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No episódio #83, Xavier afirma que a atual crise imobiliária na China pode estar a caminho de invadir o setor financeiro asiático — e isso pode respingar por aqui
Existe um ditado popular que afirma que quem não conhece o passado está fadado a repetir os erros no futuro. Mas, para um dos maiores gestores de fundos de investimentos do Brasil, ainda que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenha a história brasileira clara em sua cabeça, o petista hoje tenta replicar ideias não só ultrapassadas, como ruins.
Para Rogério Xavier, fundador da SPX Capital — gestora que atualmente administra R$ 60 bilhões em ativos —, o problema de Lula não é a idade, mas o pensamento. “Eu não acho que o presidente esteja velho. O que tem de errado com o Lula são as ideias, elas é que são velhas”, conta Xavier, no episódio #83 do Market Makers.
Na visão do gestor, a nova política industrial é um dos erros de rota do governo atual. O país pretende investir R$ 300 bilhões disponíveis para financiamento para a indústria até 2026, com recursos destinados a áreas como infraestrutura, saneamento, moradia e mobilidade sustentáveis e transformação digital.
Segundo Xavier, o Brasil tem uma “vocação fortíssima” no setor primário e na indústria extrativa em geral, e é ali que deveriam ser alocados os recursos. “O estado poderia promover a infraestrutura, com ferrovias, portos e melhorias no transporte rodoviário, mas tudo voltado para gerar infraestrutura para as coisas que dão certo.”
Outra questão citada pelo fundador da SPX é a possível indicação política que Lula tenta emplacar na Vale (VALE3), com rumores de que o ex-ministro, Guido Mantega, poderia ser escolhido para o conselho de administração da mineradora.
“É uma temeridade uma influência governamental em cima de uma empresa privada, isso gera um certo desconforto. Se isso acontece com a Vale, pode acontecer com qualquer empresa”, afirma Xavier, em conversa com o apresentador Thiago Salomão. “A sociedade deveria reagir de maneira mais incisiva contra esses ataques à iniciativa privada.”
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Confira o episódio completo. É só dar play aqui!
Para o gestor, as perspectivas são positivas para o Brasil em 2024 — e nem mesmo as ideias de Lula devem tirar o país dos trilhos.
Isso porque Xavier acredita que o Brasil será “sardinha” neste ano — ou seja, se movimentará em linha com os países desenvolvidos. “O Brasil não vai ser protagonista, ele vai com todo mundo. Se o mundo desenvolvido for bem, ele também vai bem, e vice-versa.”
Mas existe um ponto de atenção principal para este ano, segundo o gestor da SPX Capital: a China e o seu “modelo econômico esgotado”.
Para o investidor, um exemplo desse esgotamento é justamente a atual crise imobiliária no país — e pode estar a caminho de invadir o setor financeiro asiático.
“O problema chinês está em curso há uns dois anos, desde que a Evergrande começou a fazer água”, afirma Xavier. “Eu já vi diversas crises, mas nunca vi uma crise imobiliária não terminar em uma crise bancária.”
Na análise de Rogério Xavier, o mercado está fazendo uma grande aposta de que o governo chinês será capaz de gerenciar bem uma potencial crise bancária no gigante asiático — mas ele mesmo não correria esse risco.
“Por que eu vou achar que os chineses vão operar bem? Isso não quer dizer que eles não operem, mas por que eu daria o direito da dúvida?”, questiona o fundador da SPX. “Eu acho que é uma consideração arrojada e não quero e não topo esse risco.”
Caso a China vivencie uma crise — especialmente se Donald Trump vencer as eleições nos Estados Unidos em novembro e tarifar o gigante asiático —, Xavier acredita que os países emergentes devem vivenciar uma forte pressão, especialmente em nações ligadas a commodities, como o Brasil.
Mas para Xavier, ainda que o Brasil tenha ligação forte comercial com a China e sofra os efeitos da potencial queda dos preços das commodities, a força da correlação de desempenho do país com o mundo desenvolvido deverá superar esse potencial problema.
“O Brasil não vai ser capaz de provocar algo muito fora da linha do que vai acontecer com os países desenvolvidos no cenário de normalidade”, projeta.
Além disso, a situação no gigante asiático trata-se de um risco de cauda, segundo o gestor, não do cenário base. “Esse é um ano positivo pro Brasil, mas a China tem o poder de estragar esse ano bom. Eu não acho que seja o cenário base, mas sim um cenário de cauda. Porém há sinais de que o modelo chinês está fazendo água.”
Assista ao bate-papo completo aqui:
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