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O banco cortou o preço-alvo das ações, de R$ 15,40 para R$ 9,00, o que representa um potencial de valorização de 49% em relação ao fechamento de segunda-feira (04)

“Você apareceu do nada e você mexeu demais comigo…” Embora não tenha sido do nada que a Hapvida (HAPV3) apareceu no mercado, rapidamente a operadora de saúde mexeu com os investidores, tornando-se uma das queridinhas do mercado.
Mas o cenário macroeconômico mais difícil — com direito a aceleração da inflação e taxa de juro elevada — pesa sobre o desempenho das ações HAPV3, que acumulam perda anual de cerca de 60%.
Será que “é cedo ou tarde demais pra dizer adeus, pra dizer jamais” para a Hapvida? Segundo o UBS, não é hora de dar tchau para os papéis HAPV3.
Pelo contrário. O banco manteve a recomendação de compra, mas cortou o preço-alvo de R$ 15,40 para R$ 9,00, o que representa um potencial de valorização de 49% em relação ao fechamento de segunda-feira (04).
Se às vezes você fica assim… pensando… como diz a letra dos Titãs, o UBS te conta o que vê no caminho da Hapvida (HAPV3) para manter a indicação de compra das ações.
Segundo o banco, os aumentos de preços devem atender às preocupações de curto prazo, enquanto as adições brutas indicam que a Hapvida pode superar a média do mercado nas regiões mais relevantes em 400 a 800 pontos-base.
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Além disso, a operadora de saúde está negociando um múltiplo próximo da oferta pública de ações (IPO) de 22x preço/lucro (P/E), o que, na visão do UBS, indica um ponto de entrada atraente para um nome cujo potencial de crescimento permanece, apesar da deterioração da confiança.
Segundo o UBS, neste segundo semestre as integrações relacionadas às fusões e aquisições serão obstáculos ao crescimento orgânico da Hapvida (HAPV3).
Além disso, a empresa enfrenta uma incompatibilidade de entre preço e custo.
Neste sentido, o UBS acredita que a lucratividade pressionada no setor provavelmente exigirá preços recordes, sugerindo um novo ciclo de rebaixamento.
A Hapvida também enfrenta a aversão ao risco e o impacto persistente da covid-19 na desaceleração do crescimento e nos ganhos.
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