🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

1 ANO PRIVATIZADA

Eletrobras (ELET3) decepciona e cai 15% na B3 um ano depois da privatização; o que deu errado e o que fazer com as ações agora?

Lula, penduricalhos da privatização e até o excesso de chuvas atrapalharam o “conto de fadas” da Eletrobras desde que o governo deixou o controle da companhia

Jasmine Olga
Jasmine Olga
4 de junho de 2023
6:03 - atualizado às 11:36
eletrobras elet6 queda ação elétrica dividendos
Imagem: Shutterstock/Montagem: Giovanna Figueredo

Nos contos de fadas, é comum que mudanças radicais e instantâneas ocorram com a chegada de um beijo de amor, um sapatinho de cristal ou um inesperado pote de ouro. As coisas no mundo real são mais complexas, mas, aos olhos do mercado financeiro, existe sim um passe de mágica que pode transformar uma abóbora em carruagem — a privatização

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A última empresa a receber a benção da fada madrinha e entusiasmar o mercado com a sua transformação de companhia estatal em uma corporation (sem um bloco acionário controlador) foi a Eletrobras (ELET3;ELET6). Mas, às vésperas do primeiro aniversário da operação, a mágica parece estar se desfazendo no ar — e os papéis acumulam uma queda da ordem 15% desde então.

Foram anos de estudo e discussão até que a companhia enfim realizasse a oferta que tirou o controle acionário das mãos da União, em junho do ano passado. Na época, a maior parte dos gestores e bancos de investimentos consultados pelo Seu Dinheiro apontavam um preço-alvo de pelo menos R$ 60 levando em consideração apenas a possibilidade de privatização — uma valorização de, no mínimo, 50% em relação às cotações da época. 

A realidade da tela de cotações, porém, mostra as ações ELET3 — aquelas que a Eletrobras emitiu na oferta que reduziu a participação da União para menos de 50% — negociadas a R$ 35,60 no fechamento da última quinta-feira na B3.

Muita coisa mudou desde que o então ministro da Economia Paulo Guedes e o ex-presidente Jair Bolsonaro soaram as badaladas dos sinos da B3. E quem esperava que a mágica da privatização acontecesse da noite para o dia acabou se decepcionando.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um ano se passou e, ao contrário do que até mesmo as estimativas mais conservadoras indicavam, os papéis da Eletrobras não decolaram. Na realidade, hoje elas são negociadas abaixo dos R$ 42 pagos por aqueles que decidiram aportar dinheiro na privatização e estão bem longe dos mais de R$ 52 registrados em sua máxima histórica, poucos meses após a oferta oficial na B3. 

Leia Também

A oferta foi considerada um sucesso, com elevado apetite de grandes fundos, investidores qualificados e pessoas físicas. A facilitação do aporte, com o uso do FGTS, também levou 370 mil trabalhadores a colocarem cerca de R$ 6 bilhões na oferta e se transformarem em sócios da maior empresa do setor elétrico da América Latina. 

Os problemas começaram depois e, um ano após a conclusão da capitalização, as coisas parecem longe dos cenários otimistas traçados ainda em 2021, quando o projeto foi aprovado no Congresso. 

Afinal, o mercado errou ao projetar os ganhos pós-privatização? Bom, esse não parece ser o caso. Segundo os especialistas, apenas um ano é uma janela muito curta para um diagnóstico preciso — mas não há como negar que os ruídos vindos de Brasília atrapalharam.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para entender melhor o que ocorreu com as ações da Eletrobras e o que pode se esperar dos papéis, o Seu Dinheiro conversou com Fábio Coelho, presidente-executivo da Associação de Investidores de Mercado de Capitais (AMEC); Rafael Passos, sócio-analista da Ajax Capital, Felipe Moura, sócio e analista da Finacap Investimentos, e Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus Research.

