O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As autoridades antitruste decidiram barrar a transação da fabricante de Xbox, que tentará outra vez convencer os reguladores de que a operação é positiva para o mercado
A manhã desta quarta-feira (26) se iniciou tão nebulosa para a Microsoft quanto se alguém tivesse jogado uma das bombas de fumaça de Call of Duty (CoD) nos arredores do prédio da dona do Xbox.
Após mais de um ano desde o anúncio da compra da Activision Blizzard, a empresa agora enfrenta um dos maiores obstáculos para o negócio: o bloqueio pelos reguladores ingleses.
As autoridades antitruste decidiram barrar a transação, o que encurrala a dona do Windows, que tentará outra vez convencer os reguladores de que a operação é positiva para o mercado.
Se o apelo da Microsoft ao bloqueio britânico falhar ou a companhia não conseguir a aprovação de outros reguladores, ela deverá pagar à Activision US$ 3 bilhões em taxas de rescisão.
As ações da Microsoft ignoraram o anúncio negativo e avançaram 7,05% em Wall Street por volta das 10h50, ainda repercutindo o balanço forte do trimestre. Já os papéis da Activision Blizzard caíam mais de 9,4% no mesmo horário.
A indústria de videogames mostrou-se cada vez mais atrativa para os “chefões” desse mercado, como a Microsoft e a Sony.
Leia Também
Em janeiro do ano passado, a dona do Xbox fez a principal jogada e fechou a compra da Activision Blizzard, criadora de jogos como Call of Duty e Candy Crush, por US$ 68,7 bilhões.
O objetivo da aquisição bilionária do estúdio de criação de jogos era manter o domínio sobre os concorrentes — especialmente a Sony, dona do Playstation, que ostenta a coroa de maior player do mercado de games.
Porém, a companhia dependia da aprovação dos órgãos reguladores para concluir o negócio — e, ontem, a Autoridade de Concorrência e Mercados do Reino Unido (CMA, na sigla em inglês), uma espécie de “Cade britânico”, disse que se opõe ao acordo.
Vale destacar que o Cade britânico não é o único órgão que a Microsoft precisa convencer.
Apesar de reguladores da Arábia Saudita, África do Sul, Brasil, Chile, Japão e Sérvia terem aprovado o acordo, ainda falta o aval da União Europeia e dos Estados Unidos.
A UE deve anunciar a decisão até 22 de maio, segundo a Reuters. Já a Federal Trade Commission (FTC), dos EUA, definirá o rumo do escrutínio regulatório até 2 de agosto.
O regulador do Reino Unido aponta preocupações de concorrência no nascente mercado de jogos em nuvem.
Isso porque, na visão da CMA, a Microsoft poderia tornar os jogos da Activision exclusivos para sua plataforma de jogos em nuvem, o Xbox Game Pass.
Desse modo, a Activision interromperia a distribuição para outros players importantes no setor, prejudicando a concorrência.
“Permitir que a Microsoft assuma uma posição tão forte no mercado de jogos em nuvem no momento em que começa a crescer rapidamente arriscaria minar a inovação, que é crucial para o desenvolvimento dessas oportunidades”, disse a CMA, em comunicado à imprensa.
A Microsoft tentou propor remédios ao Cade britânico, na intenção de garantir a saúde da concorrência.
Na intenção de acalmar as preocupações do mercado, a big tech fechou acordos com as principais rivais, como Nintendo, Sony e Nvidia, para manter a franquia Call of Duty e outros jogos disponíveis nas plataformas ao longo de um período de dez anos.
A tentativa, porém, não teve sucesso. A autoridade inglesa manteve o pulso firme da decisão, destacando que as propostas da empresa seriam muito limitadas e gerariam riscos de conflito devido ao longo período sugerido pela Microsoft.
“Dado que o remédio se aplica apenas a um conjunto definido de jogos da Activision, que podem ser transmitidos apenas em um conjunto definido de serviços de jogos em nuvem, desde que sejam adquiridos em um conjunto definido de lojas online, há riscos significativos de desacordo e conflito entre a Microsoft e provedores de serviços de jogos em nuvem, especialmente ao longo de um período de dez anos em um mercado em rápida mudança.”
A Microsoft agora recorre à Justiça para tentar reverter o bloqueio dos reguladores. O presidente da Microsoft, Brad Smith, afirmou ao jornal The Verge que a empresa continua “totalmente comprometida com a aquisição e vai apelar [à decisão]”.
“A decisão da CMA rejeita um caminho pragmático para abordar questões de concorrência e desencoraja a inovação tecnológica e o investimento no Reino Unido”, disse Smith, em comunicado.
“Já assinamos contratos para disponibilizar os jogos populares da Activision Blizzard em mais 150 milhões de dispositivos e continuamos comprometidos em reforçar esses acordos por meio de soluções regulatórias.”
“Estamos especialmente desapontados porque, após longas deliberações, essa decisão parece refletir uma compreensão falha desse mercado e da forma como a tecnologia de nuvem relevante realmente funciona.”
De acordo com o CEO da Activision Blizzard, Bobby Kotick, o estúdio e a Microsoft “já começaram o trabalho para apelar ao Tribunal de Apelações de Concorrência do Reino Unido”.
“Se a decisão da CMA for mantida, ela sufocaria o investimento, a concorrência e a criação de empregos em toda a indústria de jogos do Reino Unido”, destacou Kotick.
*Com informações de CNBC e The Verge
A refinaria estava parcialmente fechada desde outubro, sob suspeita de crimes contra a ordem econômica e tributária
Grupo expandiu rápido, diversificou negócios e atraiu investidores com promessas ambiciosas. Mas afirma que não resistiu ao efeito dominó da crise do Banco Master
A EMAE opera um sistema hidráulico e gerador de energia elétrica, localizado na região metropolitana de São Paulo, com reservatórios, canais, usinas e estruturas associadas
Se a empresa conseguir cortes de custos de 50% e volumes de água maiores, o potencial de alta chega a 90%, segundo os analistas
Além da água, os rejeitos da operação de mineração de minério de ferro da Vale em Fábrica atingiram o rio Maranhão.
O comunicado da instituição não informou se o Palmeiras será afetado pelo processo de recuperação judicial
Prévia de resultados do BTG Pactual mostram que o setor deve repetir tendências já observadas no trimestre anterior
O valor corresponde a R$ 0,33 por ação, reforçando a estratégia da companhia de manter uma política robusta de remuneração aos acionistas
As apurações estão relacionadas às chamadas “inconsistências contábeis” divulgadas pela companhia em fato relevante em janeiro de 2023
Os recursos serão usados para quitar o financiamento DIP e para sustentar a execução do plano de reestruturação aprovado nos Estados Unidos
Veja quais são as varejistas brasileiras em que os brasileiros mais devem gastar a renda extra vinda da ampliação da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil
Companhia já vinha operando sob restrições desde outubro; no ano passado, a Refit foi alvo de operações da Polícia Federal, acusada de fazer parte de um grande esquema de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro
A diferença entre os investimentos chegou a US$ 102 bilhões em 2025, acima do gap de US$ 85 bilhões registrado no ano anterior
Após liquidação do Banco Master, rede de oncologia tenta impedir mudanças em fundos que concentram seus papéis; entenda
Por outro lado, a Abra, controladora da Gol e da colombiana Avianca, tem planos de abrir o capital nos Estados Unidos
Chalco e Rio Tinto fecham acordo de R$ 4,7 bilhões com o grupo Votorantim e avaliam fechar o capital da companhia de alumínio
O anúncio do Agibank acontece no mesmo dia que o PicPay estreou na Nasdaq com uma demanda 12 vezes maior que a oferta, captando R$ 6 bilhões
Para os analistas, o valuation subiu, mas nem todos os bancos entregam rentabilidade para sustentar a alta
Operação será liderada por Cristina Junqueira e terá Roberto Campos Neto como chairman
A companhia mantém sequência histórica de ganhos e volta ao patamar de abril de 2025; ações figuram entre os destaques do Ibovespa nesta quinta-feira