmente esperaremos demais, porque o aperto que estamos mantendo, ou o nível de aperto que temos, ainda está tendo efeitos que provavelmente levarão a inflação abaixo de 2%”, disse Powell.

Em vez disso, o Fed procura ter mais confiança de que a inflação regressará ao nível de 2%, segundo ele.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O que aumenta essa confiança são mais dados bons sobre a inflação e, ultimamente, temos obtido alguns desses dados”, afirmou.

Leia Também

Os comentários desta segunda-feira (15) são os primeiros desde a divulgação ddo índice de preços ao consumidor de junho, que mostrou o arrefecimento da inflação, com a taxa entrando em território deflacionário na comparação mensal, mas ainda acima da meta de 2% em termos anuais. O Seu Dinheiro detalhou o relatório e seus efeitos sobre os mercados

  • VOCÊ JÁ DOLARIZOU SEU PATRIMÔNIO? A Empiricus Research está liberando uma carteira gratuita com 10 ações americanas pra comprar agora. Clique aqui e acesse.

A eleição pode impedir o Fed de cortar os juros?

Se a inflação e o emprego, em algum momento nos próximos meses, não serão capazes de impedir o Fed de cortar os juros este ano, a eleição pode ser um impedimento. 

Questionado sobre a possibilidade de o Fed iniciar o ciclo de afrouxamento monetário durante a campanha eleitoral nos EUA, Powell disse que o banco central norte-americano não leva fatores políticos em consideração ao definir sua política.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O CIO da Empiricus Gestora, João Piccioni, conversou com o Seu Dinheiro sobre essa relação no mais recente episódio do podcast Touros Ursos. Segundo ele, Powell está inclinado a realmente deixar a eleição de lado na tomada de decisão sobre os juros. 

“Historicamente, o Fed procura não se envolver com esses episódios e procura sempre que possível postergar ciclos de aperto ou afrouxamento monetário mais distantes das eleições”, disse Piccioni. 

“Mas dessa vez, o Powell está se sentindo bastante pressionado a começar esse ciclo de afrouxamento monetário, até para sinalizar uma forma de seguro para os mercados, sinalizar com uma rede de proteção caso a economia desacelere de verdade”, acrescenta. 

Você pode ver e ouvir o episódio completo aqui, basta dar o play!

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A taxa neutra de juros no caminho do Fed

Se o Fed caminha por uma rua saída em relação ao corte de juros, o trajeto até, no entanto, esbarra na taxa neutra de juros — aquela que não é alta o suficiente para esfriar a economia e nem baixa demais a ponto de aquecê-la demais. 

Powell afirmou hoje que a política monetária está restritiva, mas não de maneira intensa. Para ele, esse cenário é um indício de que a taxa neutra dos juros está mais alta atualmente do que antes da pandemia.

Nesse sentido, ele reforçou que a decisão do Fed será ditada pela evolução dos dados, mas ponderou que o banco central norte-americano não pretende ser "muito avesso ao risco".

Conhecido também por receber críticas de Donald Trump, que está na frente nas pesquisas de intenção de voto, Powell também foi questionado sobre um futuro mandato. No entanto, ele se limitou a dizer que pretende cumprir o atual, que termina em 2026.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A economia: sem pouso forçado

Durante o evento, o chefão do Fed comentou ainda que a economia dos EUA teve desempenho muito forte nos últimos anos — ele lembrou que a inflação arrefeceu de maneira substancial, particularmente na segunda metade de 2023.

Segundo Powell, esse progresso estagnou no primeiro trimestre deste ano, mas voltou a acontecer nos últimos três meses.

O presidente do banco central norte-americano também disse acreditar que uma “aterragem forçada” para a economia dos EUA não era “um cenário provável” e reforçou que a economia norte-americana têm tido desempenho mais forte que a de pares.

