Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

MERCADOS

A eleição nos EUA vem aí: como ficam o dólar, o Brasil e a bolsa lá fora

O CIO da Empiricus Gestão faz um diagnóstico do mercado e apresenta os possíveis cenários em caso de vitória de Trump ou de Kamala Harris

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
23 de outubro de 2024
19:30 - atualizado às 14:18
Kamala Harris e Donald Trump se enfrentam em debate
Kamala Harris e Donald Trump se enfrentam em debate. - Imagem: Montagem Seu Dinheiro / Divulgação Casa Branca

Há menos de 15 dias para as eleições presidenciais nos EUA, ninguém sabe ainda se a democrata Kamala Harris vai vencer ou se o republicano Donald Trump vai voltar à Casa Branca — as pesquisas de intenção de voto mostram empate técnico e os estados com poder de decidir a corrida norte-americana não sinalizam com uma predileção pelos candidatos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Só que para a bolsa e para o mercado de câmbio, o caminho é mais claro. "O que vem depois das eleições todo mundo já sabe. A Kamala é o Biden 2.0 e o Trump a gente já sabe mais ou menos o que vai tentar fazer", disse o CIO da Empiricus Gestão, João Piccioni, durante o programa Giro do Mercado, do MoneyTimes, portal do Grupo Empiricus.

Segundo ele, independente do resultado das eleições nos EUA, o horizonte deve continuar construtivo para a renda variável — embora possa haver uma realização de lucros no curto prazo caso Kamala Harris vença.

"Ainda assim seria um efeito muito passageiro", diz Piccioni. "O mercado tende a logo voltar a se concentrar nas empresas que reportaram os melhores resultados e a comprar Bolsa até o final do ano", acrescenta.

No Brasil, ele acredita que a força do dólar ainda possa comprimir os retornos nos últimos meses de 2024. "Passadas as eleições, talvez a gente tenha aquela corrida de final de ano, aquele rali clássico de natal, principalmente se o governo local vier com corte de gastos", afirma.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A disparada do dólar

À medida que as eleições nos EUA se aproximam, o mercado tem deixado suas marcas por meio da volatilidade tanto das bolsas quanto do dólar.

Leia Também

A moeda norte-americana começou o mês abaixo dos R$ 5,50 e poucos dias depois passou a se manter em torno de R$ 5,70.

Piccioni atribui a disparada da divisa norte-americana nas últimas semanas à sazonalidade do período pré-eleições nos EUA.

"É natural e tradicional que o dólar tenha esse comportamento mais nervoso nessa época, mas isso tende a se dissipar conforme sair a decisão", afirma.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em sua visão, há chances de alívio no câmbio em novembro e dezembro, mas nada muito intenso.

"Não acho que faz sentido econômico [o dólar] voltar para o patamar dos R$ 5. Até porque o segmento agro sofreu muito. Se você olha para a China, não tem demanda por commodities. E se você olha para os EUA, apesar de parecer que a demanda está quente, existe uma demanda menor por commodities, é só ver no preço do petróleo — que já veio para baixo dos US$ 70 mil de novo".

Em relação à alta das bolsas norte-americanas na semana passada, Piccioni lembra que o mercado passou a ficar mais otimista nos últimos dias com o aumento das chances de Trump voltar a ser presidente dos EUA.

"O mercado ficou bastante entusiasmado com uma possível vitória dos republicanos. De setembro pra outubro, a gente percebe os números mais otimistas com Trump, e, nesse sentido, os investidores começando a realocar investimentos para ativos que podem ser beneficiados caso ele vença, como o setor financeiro e algumas small caps", disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas, segundo o CIO, os fortes balanços corporativos divulgados recentemente pelas companhias norte-americanas também podem ter atraído os investidores para as ações.

'O que vem depois das eleições todo mundo já sabe'

Para Piccioni, o cenário pós-eleições não parece vir muito diferente do que o mercado já viu anteriormente.

Ele acredita que Trump tentará artifícios para arrefecer o preço do petróleo, via subsídios para o setor e aumento da produção na economia norte-americana.

"Ele sabe que isso pode trazer um desafogo pra economia. É um cara mais hábil nessa dinâmica econômica; já tentou isso no passado e pode tentar fazer de novo", afirma.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Piccioni lembra ainda de outros efeitos ligados às propostas de Trump. "Os Treasurys de longo prazo são um importante balizador do apetite a risco global e vêm sinalizando que as medidas que Trump está colocando na mesa devem fazer com que a inflação seja resiliente no ano que vem, o que ajuda a valorizar o dólar também".

O CIO acrescenta que os juros de curto prazo já são negociados a taxas mais baixas que os de longo prazo, o que mostra uma maior racionalidade da economia. "Isso é positivo sob uma ótica de ações, de economia. Vai se construindo um cenário mais propício para investimentos lá".

Além disso, caso Trump seja eleito, as criptomoedas podem ter um rali muito forte. "Já temos visto inclusive o bitcoin andar muito bem nos últimos 20 dias. Se Trump ganhar, acho que é a deixa para o ativo romper novas máximas", diz Piccioni.

Em relação às ações norte-americanas, ele acredita que o "playbook" de Trump de reduzir impostos pode ajudar a melhorar o cenário para as small caps, além de continuar impulsionando as big techs.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para assistir na íntegra o programa do Giro do Mercado desta quarta-feira (23), clique aqui:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
RESUMO SEMANAL

Estrangeiros de saída do Ibovespa? Bolsa cai 2,8% na semana, mas Hapvida (HAPV3) brilha e dispara 15%

25 de abril de 2026 - 11:32

Nos últimos sete pregões, o saldo do investidor estrangeiro foi de saída líquida de cerca de R$ 3 bilhões

EXPANSÃO DO PORTFÓLIO

BTG Pactual Logística (BTLG11) quer surfar a onda dos galpões logísticos e anuncia oferta de até R$ 2 bilhões; confira os detalhes da operação

24 de abril de 2026 - 15:28

Embora a captação seja de cerca de R$ 1,6 bilhão, o BTLG11, que é um dos fundos mais populares entre os investidores pessoas físicas, também informou que poderá emitir um lote adicional de até 3.902.439 de cotas

RENDA EXTRA NA CONTA

Copel (CPLE3) define data para pagar dividendos de R$ 1,35 bilhão. Quem tem direito ao pagamento?

24 de abril de 2026 - 14:30

O setor elétrico é conhecido pelo pagamento de proventos atrativos. O BTG Pactual e o Safra, por exemplo, veem a ação com bons olhos para quem busca renda extra com dividendos.

TEMPORADA DE BALANÇOS

Lucro da Usiminas (USIM5) mais que dobra e ação salta 7%; dólar fraco e ‘mix premium’ turbinam os números do 1T26

24 de abril de 2026 - 13:14

Com preços mais altos, custos menores e mix voltado ao setor automotivo, siderurgia puxa Ebitda para R$ 653 milhões, enquanto mineração segue pressionada por volumes menores

CICLOS POSITIVOS

Vacância em lajes corporativas volta ao nível pré-pandemia em São Paulo, diz BTG Pactual — mas outro setor bate recordes e rouba a cena

24 de abril de 2026 - 12:01

Apesar das projeções otimistas, o banco identifica que regiões como a Vila Olímpia devem ser impactadas pela devolução de imóveis em breve

ONDA DE AQUISIÇÕES?

A corrida pelo “ouro do século 21”: acordo bilionário de terras raras da Serra Verde pode ser apenas o começo, prevê BTG  

23 de abril de 2026 - 19:11

Para os analistas, a Serra Verde acaba de inaugurar o que deve ser uma “onda de aquisições” em solo brasileiro

ENFERRUJOU?

Itaú BBA corta preços-alvo de CSN (CSNA3) e CSN Mineração (CMIN3); entenda o principal motivo para a decisão

23 de abril de 2026 - 17:06

Para o BBA, as preocupações com a alavancagem têm pressionado o desempenho da CSN. No ano, a CMIN3 caiu 7%, enquanto a Vale (VALE3) subiu 20%

NEM PAPEL, NEM TIJOLO

FoFs roubam a cena entre FIIs e lideram retornos no último ano, mostra índice da Rio Bravo; confira o desempenho dos setores

23 de abril de 2026 - 13:21

Por contarem com ativos de crédito e de tijolo na carteira, os Fundos de Fundos tendem a ter portfólios mais defensivos em momentos de instabilidade, segundo gestora

REFORÇO BILIONÁRIO

Carro já era? Tesla (TSLA34) quer triplicar investimentos em 2026 com a ambição de Elon Musk em se tornar uma potência de IA

23 de abril de 2026 - 11:57

A fabricante de carros elétricos aumentou o plano de aportes para US$ 25 bilhões neste ano, com foco em robotáxis, robôs humanoides, caminhão elétrico e fábrica de chips de inteligência artificial

NOVO VALOR

Small cap da bolsa recalcula dividendos de R$ 150 milhões após recompra de ações; veja novas datas e valores por papel

23 de abril de 2026 - 11:03

A Iguatemi (IGTI11) atualizou, na noite de quarta-feira (22), os dividendos que serão pagos ao longo de 2026

ESTRATÉGIA DE ELITE

Segredo de R$ 5 bilhões: a regra de ouro dos multimilionários para proteger o patrimônio (e como você pode copiar)

23 de abril de 2026 - 6:04

Quer investir como um magnata? O segredo está na diversificação inteligente e no patrimônio integrado; confira as lições da Ghia para preservar capital mesmo em tempos de guerra

O QUE COMPRAR AGORA

A mamata da bolsa acabou? Ibovespa pode chegar nos 210 mil pontos, segundo o BofA, mas as ações já não estão baratas

22 de abril de 2026 - 17:29

O Bank of America elevou o alvo para o Ibovespa em 2026, mas lembra que o rali é carregado por gigantes da bolsa brasileira e pelo fluxo aumentado de estrangeiros fazendo negócios por aqui

NA PONTA DO GIZ

Yduqs, Cogna, Ânima, Ser… empresas de educação devem sofrer no 1T26; veja quem ganha e quem perde, segundo o BofA

22 de abril de 2026 - 16:21

Em algumas empresas, os programas híbridos e presenciais devem absorver parte das quedas de matrículas do ensino à distância

O VAIVÉM DA TRÉGUA

Trump leva turbulência aos mercados, coloca bolsas em zona de perigo e faz o petróleo decolar

21 de abril de 2026 - 17:35

O temor de que o grande acordo prometido pelo presidente norte-americano não saia do papel — dando lugar à prontidão militar — fez os investidores apertarem o botão de venda

NO BALANÇO DAS HORAS

Do ouro e prata ao cobre e níquel, o tic-tac do cessar-fogo derruba commodities metálicas 

21 de abril de 2026 - 15:53

A notícia de que as conversas entre Washington e Teerã estariam suspensas chegou minutos antes do fechamento, funcionando como um gatilho para ampliar as perdas

INFLAÇÃO VIROU ALIADA?

O FII que paga IPCA + quase 10% ao ano: por que a XP segue comprada no KNIP11

21 de abril de 2026 - 12:00

Para analistas, fundo imobiliário de CRIs combina perfil defensivo, IPCA e gestão forte para entregar renda consistente em cenário incerto

FLUXO GLOBAL

Brasil é o emergente preferido dos estrangeiros na América Latina — mas a bolsa que mais dispara em 2026 fica do outro lado do mundo

20 de abril de 2026 - 13:05

Apesar do fluxo bilionário para o Ibovespa, uma bolsa na Ásia já disparou mais de 50% no ano e lidera o ranking global entre os emergentes

ATÉ MAIS TARDE

O bitcoin não dorme — e a B3 quer acompanhar: bolsa estende pregão de criptomoedas e ouro até 20h

20 de abril de 2026 - 9:54

Com cripto operando 24/7 lá fora, mudança busca aproximar o investidor local do ritmo global do mercado; veja o que muda na prática

MERCADOS HOJE

Petróleo salta com nova escalada no Oriente Médio e pressiona bolsas globais. Por que o mercado entrou em alerta?

20 de abril de 2026 - 9:21

Escalada das tensões reacende temor sobre oferta da commodity e pressiona ativos globais na abertura da semana; veja o que mexe com os mercados hoje

BULL MARKET

A tendência de alta do Ibovespa é consistente e o índice de ações pode ultrapassar os 225 mil pontos, segundo o Daycoval

18 de abril de 2026 - 10:45

A posição do Brasil no contexto geopolítico, de guerra e pressão inflacionária, favorece a entrada de mais investidores globais nos próximos meses

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia