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Confira opções de fundos de investimento para investir a primeira parcela da gratificação natalina de trabalhadores menos ou mais inclinados ao risco
O final de novembro vai se aproximando e os brasileiros só pensam em uma coisa: a primeira parcela do 13º salário, que deve cair na conta na próxima semana — a data limite para o depósito é até o dia 30 deste mês. Só os jogos do Brasil na Copa do Mundo e a Black Friday nesta sexta-feira (25) rivalizam com o dinheiro extra.
Mas arrisco dizer que, para muita gente, a gratificação natalina ainda é mais esperada do que o Hexa. Afinal, o recurso suplementar ajuda nas pendências de final de ano, nos presentes de Natal e na organização para os tradicionais boletos que chegam logo após o réveillon.
Para os mais organizados, o depósito do 13º salário também dá a chance de engordar os investimentos feitos ao longo do ano com um aporte mais generoso. Mas quais são os melhores ativos para aplicar a primeira parcela do dinheiro extra?
Conversei com três especialistas — do Itaú Unibanco, Empiricus e Santander — para encontrar a resposta para essa pergunta, mas é importante destacar que ela depende de fatores como o perfil do investidor e o prazo da aplicação.
Nesta matéria, trazemos opções de fundos de investimento para investir o 13º de trabalhadores conservadores, ou seja, menos inclinados ao risco, e também para os arrojados.
Outro elemento importante é o tempo disponível para aplicação. Aqui consideramos que o leitor já tem uma reserva de emergência que cobre de seis meses a um ano de seus gastos essenciais, e investirá com objetivos de médio e longo prazo. Se esse não é o seu caso, recomendamos a leitura desta reportagem do Seu Dinheiro.
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Para Bruno Mérola, analista da Empiricus, uma boa escolha para o destino do 13º salário são os fundos de investimento, por três fatores.
O primeiro é que, para quem não consegue dedicar muito tempo para estudar diversas classes de produtos, esses veículos garantem a diversificação do portfólio com uma gestão qualificada.
Outro ponto positivo é a eficiência tributária: quem compra e vende ativos diretamente no mercado precisa lidar com os impostos de cada operação, enquanto nos fundos a alíquota não recai sobre o rebalanceamento da carteira e é calculada apenas na venda das cotas.
“A terceira vantagem é diversificação para além do que está disponível para uma pessoa física. Juntando os investimentos de todos os cotistas é possível ter acesso a produtos com uma aplicação mínima elevada e instrumentos restritos a grandes investidores”, destaca o analista da Empiricus.
Martin Iglesias, professor e líder em investimentos e alocação de ativos do Itaú Unibanco, concorda que os fundos são uma boa opção para o 13º salário, mas aponta alguns cuidados que os investidores devem tomar na hora de escolher um ativo.
"Quanto mais ativo for o gestor, mais é preciso estar atento à experiência e ao nível de risco. O processo decisório deve ser robusto. Já nos fundos com menos atividade da gestão o custo é bastante importante para não comprometer a rentabilidade com altas taxas administração."
Martin Iglesias, Itaú Unibanco
Além de listar todas aquelas vantagens, Bruno Mérola indica uma classe de fundos que, em sua visão, não é bem aproveitada pelo investidor: a previdência.
“Eu acredito que o 13º salário tem que ir para a previdência todos os anos, por dois motivos. O primeiro é que, independente do perfil, é preciso pensar sempre no longo prazo. O segundo é porque o salário extra ajuda a completar aqueles 12% de limite do PGBL”, argumenta.
Para quem não conhece a sigla, PGBL corresponde ao Plano Gerador de Benefício Livre, um tipo de plano de previdência privada com incentivos tributários.
Vale destacar, contudo, que o PGBL é indicado apenas para quem entrega a declaração completa do imposto de renda, é segurado da Previdência Social e investe pensando no longo prazo — superior a oito anos.
O percentual a que o analista da Empiricus se refere é a possibilidade de deduzir as contribuições feitas ao plano em até 12% da renda bruta tributável anual na declaração do IR.
Os produtos desse tipo também chamam a atenção pela ausência do “come-cotas”, tributação semestral dos fundos de investimento comuns. Em vez de pagar IR de seis em seis meses, o participante de um PGBL só paga imposto na hora de resgatar ou receber uma renda do plano.
Está convencido das vantagens dos fundos previdenciários? Mérola indica que, para começar, a carteira Nova SuperPrevidência, da Empiricus Investimentos, é uma boa opção.
“Acredito que essa deveria ser a previdência principal do investidor, porque ela diversifica muito ao comprar um pouco de cada classe de ativos. Dentro do portfólio temos inflação, crédito, ações, criptomoedas, dólar e ouro.”
Se a super diversificação, porém, é demais para o seu coração avesso aos riscos, o analista tem uma alternativa: o SP Conservador, que concentra o patrimônio em renda fixa e crédito.
Já para o investidor com mais apetite ao risco, Mérola recomenda o SP Arrojado. A estratégia combina os benefícios previdenciários com o percentual máximo de ações permitido para um fundo com investidores comuns, de 70%.
Mas nem só de previdência vive uma carteira de fundos de investimentos. Por isso, com a ajuda dos outros dois especialistas, também apresentamos outras opções para os menos tolerantes ao risco.
Leonardo Siqueira, superintendente de Investimentos do Santander, destaca os fundos de crédito privado e de infraestrutura. E, assim como ocorre com a previdência, o segundo tipo pode trazer um benefício fiscal: portfólios formados por debêntures incentivadas são isentos de IR.
Mas Siqueira reforça que, como o mercado de debêntures está oscilando atualmente, a rentabilidade dos fundos de infraestrutura também varia e pode ficar levemente abaixo do CDI em alguns momentos.
Martin Iglesias, do Itaú, também indica o crédito privado para os conservadores, além de uma pequena parcela em fundos multimercados e de ativos indexados à inflação.
Na alocação sugerida pelo especialista os juros pós-fixados ocupam 85% da carteira, enquanto os multimercados ficam com 10% e a inflação com apenas 5%. Confira os produtos recomendados por Iglesias:
Os especialistas consultados pelo Seu Dinheiro não se esqueceram dos investidores arrojados e deixaram suas indicações para quem quer investir o 13º salário em produtos com uma parcela maior de risco para obter uma rentabilidade superior.
O especialista do Santander acredita que, para esse público, os fundos multimercados são adequados, especialmente os produtos macro e multigestão.
"O nosso destaque é o fundo Alocação Multimercado Macro, pois acreditamos que, como temos muitos gestores no mercado com o desempenho descorrelacionado — ou seja, tem casa muito bem e casa muito mal —, um produto desse tipo deveria capturar melhor o mercado. E realmente capturou: o fundo tem uma performance de quase 300% do CDI e com uma volatilidade baixa."
Leonardo Siqueira, Santander.
Siqueira diz que outra boa pedida para os arrojados são os fundos de ações, especialmente os nacionais. “O consenso da Bloomberg projeta um upside de cerca de 34% para a bolsa brasileira nos próximos 12 meses, contra 13% para a americana. Ou seja, há mais oportunidades no mercado local.”
As ações da B3 também são parte importante da estratégia traçada pelo Itaú para os investidores mais agressivos. Martin Iglesias recomenda uma alocação de 19% na classe por meio dos fundos Moat Long Bias e Itaú Kinea Gama FICFIA.
Já o percentual dedicado a papéis internacionais é de 11%, com destaque para o fundo Itaú Index MM S&P500 USD e o ETF EMEG11, um fundo de índice. Confira a sugestão completa de alocação do Itaú para o perfil agressivo:
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