As apostas, o mercado

Embora tenha declarado que não vai esperar a inflação chegar na meta de 2%, as declarações de  Powell não alteraram as perspectivas de investidores sobre o início e intensidade do afrouxamento monetário em 2024.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com dados compilados pelo CME Group, a aposta do mercado é que o primeiro corte aconteça em setembro, com 98,1% de probabilidade.  

No agregado do ano, a curva futura precifica que os juros devem ser cortados em 75 pontos-base (pb) no total, com 53,3% de chance. Para a taxa terminar o ano com redução de 50 pb, a probabilidade é de 37,8%.

Os mercados também não reagiram expressivamente. Os negócios em Nova York continuaram sendo guiados pelos efeitos da tentativa de assassinato de Trump no final de semana. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
A FARMÁCIA E O CELEIRO

O contra-ataque de Lula: terras raras brasileiras viraram arma em acordo bilionário com a Índia

21 de fevereiro de 2026 - 10:45

Além do acordo envolvendo minerais, saúde, defesa, turismo e tecnologia também foram contemplados

QUEM É O REI DO JOGO?

Mirou no que viu e acertou no que não viu: como as tarifas podem embolar o meio de campo de Trump nas eleições

21 de fevereiro de 2026 - 9:23

Enquanto prepara novas tarifas, o republicano também precisa lidar com outro efeito colateral da decisão da Suprema Corte: a renovação da Câmara e do Senado norte-americano

QUEM PODE MAIS?

Trump truca a justiça com mais tarifas: como as empresas brasileiras ficam no meio do cabo de guerra

20 de fevereiro de 2026 - 17:30

Na esteira da anulação das tarifas do Dia da Libertação pela justiça norte-americana, o republicano disse que pode refazer acordos comerciais e impor novas taxas nos próximos dias

SINAL DE FUMAÇA

Mercado corre pelos juros: PIB mais fraco e inflação mais forte nos EUA podem mexer com o seu dinheiro

20 de fevereiro de 2026 - 12:11

A maior economia do mundo cresceu abaixo das projeções no quarto trimestre de 2025, enquanto o índice de preços para gastos pessoais, a medida preferida do Fed para a inflação, ficou acima do esperado em dezembro

A BÚSSOLA DO INVESTIDOR

O dólar a R$ 5,20 veio para ficar? No novo mapa do câmbio, real ganha fôlego e moedas na Ásia podem ser o novo norte

19 de fevereiro de 2026 - 19:30

Citi faz projeções para as principais moedas globais e indica qual deve ser a cotação do dólar em relação ao real no horizonte de 12 meses

PRESENTÃO

Herdeiro mais incompetente de todos os tempos é irmão do rei Charles III, perdeu título de príncipe e foi parar na cadeia no dia do próprio aniversário

19 de fevereiro de 2026 - 11:42

Ex-príncipe Andrew foi preso hoje por “má conduta” em caso envolvendo suas relações com Jeffrey Epstein; se condenado, ele corre o risco de cumprir pena de prisão perpétua.

FICOU CARO DEMAIS?

Na bolsa brasileira, chove capital. Nos EUA, o mercado enfrenta a pior seca de retornos desde 1995

19 de fevereiro de 2026 - 7:11

Enquanto o S&P 500 caiu 1% desde o início do ano, o índice que acompanha o restante da economia global (ACWX) rendeu 8% no período

O MAPA DO TESOURO

Brasil está a apenas dois passos de recuperar grau de investimento — e agência de rating diz o que falta para chegarmos lá

18 de fevereiro de 2026 - 19:15

Na América Latina, o país mais propenso a receber o selo de bom pagador é o Paraguai; México é o pior da lista

BALDE DE ÁGUA FRIA?

Desvendando a ata do Fed: como o novo sinal sobre os juros nos EUA pode mexer com a bolsa brasileira

18 de fevereiro de 2026 - 17:31

O investidor local tem visto uma enxurrada de dinheiro gringo entrar na bolsa brasileira, mas a ata desta quarta-feira (18) mostra como essa dinâmica pode mudar — ainda que momentaneamente

LENDA DE WALL STREET

O mago das finanças ataca de novo: Stanley Druckenmiller troca a Argentina pelo Brasil e embolsa uma bolada

18 de fevereiro de 2026 - 16:05

O bilionário tirou Milei da carteira e colocou titãs da bolsa brasileira como Petrobras e Vale; confira a estratégia vencedora do dono do fundo Duquesne

O PREÇO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Amazon perde US$ 450 bilhões em valor de mercado e encara prova de fogo com gastos bilionários em IA

18 de fevereiro de 2026 - 11:55

As ações da big tech despencaram 18% na pior sequência de perdas desde 2026, enquanto mercado questiona plano de US$ 200 bilhões em investimentos

CONTRA O FLUXO

Dólar e inflação na Argentina: o que pensa Juan Carlos De Pablo, o economista que Javier Milei ouve antes de tomar decisões

17 de fevereiro de 2026 - 17:45

Ao contrário do que pensam seus colegas economistas, De Pablo descarta a tese de que o BC argentino esteja sofrendo para sustentar o valor do peso

PARA ANOTAR NO CADERNO

A hora da qualidade: JP Morgan ensina a maior lição para quem quer investir em ações

17 de fevereiro de 2026 - 16:15

Além da tese de investimentos, o banco norte-americano ainda deixa um alerta sobre o efeito da inteligência artificial (IA) sobre as carteiras

VAI DAR LITÍGIO?

Por que o casamento entre a IA e o dólar pode custar caro para a maior economia do mundo

17 de fevereiro de 2026 - 15:31

A tradicional resiliência do dólar em tempos de crise está sob escrutínio, segundo o Deutsche Bank, à medida que a alta exposição das ações dos EUA à inteligência artificial cria uma nova vulnerabilidade cambial

A MÃO INVISÍVEL

China coloca time nacional em campo para forçar a queda das ações de IA na bolsa

16 de fevereiro de 2026 - 19:38

Segundo o The Wall Street Journal, as autoridades chinesas estão tentando conter a especulação excessiva em ações de empresas ligadas à inteligência artificial

PRESSÃO TOTAL

PIB fraco e iene em alta: o nó econômico que a primeira mulher no comando do Japão tenta desatar

16 de fevereiro de 2026 - 18:15

Em busca de juros baixos, Sanae Takaichi teve um encontro com o chefe do BoJ nesta segunda-feira (16), mesmo dia em que os dados oficiais mostraram um PIB fraco

GANHO EM DÓLAR

Vale, BB Seguridade ou Bradesco: qual ADR se valorizou mais em uma semana?

16 de fevereiro de 2026 - 16:59

BB Seguridade avança, apesar de corte no preço-alvo pelo Goldman Sachs; Bradesco e Vale recuam, e EWZ cai mais de 1%

CLUBE DOS 12 DÍGITOS

O bilhão é pouco: Anthropic cria fábrica de novos bilionários da IA ao alcançar US$ 380 bi em valor de mercado 

16 de fevereiro de 2026 - 15:45

Enquanto Elon Musk isola-se no topo, fundadores da Anthropic escalam o ranking da Forbes; confira as fortunas

EU TÔ COMPRANDO. QUEM QUER VENDER?

Entre War e Banco Imobiliário, Trump polemiza com ideia de comprar a Groenlândia, mas não é a primeira vez; EUA seriam bem menores se não abrissem a carteira

16 de fevereiro de 2026 - 9:18

A última grande aquisição do país ocorreu em 1917, quando os EUA compraram as Ilhas Virgens, que pertenciam justamente à Dinamarca, atual “dona” da Groenlândia

TENSÃO POLÍTICA

“Efeito Benito”? Trump ataca Bad Bunny e pode pagar preço político com voto latino nas eleições nos EUA

15 de fevereiro de 2026 - 17:00

Enquanto Trump tece críticas à performance do cantor porto-riquenho no Super Bowl, apoio dos latinos mostra sinais de retração

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar