Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

1 ANO PRIVATIZADA

Eletrobras (ELET3) decepciona e cai 15% na B3 um ano depois da privatização; o que deu errado e o que fazer com as ações agora?

Lula, penduricalhos da privatização e até o excesso de chuvas atrapalharam o “conto de fadas” da Eletrobras desde que o governo deixou o controle da companhia

Jasmine Olga
Jasmine Olga
4 de junho de 2023
6:03 - atualizado às 11:36
eletrobras elet6 queda ação elétrica dividendos
Imagem: Shutterstock/Montagem: Giovanna Figueredo

Nos contos de fadas, é comum que mudanças radicais e instantâneas ocorram com a chegada de um beijo de amor, um sapatinho de cristal ou um inesperado pote de ouro. As coisas no mundo real são mais complexas, mas, aos olhos do mercado financeiro, existe sim um passe de mágica que pode transformar uma abóbora em carruagem — a privatização

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A última empresa a receber a benção da fada madrinha e entusiasmar o mercado com a sua transformação de companhia estatal em uma corporation (sem um bloco acionário controlador) foi a Eletrobras (ELET3;ELET6). Mas, às vésperas do primeiro aniversário da operação, a mágica parece estar se desfazendo no ar — e os papéis acumulam uma queda da ordem 15% desde então.

Foram anos de estudo e discussão até que a companhia enfim realizasse a oferta que tirou o controle acionário das mãos da União, em junho do ano passado. Na época, a maior parte dos gestores e bancos de investimentos consultados pelo Seu Dinheiro apontavam um preço-alvo de pelo menos R$ 60 levando em consideração apenas a possibilidade de privatização — uma valorização de, no mínimo, 50% em relação às cotações da época. 

A realidade da tela de cotações, porém, mostra as ações ELET3 — aquelas que a Eletrobras emitiu na oferta que reduziu a participação da União para menos de 50% — negociadas a R$ 35,60 no fechamento da última quinta-feira na B3.

Muita coisa mudou desde que o então ministro da Economia Paulo Guedes e o ex-presidente Jair Bolsonaro soaram as badaladas dos sinos da B3. E quem esperava que a mágica da privatização acontecesse da noite para o dia acabou se decepcionando.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um ano se passou e, ao contrário do que até mesmo as estimativas mais conservadoras indicavam, os papéis da Eletrobras não decolaram. Na realidade, hoje elas são negociadas abaixo dos R$ 42 pagos por aqueles que decidiram aportar dinheiro na privatização e estão bem longe dos mais de R$ 52 registrados em sua máxima histórica, poucos meses após a oferta oficial na B3. 

Leia Também

A oferta foi considerada um sucesso, com elevado apetite de grandes fundos, investidores qualificados e pessoas físicas. A facilitação do aporte, com o uso do FGTS, também levou 370 mil trabalhadores a colocarem cerca de R$ 6 bilhões na oferta e se transformarem em sócios da maior empresa do setor elétrico da América Latina. 

Os problemas começaram depois e, um ano após a conclusão da capitalização, as coisas parecem longe dos cenários otimistas traçados ainda em 2021, quando o projeto foi aprovado no Congresso. 

Afinal, o mercado errou ao projetar os ganhos pós-privatização? Bom, esse não parece ser o caso. Segundo os especialistas, apenas um ano é uma janela muito curta para um diagnóstico preciso — mas não há como negar que os ruídos vindos de Brasília atrapalharam.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para entender melhor o que ocorreu com as ações da Eletrobras e o que pode se esperar dos papéis, o Seu Dinheiro conversou com Fábio Coelho, presidente-executivo da Associação de Investidores de Mercado de Capitais (AMEC); Rafael Passos, sócio-analista da Ajax Capital, Felipe Moura, sócio e analista da Finacap Investimentos, e Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus Research.

VEJA TAMBÉM — Socorro, Dinheirista! Inter saiu da Bolsa Brasileira e eu perdi 50% do meu patrimônio: e agora? Veja detalhes do caso real abaixo:

O que aconteceu com a Eletrobras (ELET3;ELET6)?

Para Rafael Passos, sócio-analista da Ajax Capital, Brasília é o principal vilão do desempenho dos papéis. "É a possibilidade de influência política em cima das direções da empresa batendo de novo nas ações". 

Sim, a Eletrobras não é mais uma empresa de gestão estatal. Mas, desde as eleições, vive sob pressão do novo governo de Luiz Inácio Lula da Silva, com grandes críticas ao processo de privatização. 

O mau desempenho das ações se intensificou após a vitória do candidato petista nas urnas, em novembro, por mais que o consenso do mercado seja o de que reverter o processo de capitalização é praticamente impossível e custaria muito caro ao governo — não só em recursos do Tesouro, mas também em capital político. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A União, no entanto, elevou o tom no início de maio, quando a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu oficialmente para o Supremo Tribunal Federal (STF) analisar o dispositivo que limita o poder de voto do governo em apenas 10% — contra os mais de 40% do capital estatal. 

Na petição, a AGU argumentou que a regra atual é uma “grave lesão ao interesse público”, gerando ônus para a União e violando o “direito de propriedade do ente federativo, ‘aos princípios da razoabilidade, da proporcionalidade, e de diversos mandamentos constitucionais que regem a atuação da Administração Pública’”.

Ou seja: por mais que não exista planos de retomar o controle majoritário do capital, a mudança na regra aumentaria o poder da União na tomada de decisões e elevaria a influência estatal na diretoria e alto escalão da empresa. 

Por mais que o mercado siga confiante na impossibilidade de se reverter a privatização — principalmente após as seguidas derrotas do governo no Congresso —, o movimento gerou muito mal estar e grande preocupação entre os investidores. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para Fábio Coelho, presidente da AMEC, os papéis hoje refletem uma quebra de credibilidade entre a Eletrobras e o mercado — um elemento determinante para a avaliação de risco das empresas —, criando um ambiente de grande incerteza jurídica, com uma mensagem de que “qualquer contrato firmado e amplamente negociado com a União pode ser desfeito unilateralmente”. 

“A atitude causou verdadeira surpresa justamente por desconsiderar todo o extenso processo legislativo e de governança envolvido na privatização. Descumprir acordos e um contrato que contou com a participação das mais altas instâncias jurídicas, legislativas e de controle do país, significa descredibilizar também as instituições nacionais”, afirma o executivo. 

Mesmo em meio ao aumento da pressão política, Passos não acredita que os problemas atuais sejam uma espécie de herança maldita, uma vez que, da forma como foi aprovado, o projeto trazia uma segurança sobre a operação futura da companhia — e deve ser replicado em outros modelos de privatização prometidos para os próximos anos, como o da Sabesp. 

  • O mercado está otimista para o segundo semestre – e você pode ser um dos investidores a lucrarem MUITO com a possível alta das ações. DESCUBRA AQUI O PLANO para ter a chance de ganhar até R$ 500 mil em 36 meses investindo nos papéis certos agora. 

Não é só o “efeito Lula”

As questões políticas ganham as manchetes com frequência, mas não são os únicos elementos por trás da pressão sentida pelos papéis: o balanço da companhia vem sendo pressionado por alguns custos extraordinários de operações obrigatórias para o processo de privatização e por ventos desfavoráveis no mercado de energia. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma das grandes esperanças com a saída do controle estatal na companhia era o fim do regime de cotas, que nasceu de uma tentativa do governo Dilma Rousseff de segurar o valor da tarifa de energia. 

A criação da MP 579, em 2013, obrigou a Eletrobras a travar o valor máximo que poderia ser cobrado dos consumidores, o que prejudicou a capacidade financeira da companhia, iniciando um intenso processo de queima de caixa. 

Na maior parte dos cálculos pré-privatização, o fim do regime de cotas sempre era citado como a principal fonte de esperança para a melhora do caixa da empresa, mas não é bem isso que tem acontecido. 

O problema não está na descotização, mas sim em uma espécie de “falta de sorte da empresa”. Se por anos as seguidas crises hídricas levaram a Eletrobras a vender sua energia por um preço menor do que o praticado no mercado, hoje o jogo virou e a alta disponibilidade hídrica reduziu o valor das tarifas — não dando margem para a tão esperada injeção no caixa. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A herança da privatização

A volta de Wilson Ferreira Junior para o controle da companhia também veio carregada de altas expectativas para o processo de reestruturação da Eletrobras. No passado, Ferreira Junior foi responsável por colocar a empresa de volta nos trilhos e abrir o caminho para a privatização.

As mudanças, no entanto, não aconteceram da água para o vinho. As obrigações acessórias do projeto de privatização pesam sobre os balanços recentes da companhia. 

Para Felipe Moura, da Finacap, é preciso ter calma para ver o retorno dos papéis, uma vez que o período de um ano é muito curto para uma transformação completa de uma companhia do tamanho da Eletrobras. "As perspectivas para a empresa são excelentes. Acreditamos que ela está sendo negociada abaixo do seu valor justo, mas você tem que ter um horizonte de longuíssimo prazo”. 

Atualmente, a companhia busca enxugar o seu quadro de funcionários, realizar reorganizações societárias com subsidiárias e encontrar uma resolução para os empréstimos compulsórios feitos na década de 1960 e que, hoje, se transformaram em pedidos bilionários de ressarcimento por parte dos consumidores industriais. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Embora os números pressionem a Eletrobras, os analistas apontam que se trata de uma dor necessária. Ou seja: os altos custos de hoje serão a economia do amanhã. 

Olhando para os preços atuais dos papéis, Ruy Hungria, da Empiricus, acredita que o mercado precificou uma mudança drástica na companhia e agora se decepciona com os poucos avanços conquistados. 

“Talvez o mercado não estivesse tão ciente da complexidade que é você pegar uma estatal que tem uma série de problemas e tentar resolvê-los. Eles estão sim sendo resolvidos, mas em uma velocidade menor do que o mercado esperava”, explica. 

Para Hungria, no médio e longo prazo, a companhia tem grandes chances de se tornar uma boa pagadora de dividendos — seguindo os passos das demais empresas do setor. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o consenso de mercado calculado pela Bloomberg, o rendimento dos dividendos com relação ao preço das ações (dividend yield) deve ser de 3,8% em 2023, 6% em 2024 e 10% em 2025. "Mostra o potencial de geração de fluxo de caixa para o acionista à medida que essas melhorias operacionais vão acontecer nos próximos anos. Não vai ser da noite para o dia, mas elas existem”, aponta o analista da Empiricus. 

O Santander é outro que acredita no potencial da companhia em pagar bons proventos. Os papéis de ELET6 fazem parte da carteira de dividendos do banco e são uma das ações preferidas dentre as elétricas listadas na bolsa. Os analistas do banco também estão no grupo daqueles que acreditam que as mudanças não serão imediatas e o potencial está no médio e longo prazo.

Em um relatório recente, eles afirmaram que a Eletrobras se tornará a empresa com geração de fluxo de caixa mais atraente no setor de energia elétrica, com um rendimento médio de FCFE (free cash flow to equity) de 13,2% entre 2023-25, superior ao rendimento médio de 8,4% para o restante do setor.

Vale a pena comprar Eletrobras?

Não dá para negar que o mercado está decepcionado com o ritmo de evolução do processo de reestruturação e incomodado com os ruídos políticos que, vira e mexe, atingem a companhia — ainda que uma reversão do processo de privatização seja lido como praticamente improvável. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nem todo mundo está disposto a enfrentar as incertezas, principalmente após o desempenho negativo no primeiro ano como empresa privatizada, mas a maior parte dos analistas ainda vê as ações da elétrica como uma boa oportunidade dentro de uma estratégia de longo e médio prazo. 

De olho nos dividendos, a Empiricus Research tem uma indicação de compra para os papéis. Embora não tenha uma estimativa oficial, o analista Ruy Hungria aponta que um preço de tela na faixa dos R$ 60 “não seria nenhum absurdo”. 

Já o Santander aponta um preço-alvo de R$ 59,49 ao fim de 2023 para a Eletrobras, colocando a empresa como uma das top picks do setor elétrico. O valor se justifica pelo otimismo dos analistas com a redução de custos em mais de 50% em suas subsidiárias e a estrutura de holding mais simplificada, ainda que os preços de energia sigam em patamares mais conservadores. 

De acordo com a plataforma Trademap, todas as recomendações coletadas para ELET3 (8) e ELET6 (4) são de compra, com um preço-alvo que varia de um potencial de alta de 25% a quase 100% — indo de R$ 45 a R$ 71. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
A JANELA REABRIU?

IPOs vão voltar com tudo? BTG vê efeito dominó após 1ª oferta na B3 em 5 anos — e CFO diz: “quando uma vem, puxa outras”

11 de maio de 2026 - 17:27

Para Renato Cohn, primeira abertura de capital desde 2021 pode destravar o mercado brasileiro — e banco vê apetite mesmo com juros altos e tensão global

GIGANTE DO MINÉRIO

Na contramão do Ibovespa: Vale (VALE3) sobe quase 3% na bolsa. O que está por trás da alta da mineradora?

11 de maio de 2026 - 15:39

Ações da mineradora avançam mesmo com o mau humor dominando a bolsa brasileira nesta segunda-feira (11)

REAÇÃO AO BALANÇO

BTG Pactual (BPAC11) entrega resultado “difícil de criticar”, mas ações caem na B3. O que explica a queda?

11 de maio de 2026 - 14:26

Lucro acima do esperado não impede queda das units do banco neste pregão; confira o que dizem os analistas sobre o resultado

PROVENTOS EM ALTA VOLTAGEM

CPFL Energia (CPFE3) detalha pagamento de R$ 1,3 bilhão em dividendos; veja quem tem direito

11 de maio de 2026 - 14:21

Primeira parcela faz parte do pacote de R$ 4,3 bilhões aprovado pela elétrica para remunerar acionistas em 2026

A META FICOU MAIS DIFÍCIL

Banco Inter reage à queda das ações na bolsa com nova aposta: a “Regra dos 50” para crescer — e lucrar mais — até 2029

11 de maio de 2026 - 12:16

Nova estratégia combina crescimento acelerado com ROE em alta, e coloca o banco em um novo patamar de cobrança; veja os detalhes

OPERAÇÃO ÍCARO

Fast Shop bate recorde: empresa leva multa de R$ 1 bilhão por fraude em imposto e propina paga a auditor

11 de maio de 2026 - 11:28

Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma

BALANÇO

Telefônica Brasil (VIVT3): lucro salta quase 20% no 1T26, e dona da Vivo entrega seu melhor 1º trimestre em dois anos. O que está por trás da expansão?

11 de maio de 2026 - 9:12

Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado

RESULTADO

BTG Pactual (BPAC11) supera expectativa com lucro recorde e ROE de 26,6% no 1T26. O que está por trás de mais um balanço forte?

11 de maio de 2026 - 7:33

O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre

PRÉVIA DOS RESULTADOS

Com petróleo na casa dos US$ 100, analistas calculam se Petrobras (PETR4) vai ou não vai liberar dividendos do 1T26

11 de maio de 2026 - 6:02

Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções

TROCAS DE PESO

Dança das cadeiras na bolsa: semana tem troca de CEOs em série e agita empresas da B3

9 de maio de 2026 - 16:58

A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)

VELHO CONHECIDO

Santander (SANB11) bate o martelo: conselho aprova por unanimidade a eleição de Gilson Finkelzstain como CEO

8 de maio de 2026 - 20:05

Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil

CHEGOU A HORA DE VENDER?

O que a pior semana da Petrobras (PETR4) em mais de dois anos diz sobre as ações como investimento

8 de maio de 2026 - 19:45

Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana

HORA DE COMPRAR?

Caixa Seguridade (CXSE3): depois do anúncio de R$ 1 bilhão em dividendos, analistas calculam retorno e dão veredito

8 de maio de 2026 - 19:19

Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos

SD ENTREVISTA

“Foi bom, mas poderia ter sido melhor”: o recado do diretor do BR Partners (BRBI11) sobre o 1T26; ações caem na B3

8 de maio de 2026 - 16:01

Com receita mais diversificada e aposta em Wealth, banco tenta reduzir volatilidade enquanto espera queda dos juros, afirma Vinicius Carmona ao Seu Dinheiro

TROCA NO ALTO ESCALÃO

Cemig (CMIG4) anuncia novo CEO e lucra R$ 979 milhões no 1T26, queda anual de 6%; conheça a empresa de energia criada por JK

8 de maio de 2026 - 11:31

De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes

E FORA 'DO STORIES' TU ESTÁ BEM?

O preço do sucesso da Cimed: enquanto bomba nas redes, empresa sofreu ‘no off’. E agora?

8 de maio de 2026 - 6:45

Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira

BALANÇO

Magazine Luiza (MGLU3) ainda sente o peso dos juros e reverte lucro em prejuízo acima do esperado no 1T26

7 de maio de 2026 - 19:55

A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras

SD ENTREVISTA

“Temos que estar com a guarda alta”, diz diretor do ABC Brasil (ABCB4) após queda no ROE do 1T26

7 de maio de 2026 - 19:55

Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo

PROVENTOS NO RADAR

PetroReconcavo (RECV3) anuncia JCP de R$ 100 milhões após lucro mais que dobrar no 1T26

7 de maio de 2026 - 19:51

Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia

POR QUE TROCAR DE CEO AGORA?

Após 15 anos, Rodrigo Osmo dará adeus ao cargo de CEO da Tenda (TEND3); veja quem entra no lugar e o que está por trás da mudança

7 de maio de 2026 - 19:06

Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia