🔴 É HOJE: VEJA COMO BUSCAR GANHOS NA BOLSA EM POUCOS DIAS OU HORAS – CONFIRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

O Leão vem aí

Imposto de renda sobre dividendos é só questão de tempo? Saiba o que Lula, Bolsonaro, Ciro e Tebet pensam sobre a taxação

Todos os principais candidatos à presidência já se colocaram a favor da tributação dos dividendos. Ou seja, prepare-se.

Leão do Imposto de Renda
Tributação de dividendos já está prevista na reforma tributária que está parada no Senado. Imagem: Giphy

A cobrança de imposto de renda sobre dividendos foi aprovada na Câmara no ano passado, dentro da reforma tributária, mas está paralisada no Senado, onde a matéria ainda não foi votada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A previsão é de que a reforma do imposto de renda - e a taxação de lucros e dividendos - seja apreciada na Casa em 2023. E, no que depender de quem estiver na presidência da República, a tributação deve passar.

A taxação de dividendos, hoje isentos de IR, é defendida pelos quatro candidatos mais bem colocados nas pesquisas na corrida eleitoral pelo cargo Executivo mais alto do país.

Tanto o atual presidente Jair Bolsonaro, que defendeu a cobrança ao longo de seu governo, quanto Lula, Ciro Gomes e Simone Tebet se dizem a favor da tributação da distribuição de lucros pelas empresas a seus investidores, inclusive para as pessoas físicas.

Nesta terça-feira (20), iniciamos, aqui no Seu Dinheiro, uma série de reportagens sobre as propostas e ideias dos principais candidatos à presidência da República que podem afetar mais diretamente os investidores pessoas físicas brasileiros - isto é, aquelas pessoas que são bancarizadas, conseguem obter empréstimos e financiamentos quando necessário e normalmente têm espaço no orçamento para poupar e investir.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O primeiro tema da nossa série é justamente a taxação de lucros e dividendos e como, pelo visto, a instituição dessa tributação é apenas uma questão de tempo.

Leia Também

REAÇÃO INTERNACIONAL

Reeleição de Lula repercute no exterior; confira o que os líderes mundiais disseram sobre a vitória do petista

ELEIÇÕES 2026

“O Brasil não é quintal de ninguém”: Lula vence eleições de 2026, mas encara desafio com Congresso que não escolheu

[captacao]

O que pensam Lula, Bolsonaro, Ciro e Tebet em relação à cobrança de imposto de renda sobre lucros e dividendos

Embora todos os quatro candidatos já tenham publicamente se colocado a favor da taxação dos dividendos, Ciro Gomes foi o único que pôs a medida entre as suas propostas de governo. Todos os demais apenas se manifestaram sobre o tema pessoalmente ou por meio de seus assessores econômicos.

1. Jair Bolsonaro (PL)

Foi no governo de Jair Bolsonaro que começou a ser votada no Congresso uma reforma tributária que inclui a taxação de lucros e dividendos em 15%, em paralelo ao fim dos juros sobre capital próprio (JCP), que atualmente contribuem para as empresas pagarem menos imposto na pessoa jurídica, e a uma redução do IRPJ e da CSLL pagos pelas empresas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas, recentemente, o presidente da República e seu ministro da Economia, Paulo Guedes, voltaram a tocar no assunto da tributação dos dividendos em ocasiões diferentes. Mas, agora com uma roupagem atualizada: a alíquota de 15% serviria para bancar o Auxílio Brasil de R$ 600 e o reajuste da tabela de imposto de renda, duas promessas da campanha bolsonarista.

Além disso, Bolsonaro disse que a tributação recairia apenas sobre quem ganha mais de R$ 400 mil por mês, o que excluiria a maioria dos investidores pessoas físicas - mas não é isso que está na proposta de reforma parada no Senado, como veremos adiante.

2. Lula (PT)

Em entrevista à Rádio Super, de Minas Gerais, em meados de agosto, o ex-presidente Lula defendeu a proposta de tributar lucros e dividendos.

“É inacreditável uma pessoa que trabalha para pagar 27,5% no imposto de renda, e você tem escritórios que pagam 14%, 13%, 12%. Vamos fazer uma discussão muito séria”, disse. Na mesma ocasião, o petista defendeu isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil por mês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No início de setembro, durante um encontro com representantes da Frente Nacional de Defesa da Sistema Único de Assistência Social (SUAS), Lula tocou no assunto da taxação de dividendos ao pedir ajuda para eleger seus apoiadores para o Congresso:

"Vamos ter que eleger bastante (sic) deputados e senadores, porque nós precisamos fazer uma nova política tributária nesse país. A gente tem que desonerar o salário para onerar as pessoas mais ricas desse país. Lucros e dividendos têm que pagar imposto de renda", afirmou.

3. Ciro Gomes (PDT)

Ciro é o único candidato que fala diretamente sobre a cobrança de imposto de renda sobre lucros e dividendos no documento que reúne as suas propostas de governo.

No capítulo “Crescer e gerar mais empregos”, o programa defende uma “ampla reforma tributária e fiscal” a fim de financiar políticas públicas, mantendo o “equilíbrio fiscal e a sustentabilidade das contas públicas”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tal reforma seria baseada em alguns pontos, entre eles a “recriação do imposto sobre lucros e dividendos distribuídos”, o que, segundo o programa, geraria para o governo uma receita de cerca de R$ 70 bilhões.

4. Simone Tebet (MDB)

Já Simone Tebet defendeu a taxação de lucros e dividendos em sua sabatina no Jornal Nacional, ao falar de reforma tributária. Para ela, seria uma “lei Robin Hood”, pois permitiria reduzir o imposto de renda para quem ganha menos.

"Nós temos que garantir mais espaço para a classe média. Ou seja: nós temos que fazer com que a classe média possa não pagar o imposto de renda. Pra isso, só tem um caminho, tirar dos mais pobres e pedir para os mais ricos. Eu sou a favor da taxação dos lucros e dividendos", disse a senadora na ocasião.

"E a gente mexe na tabela de imposto de renda à medida que cobra essa taxa de lucros e dividendos dos ricos. É a lei Robin Hood, mas nós não vamos roubar de ninguém. Nós vamos pedir a eles que contribuam minimamente para um país, que é um país mais rico do mundo com o povo mais pobre”, completou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A cobrança de imposto de renda sobre dividendos também já foi defendida recentemente por Elena Landau, assessora econômica de Tebet.

O que a reforma do imposto de renda parada no Senado defende a respeito da tributação dos dividendos

Seja com uma nova reforma tributária, seja com o andamento daquela que já está aguardando votação no Senado, tudo indica que a cobrança de imposto de renda sobre dividendos deve entrar em vigor no próximo governo.

Caso seja aprovada a medida que já vem tramitando no Congresso, a proposta prevê o seguinte:

  • Tributação dos dividendos à alíquota de 15%;
  • Fim dos juros sobre capital próprio (JCP), que fazem as empresas pagarem menos imposto de renda pessoa jurídica (IRPJ); e
  • Redução da alíquota do IRPJ em 7 pontos percentuais, de 25% para 18%, e da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) em 1 ponto percentual, de 8% para 7%.

Não há, por ora, qualquer limite de isenção para a taxação dos dividendos. A princípio, a tributação atingiria qualquer investidor, mesmo o pequeno.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Do ponto de vista do acionista, ele vai pagar mais imposto no geral, mas a redução do IRPJ e da CSLL diminui um pouco o peso da tributação dos dividendos.

Seja como for, se você é daqueles que gosta de investir em ações de olho nos proventos distribuídos, prepare-se para pagar IR sobre os dividendos recebidos, porque este parece mesmo ser um caminho sem volta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O especialista em opinião pública e fundador da Nox, Eduardo Sincofsky, em live do Market Makers 25 de outubro de 2026 - 22:52
Marcellus Ferreira Pinto, advogado constitucionalista e eleitoral durante live do Market Makers 25 de outubro de 2026 - 20:18
Seis governadores são eleitos no segundo turno 25 de outubro de 2026 - 20:13
Candidatos às eleições presidenciais de 2026, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro 25 de outubro de 2026 - 20:05

RESULTADOS DAS URNAS GRINGAS

Lula ou Flávio? Saiba quem leva a maioria dos votos entre brasileiros no exterior

25 de outubro de 2026 - 20:05
Bandeira do Brasil pendurada em uma parede ao fundo da imagem. Em primeiro plano, a cabine de votação das eleições no Brasil. 25 de outubro de 2026 - 19:34
urna letro 25 de outubro de 2026 - 19:01
Montagem traz uma imagem de gráfico de ações ao fundo e uma urna eletrônica no centro eleições 2026; 1º turno 25 de outubro de 2026 - 18:56
Homem vota na urna eletrônica, na cabine eleitoral | Votação eleições 2022 25 de outubro de 2026 - 18:12
Cristiano Zanin 25 de outubro de 2026 - 16:55
Passageiros aguardam e embarcam em ônibus articulados em um terminal urbano. 25 de outubro de 2026 - 16:48
urnas eletrônicas 25 de outubro de 2026 - 16:37
25 de outubro de 2026 - 11:59
Lula em campanha durante ato em seu favor 25 de outubro de 2026 - 10:00
Lula aparece do lado esquerdo em uma montagem. Do lado direito, Flávio Bolsonaro. 24 de outubro de 2026 - 19:03
Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro eleições 1º turno 24 de outubro de 2026 - 13:30
2º turno; lula e flávio; mercado de opções; rali eleitoral 24 de outubro de 2026 - 10:00
23 de outubro de 2026 - 19:25
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar