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No primeiro trimestre de 2023, os Estados Unidos destinaram entre 3 a 4 gigawatts (GW) para a mineração de bitcoin. Já o segundo lugar, a Rússia, utilizou 1 GW para o mesmo fim
A Guerra Fria acabou oficialmente em 1991, com a queda da União Soviética. Mas Estados Unidos e Rússia não tiveram o melhor relacionamento do mundo desde então — a guerra da Ucrânia expôs divergências ainda maiores entre os países. A queda de braço se estendeu agora para o mercado de mineração de bitcoin (BTC).
Um novo estudo da BitRiver, empresa russa de mineração de criptomoedas, coloca o país como o segundo maior minerador de BTC, perdendo apenas para os Estados Unidos.
A mineração é um processo pelo qual são inseridos novos blocos na rede (blockchain) da criptomoeda.
Em termos mais simples, o validador da rede precisa resolver um problema com o potencial do seu computador para ganhar uma recompensa. Leia mais sobre mineração de criptomoedas aqui.
No primeiro trimestre de 2023, os Estados Unidos destinaram entre 3 a 4 gigawatts (GW) para a mineração de bitcoin. Já o segundo lugar, a Rússia, utilizou 1 GW para o mesmo fim. Outros países e regiões incluem o Golfo Pérsico, com 700 megawatts (MW), Canadá (400 MW) e Malásia (300 MW), disse o relatório.
Por si só, a mineração de bitcoin não é lá grande coisa. Entretanto, o maior número de mineradores e pessoas interessadas em criptomoedas tende a gerar desenvolvimento de tecnologia.
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A Rússia é reconhecidamente um polo de desenvolvimento de tecnologia digital — mesmo durante a União Soviética e até os dias de hoje, o país é famoso por revelar especialistas no campo da informática.
Além disso, a corrida por novas tecnologias impulsionou os dois países para o espaço e, após o banimento dos mineradores da China, tanto EUA quanto Rússia viraram a nova casa desses validadores.
O próprio país liderado por Vladimir Putin também chegou a tentar regular atividades relacionadas à mineração de bitcoin e vem buscando alternativas dentro do mundo das criptomoedas às sanções impostas pelo Ocidente — inclusive rumores de desenvolver uma moeda digital (ou CDBC) própria, assim como o real digital, para transações internacionais.
O dado sobre a mineração de bitcoin pode não ser muito preciso. Em primeiro lugar, por se tratar de um sistema descentralizado e com identificação limitada dos participantes (com endereços digitais “pseudo anônimos”), não é possível aferir o número exato de validadores.
Além disso, a mineração é proibida em muitos países e quem quiser validar a rede precisa de um acesso via VPN (rede privada de internet), o que dificulta rastrear de que local essas moedas estão sendo emitidas.
Enquanto a Rússia segue a todo vapor para tentar incorporar as criptomoedas à sua dinâmica econômica, os EUA continuam perdidos, principalmente na questão da regulação.
Gery Gensler, presidente da SEC, a CVM americana, voltou a afirmar que o órgão terá uma posição mais dura contra “valores mobiliários disfarçados de ativos digitais”.
Membros e representantes do setor já se incomodaram mais de uma vez com as falas do chefe da comissão que regula o mercado de capitais nos EUA.Só recentemente a Europa aprovou uma lei que regula o setor e pode servir de base para outras legislações, mas não há indícios de que isso deve acontecer tão cedo.
A cada queda mais intensa do preço do Bitcoin (BTC), surgem novos “profetas” anunciando o fim da criptomoeda. Desta vez, foi Michael Burry quem falou em uma possível “espiral da morte”.
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