O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Quarta maior mineradora de minério de ferro do mundo, a Fortescue pretende parar de queimar combustíveis fósseis em suas operações na Austrália até o final da década
Há algumas décadas, seria impensável o registro de temperaturas acima dos 40º em plena primavera. Porém, diante do avanço da crise climática mundial, isso se tornou realidade — e é preciso correr para evitar que essa situação se agrave, segundo o bilionário que fundou uma das empresas que mais poluem no mundo.
O magnata australiano Andrew Forrest, CEO da Fortescue, afirmou que a sua mineradora irá zerar as emissões de carbono — um dos principais causadores do agravamento do aquecimento global — até 2030.
Quarta maior mineradora de minério de ferro do mundo, a Fortescue pretende parar de queimar combustíveis fósseis em suas operações na Austrália até o final da década.
Até meados do ano passado, a meta da mineradora era atingir emissões operacionais líquidas zero até 2040.
“Somos uma grande empresa industrial, poluidora massiva, e vamos realmente chegar a zero. Vamos parar de queimar todos os combustíveis fósseis facilmente ainda nesta década, não na próxima”, disse, em entrevista à CNBC.
O executivo ainda cobrou o alto escalão político e empresarial para que se mexam — e pediu que outras empresas com emissões elevadas e difíceis de reduzir sigam o exemplo.
Leia Também
“Todos aqueles líderes que dizem para mim, para o mundo, para seus filhos: ‘Ah, você sabe que não podemos fazer isso, minha empresa não pode fazer isso, eu não posso fazer isso’”, afirmou.
“Eu estou dizendo a cada um desses executivos-chefes e líderes políticos que usam as palavras ‘eu não posso’, OK, que tal você sair do palco e deixar uma jovem ou um líder mais sábio que pode. Alguém com um pouco de coragem porque a tecnologia está lá”, ele continuou.
Na avaliação de Forrest, o mundo precisa abandonar a “fantasia comprovada” de emissões líquidas zero de CO2 até 2050 e adotar o “zero real” até 2040 caso queira .
“Sabemos que o mundo pode chegar ao zero real em 2040 e estou entrando em contato com os empresários e políticos em todo o nosso planeta para dizer que é hora de abandonar essa fantasia comprovada [de] zero líquido em 2050 e adotar o zero real em 2040”, disse Forrest. “Podemos, devemos, vamos fazer isso.”
Atualmente, dezenas de países adotaram planos para atingir emissões líquidas zero, incluindo os Estados Unidos e a União Europeia. Confira aqui a lista.
Segundo a Energy and Climate Intelligence Unit (ECIU), para atingir a principal meta do Acordo de Paris — maior tratado global sobre o clima —, que é o limite do aumento da temperatura a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais, as emissões globais de carbono deveriam atingir zero líquido por volta da metade do século.
Para países de alta renda, como os EUA, isso significa atingir o zero líquido até 2050 ou antes. Porém, para as economias de baixa renda, o “net zero” seria atingido até 2060.
O presidente da Fortescue afirmou que empresários e políticos que estejam “relutantes em fazer as mudanças necessárias” para evitar uma piora na crise climática deveriam abrir caminho para líderes “dispostos a assumir o desafio da descarbonização”.
Segundo Forrest, se os grandes figurões alcançarem essa meta ainda mais cedo, até 2030, há “50% de chance de evitar os piores estragos do aquecimento global”.
*Com informações da CNBC.
Prazo termina hoje para concorrer a uma das 60 vagas com remuneração equivalente a cerca de 14 salários mínimos
Estudo do LinkedIn aponta competências técnicas e comportamentais em alta, destacando IA, gestão de projetos e comunicação estratégica em diferentes áreas
Aeronaves ficam isentas; 25% das vendas ao país terão taxa de 10%
Há processos e investigações envolvendo a Ambipar, Banco de Santa Catarina, Reag Investimentos, Reag Trust e outras empresas conectadas ao caso
Enquanto a Lotofácil tem vencedores praticamente todos os dias, a Mega-Sena pagou o prêmio principal apenas uma vez este ano desde a Mega da Virada.
Cidade do interior de Minas Gerais ficou conhecida por ser o ‘Vale da Eletrônica’ no Brasil
Autores de um novo estudo dizem que as bulas das estatinas deveriam ser alteradas para refletir a conclusão
Expectativa com o lançamento do GTA 6 reacende debate sobre reprecificação no mercado de games; produtora ainda não divulgou o preço oficial.
Confira como os rendimentos variam entre os estados e onde estão as melhores e piores remunerações do país
Lotofácil não foi a única loteria a ter ganhadores na segunda-feira, mas foi a que deixou os sortudos mais próximos da marca de R$ 1 milhão.
Ranking avalia desempenho ajustado ao risco em três anos e mostra preferência crescente do investidor por estratégias mais previsíveis
Certame oferece oportunidades para níveis fundamental, médio e superior; provas estão previstas para abril
Crianças da Lapônia, região situada no Círculo Polar Ártico, salvam a língua sámi de Inari da extinção
Bolada da Mega-Sena que será sorteada nesta terça-feira (24) teria potencial de gerar ganhos milionários mesmo em investimentos conservadores
Mpox registrou 1.056 casos confirmados e dois óbitos relacionados à doença no Brasil em 2025
Como a Mega-Sena só corre amanhã, a Lotomania e a Lotofácil são as loterias da Caixa com os maiores prêmios em jogo na noite desta segunda-feira (23); confira os valores.
Elon Musk, homem mais rico do mundo e dono da SpaceX e Tesla, afirma que quer construir os centros no espaço, com uso de energia solar
A competitividade dos produtos brasileiros vai aumentar, na visão do vice-presidente. “Algumas indústrias, se não exportarem, não sobrevivem”, disse
Relatório do Fórum Econômico Mundial aponta que até 22% dos empregos atuais serão impactados até 2030, com profissões qualificadas também na linha de corte
“Sei que os EUA têm alguma inquietação, que na verdade é com a China. Mas não queremos outra Guerra Fria”, declarou Lula, em viagem à Índia