VEJA TAMBÉM — Socorro, Dinheirista! Inter saiu da Bolsa Brasileira e eu perdi 50% do meu patrimônio: e agora? Veja detalhes do caso real abaixo:

O que aconteceu com a Eletrobras (ELET3;ELET6)?

Para Rafael Passos, sócio-analista da Ajax Capital, Brasília é o principal vilão do desempenho dos papéis. "É a possibilidade de influência política em cima das direções da empresa batendo de novo nas ações". 

Sim, a Eletrobras não é mais uma empresa de gestão estatal. Mas, desde as eleições, vive sob pressão do novo governo de Luiz Inácio Lula da Silva, com grandes críticas ao processo de privatização. 

O mau desempenho das ações se intensificou após a vitória do candidato petista nas urnas, em novembro, por mais que o consenso do mercado seja o de que reverter o processo de capitalização é praticamente impossível e custaria muito caro ao governo — não só em recursos do Tesouro, mas também em capital político. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A União, no entanto, elevou o tom no início de maio, quando a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu oficialmente para o Supremo Tribunal Federal (STF) analisar o dispositivo que limita o poder de voto do governo em apenas 10% — contra os mais de 40% do capital estatal. 

Na petição, a AGU argumentou que a regra atual é uma “grave lesão ao interesse público”, gerando ônus para a União e violando o “direito de propriedade do ente federativo, ‘aos princípios da razoabilidade, da proporcionalidade, e de diversos mandamentos constitucionais que regem a atuação da Administração Pública’”.

Ou seja: por mais que não exista planos de retomar o controle majoritário do capital, a mudança na regra aumentaria o poder da União na tomada de decisões e elevaria a influência estatal na diretoria e alto escalão da empresa. 

Por mais que o mercado siga confiante na impossibilidade de se reverter a privatização — principalmente após as seguidas derrotas do governo no Congresso —, o movimento gerou muito mal estar e grande preocupação entre os investidores. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para Fábio Coelho, presidente da AMEC, os papéis hoje refletem uma quebra de credibilidade entre a Eletrobras e o mercado — um elemento determinante para a avaliação de risco das empresas —, criando um ambiente de grande incerteza jurídica, com uma mensagem de que “qualquer contrato firmado e amplamente negociado com a União pode ser desfeito unilateralmente”. 

“A atitude causou verdadeira surpresa justamente por desconsiderar todo o extenso processo legislativo e de governança envolvido na privatização. Descumprir acordos e um contrato que contou com a participação das mais altas instâncias jurídicas, legislativas e de controle do país, significa descredibilizar também as instituições nacionais”, afirma o executivo. 

Mesmo em meio ao aumento da pressão política, Passos não acredita que os problemas atuais sejam uma espécie de herança maldita, uma vez que, da forma como foi aprovado, o projeto trazia uma segurança sobre a operação futura da companhia — e deve ser replicado em outros modelos de privatização prometidos para os próximos anos, como o da Sabesp. 

  • O mercado está otimista para o segundo semestre – e você pode ser um dos investidores a lucrarem MUITO com a possível alta das ações. DESCUBRA AQUI O PLANO para ter a chance de ganhar até R$ 500 mil em 36 meses investindo nos papéis certos agora. 

Não é só o “efeito Lula”

As questões políticas ganham as manchetes com frequência, mas não são os únicos elementos por trás da pressão sentida pelos papéis: o balanço da companhia vem sendo pressionado por alguns custos extraordinários de operações obrigatórias para o processo de privatização e por ventos desfavoráveis no mercado de energia. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma das grandes esperanças com a saída do controle estatal na companhia era o fim do regime de cotas, que nasceu de uma tentativa do governo Dilma Rousseff de segurar o valor da tarifa de energia. 

A criação da MP 579, em 2013, obrigou a Eletrobras a travar o valor máximo que poderia ser cobrado dos consumidores, o que prejudicou a capacidade financeira da companhia, iniciando um intenso processo de queima de caixa. 

Na maior parte dos cálculos pré-privatização, o fim do regime de cotas sempre era citado como a principal fonte de esperança para a melhora do caixa da empresa, mas não é bem isso que tem acontecido. 

O problema não está na descotização, mas sim em uma espécie de “falta de sorte da empresa”. Se por anos as seguidas crises hídricas levaram a Eletrobras a vender sua energia por um preço menor do que o praticado no mercado, hoje o jogo virou e a alta disponibilidade hídrica reduziu o valor das tarifas — não dando margem para a tão esperada injeção no caixa. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A herança da privatização

A volta de Wilson Ferreira Junior para o controle da companhia também veio carregada de altas expectativas para o processo de reestruturação da Eletrobras. No passado, Ferreira Junior foi responsável por colocar a empresa de volta nos trilhos e abrir o caminho para a privatização.

As mudanças, no entanto, não aconteceram da água para o vinho. As obrigações acessórias do projeto de privatização pesam sobre os balanços recentes da companhia. 

Para Felipe Moura, da Finacap, é preciso ter calma para ver o retorno dos papéis, uma vez que o período de um ano é muito curto para uma transformação completa de uma companhia do tamanho da Eletrobras. "As perspectivas para a empresa são excelentes. Acreditamos que ela está sendo negociada abaixo do seu valor justo, mas você tem que ter um horizonte de longuíssimo prazo”. 

Atualmente, a companhia busca enxugar o seu quadro de funcionários, realizar reorganizações societárias com subsidiárias e encontrar uma resolução para os empréstimos compulsórios feitos na década de 1960 e que, hoje, se transformaram em pedidos bilionários de ressarcimento por parte dos consumidores industriais. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Embora os números pressionem a Eletrobras, os analistas apontam que se trata de uma dor necessária. Ou seja: os altos custos de hoje serão a economia do amanhã. 

Olhando para os preços atuais dos papéis, Ruy Hungria, da Empiricus, acredita que o mercado precificou uma mudança drástica na companhia e agora se decepciona com os poucos avanços conquistados. 

“Talvez o mercado não estivesse tão ciente da complexidade que é você pegar uma estatal que tem uma série de problemas e tentar resolvê-los. Eles estão sim sendo resolvidos, mas em uma velocidade menor do que o mercado esperava”, explica. 

Para Hungria, no médio e longo prazo, a companhia tem grandes chances de se tornar uma boa pagadora de dividendos — seguindo os passos das demais empresas do setor. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o consenso de mercado calculado pela Bloomberg, o rendimento dos dividendos com relação ao preço das ações (dividend yield) deve ser de 3,8% em 2023, 6% em 2024 e 10% em 2025. "Mostra o potencial de geração de fluxo de caixa para o acionista à medida que essas melhorias operacionais vão acontecer nos próximos anos. Não vai ser da noite para o dia, mas elas existem”, aponta o analista da Empiricus. 

O Santander é outro que acredita no potencial da companhia em pagar bons proventos. Os papéis de ELET6 fazem parte da carteira de dividendos do banco e são uma das ações preferidas dentre as elétricas listadas na bolsa. Os analistas do banco também estão no grupo daqueles que acreditam que as mudanças não serão imediatas e o potencial está no médio e longo prazo.

Em um relatório recente, eles afirmaram que a Eletrobras se tornará a empresa com geração de fluxo de caixa mais atraente no setor de energia elétrica, com um rendimento médio de FCFE (free cash flow to equity) de 13,2% entre 2023-25, superior ao rendimento médio de 8,4% para o restante do setor.

Vale a pena comprar Eletrobras?

Não dá para negar que o mercado está decepcionado com o ritmo de evolução do processo de reestruturação e incomodado com os ruídos políticos que, vira e mexe, atingem a companhia — ainda que uma reversão do processo de privatização seja lido como praticamente improvável. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nem todo mundo está disposto a enfrentar as incertezas, principalmente após o desempenho negativo no primeiro ano como empresa privatizada, mas a maior parte dos analistas ainda vê as ações da elétrica como uma boa oportunidade dentro de uma estratégia de longo e médio prazo. 

De olho nos dividendos, a Empiricus Research tem uma indicação de compra para os papéis. Embora não tenha uma estimativa oficial, o analista Ruy Hungria aponta que um preço de tela na faixa dos R$ 60 “não seria nenhum absurdo”. 

Já o Santander aponta um preço-alvo de R$ 59,49 ao fim de 2023 para a Eletrobras, colocando a empresa como uma das top picks do setor elétrico. O valor se justifica pelo otimismo dos analistas com a redução de custos em mais de 50% em suas subsidiárias e a estrutura de holding mais simplificada, ainda que os preços de energia sigam em patamares mais conservadores. 

De acordo com a plataforma Trademap, todas as recomendações coletadas para ELET3 (8) e ELET6 (4) são de compra, com um preço-alvo que varia de um potencial de alta de 25% a quase 100% — indo de R$ 45 a R$ 71. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DANOS AMBIENTAIS

MPF pede bloqueio de R$ 1 bi da Vale (VALE3) após vazamento de mina em MG e poluição de rio

2 de fevereiro de 2026 - 10:11

Além da água, os rejeitos da operação de mineração de minério de ferro da Vale em Fábrica atingiram o rio Maranhão.

APÓS ENVOLVIMENTO COM MASTER

Patrocinador do Palmeiras, Fictor pede recuperação judicial com dívidas de R$ 4 bilhões

2 de fevereiro de 2026 - 8:31

O comunicado da instituição não informou se o Palmeiras será afetado pelo processo de recuperação judicial

ESTABILIDADE NO SETOR

Shoppings mantêm vendas em alta, mas ritmo desacelera no fim de 2025; veja os resultados esperados por empresa

31 de janeiro de 2026 - 13:37

Prévia de resultados do BTG Pactual mostram que o setor deve repetir tendências já observadas no trimestre anterior

REMUNERAÇÃO

Caixa Seguridade (CXSE3) aprova R$ 990 milhões em dividendos; veja quem tem direito e as datas

31 de janeiro de 2026 - 11:40

O valor corresponde a R$ 0,33 por ação, reforçando a estratégia da companhia de manter uma política robusta de remuneração aos acionistas

INVESTIGAÇÃO CONTINUA

Caso da Americanas (AMER3) ganha novo capítulo: CVM abre dois inquéritos sobre fraude

31 de janeiro de 2026 - 10:32

As apurações estão relacionadas às chamadas “inconsistências contábeis” divulgadas pela companhia em fato relevante em janeiro de 2023

PLANO DE RECUPERAÇÃO

Azul (AZUL53) capta US$ 1,375 bilhão para reorganizar dívidas e sair do Chapter 11

31 de janeiro de 2026 - 8:42

Os recursos serão usados para quitar o financiamento DIP e para sustentar a execução do plano de reestruturação aprovado nos Estados Unidos

DINHEIRO A MAIS NO BOLSO

Isenção de IR leva bilhões ao varejo: Assaí (ASAI3) pode ganhar até R$ 652 milhões, RD Saúde (RADL3) vem logo atrás, diz Santander

30 de janeiro de 2026 - 15:24

Veja quais são as varejistas brasileiras em que os brasileiros mais devem gastar a renda extra vinda da ampliação da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil

ALERTA DE PERIGO

Refit, antiga Refinaria de Manguinhos, é interditada pela ANP após vistoria detectar risco grave de incêndio

30 de janeiro de 2026 - 13:35

Companhia já vinha operando sob restrições desde outubro; no ano passado, a Refit foi alvo de operações da Polícia Federal, acusada de fazer parte de um grande esquema de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro

MAIS UM RECORDE

Investimento global em transição energética fica acima de combustíveis fósseis pelo segundo ano consecutivo

30 de janeiro de 2026 - 12:19

A diferença entre os investimentos chegou a US$ 102 bilhões em 2025, acima do gap de US$ 85 bilhões registrado no ano anterior

NOVO IMPASSE

Oncoclínicas (ONCO3) e BRB travam queda de braço na Justiça por ações após crise do Banco Master

30 de janeiro de 2026 - 11:41

Após liquidação do Banco Master, rede de oncologia tenta impedir mudanças em fundos que concentram seus papéis; entenda

DECOLANDO DA BOLSA

Adeus, B3: CVM aprova OPA da Gol (GOLL54), que fechará capital; veja valor proposto

30 de janeiro de 2026 - 10:06

Por outro lado, a Abra, controladora da Gol e da colombiana Avianca, tem planos de abrir o capital nos Estados Unidos

NA MIRA DOS GIGANTES

CBA (CBAV3) muda de controle, terá OPA e pode deixar a bolsa após venda bilionária para gigantes do alumínio

30 de janeiro de 2026 - 9:39

Chalco e Rio Tinto fecham acordo de R$ 4,7 bilhões com o grupo Votorantim e avaliam fechar o capital da companhia de alumínio

JANELA ESCANDARADA PARA O BRASIL

O próximo brasileiro em Wall Street: Agibank protocola IPO e pode captar perto de US$ 1 bilhão em Nova York; confira os detalhes da operação

29 de janeiro de 2026 - 19:39

O anúncio do Agibank acontece no mesmo dia que o PicPay estreou na Nasdaq com uma demanda 12 vezes maior que a oferta, captando R$ 6 bilhões

DEPOIS DO RALI

Nubank ganha espaço, Banco do Brasil perde fôlego: onde o Itaú BBA está apostando agora

29 de janeiro de 2026 - 19:32

Para os analistas, o valuation subiu, mas nem todos os bancos entregam rentabilidade para sustentar a alta

AMBIÇÃO GLOBAL

Além da América Latina: Nubank (ROXO34) cruza a fronteira e avança para lançar banco nacional nos EUA

29 de janeiro de 2026 - 17:01

Operação será liderada por Cristina Junqueira e terá Roberto Campos Neto como chairman

TANQUE CHEIO

Petrobras (PETR4) a todo vapor: ações sobem pela 10ª vez consecutiva e estatal supera R$ 500 bilhões em valor de mercado

29 de janeiro de 2026 - 16:13

A companhia mantém sequência histórica de ganhos e volta ao patamar de abril de 2025; ações figuram entre os destaques do Ibovespa nesta quinta-feira

LUZ NO FIM DO TÚNEL

Azul (AZUL53) assegura US$ 1,2 bilhão com apoio de credores e traça rota para sair do Chapter 11

29 de janeiro de 2026 - 14:47

A previsão é de que a companhia aérea cumpra com o cronograma que prevê a saída da recuperação judicial até o fim de fevereiro

PLANOS DA META

WhatsApp e Instagram pagos? Meta quer começar a cobrar por certas funções

29 de janeiro de 2026 - 14:33

A Meta começa a testar assinaturas nos seus principais aplicativos, mantendo o básico grátis, mas cobrando por controle e IA

AO LIMITE E ALÉM

Empreendedor deixa para trás um histórico de 65 cartões estourados e gera bilhões para sua família

29 de janeiro de 2026 - 13:00

Sem caixa nos anos 1990, Ravinder Sajwan bancou startups no crédito. Décadas depois, está por trás da UltraGreen, empresa de tecnologia médica que levantou US$ 400 milhões no maior IPO primário de Singapura fora do setor imobiliário em oito anos

SETOR FINANCEIRO

CEO da Revolut detalha a estratégia para enfrentar Nubank e bancos na disputa por clientes no Brasil

29 de janeiro de 2026 - 12:15

Em evento, o CEO Glauber Mota afirmou que o país exige outro jogo e força adaptação do modelo global

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar