O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Estudo da Universidade de Yale revela o estrago que as punições lideradas pelos EUA causaram na economia da Rússia, mas pesquisa do FMI mostra cenário de resiliência — entenda as diferenças
O presidente russo, Vladimir Putin, vem lançando bombas sobre a Ucrânia, mas não escapou de sentir os efeitos das explosões em sua própria economia — as sanções impostas por EUA e aliados provocam um estrago considerável na dinâmica macro da Rússia.
Pelo menos é isso que mostra um estudo da Yale School of Management, uma divisão de uma das universidades mais respeitadas do mundo.
A pesquisa descobriu que, longe da prosperidade anunciada por Putin, as sanções e o êxodo de mais de 1.000 empresas globais por conta da guerra estão tendo um impacto negativo catastrófico sobre a economia russa.
O estudo se baseou em fontes de dados não convencionais, incluindo consumidores de alta frequência, verificações de canais cruzados, parcerias comerciais internacionais da Rússia e mineração de dados, de acordo com os autores, liderados pelo professor Jeffery Sonnenfeld.
Se Putin fechou os olhos para os efeitos das sanções, o estudo mostra que essas medidas — que incluem desde bloqueio de bens de oligarcas até o banimento da importação de petróleo e gás — implodiram a economia russa.
A equipe de Yale diz que as sanções estão deixando terra arrasada para Putin. As importações russas, por exemplo, entraram em colapso e o país luta para garantir insumos, peças e tecnologia cruciais, o que gera uma séria escassez de suprimentos.
Leia Também
O levantamento indica ainda que, enquanto Putin se gaba da autossuficiência do país, a produção doméstica não tem capacidade de substituir negócios, produtos e talentos perdidos.
Ao mesmo tempo, a Rússia está enfrentando os mesmos preços crescentes vistos na maior parte do mundo. O quadro de inflação para setores que dependem de cadeias de suprimentos internacionais é sombrio — de 40% a 60% — e isso está afetando indústrias importantes.
O relatório descreve como alguns fabricantes russos estão recorrendo à canibalização e reciclagem de peças, e cita a secretária de Comércio dos EUA, Gina Raimondo, dizendo que os ucranianos estão encontrando equipamentos militares russos cheios de semicondutores que foram removidos de lava-louças e geladeiras.
Por fim, o estudo de Yale mostra que o recuo de tantos negócios custou à Rússia cerca de 40% do Produto Interno Bruto (PIB), revertendo quase três décadas de investimento estrangeiro.
“As manchetes derrotistas argumentando que a economia da Rússia se recuperou simplesmente não são factuais – os fatos são que, por qualquer métrica e em qualquer nível, a economia russa está cambaleando”, diz um trecho do estudo.
A equipe de Yale tem rastreado as empresas que saíram da Rússia desde o início da guerra – e aquelas que ficaram – e descobriu que as que deixaram o país estão sendo recompensadas pelo mercado de ações, enquanto as que permanecem estão sendo punidas.
No entanto, os pesquisadores alertam que os mercados financeiros domésticos da Rússia têm o pior desempenho em todo o mundo este ano, apesar dos rígidos controles de capital.
Isso porque Putin está sendo impedido pelas sanções de acessar os mercados de capitais globais para revitalizar a economia russa.
O gráfico abaixo mostra o desempenho da bolsa de Moscou neste ano, em rublos:

Dois dias após o relatório de Yale, o Fundo Monetário Internacional divulgou a atualização do World Economic Outlook — o principal relatório do FMI sobre projeções econômicas globais.
No documento, o Fundo concluiu que a Rússia está indo melhor do que o esperado, apesar das sanções, já que se beneficia dos altos preços da energia.
Em entrevista ao Investment Monitor, Jeffrey Sonnenfeld, professor da Yale School of Management, critica o relatório.
“Eles devem ter aceitado ingenuamente a propaganda de Putin apoiando-se em estatísticas inconsistentes e não examinadas”, disse. “Alguém deveria enviar os fatos aos economistas preguiçosos do FMI. Pelo menos colocamos nossos métodos em um documento público de 120 páginas e o publicamos. Onde estão seus métodos?

O Investment Monitor enviou os comentários de Sonnenfeld ao FMI, dando direito de resposta.
Um porta-voz do FMI respondeu com o seguinte: “Queremos enfatizar que há um nível incomumente alto de incerteza. Nossa última avaliação de base da economia russa indica que alguns setores foram mais resilientes do que o inicialmente projetado, mas isso não quer dizer que a Rússia tenha sido totalmente resiliente às sanções”.
O FMI projeta uma contração de 6% para a economia russa neste ano e indica que o impacto das sanções que acompanharam a guerra deve levar a uma maior deterioração da produção econômica.
“Temos uma revisão de -1,2 ponto percentual para [crescimento econômico] no próximo ano. Mais importante, esperamos que até 2027 a economia seja cerca de 15% menos do que o projetado antes da guerra, e a diferença crescerá além de 2027. Essa é uma perda econômica substancial e permanente”, disse o porta-voz do FMI.
*Com informações do Market Watch e do Business Insider
Com preços em queda e custos elevados, produtores enfrentam margens cada vez mais apertadas
O CEO da Tesla e da SpaceX segue como o homem mais rico do planeta, com fortuna estimada em cerca de US$ 775 bilhões e se aproxima de um recorde jamais visto de US$ 800 bilhões
Após o anúncio do presidente norte-americano, as ações relacionadas ao setor de terras raras registram forte alta no início desta terça-feira (3)
Segundo a ata do Copom, em um ambiente de inflação mais baixa, a estratégia passa pela calibração do nível de juros
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores no primeiro sorteio da semana. Mesmo com bola dividida, sortudos estão mais próximos do primeiro milhão. Mega-Sena está acumulada desde a Mega da Virada.
Pagamentos do abono salarial seguem mês de nascimento ou número de inscrição e vão até agosto
Pagamentos começam em 12 de fevereiro e seguem até o fim do mês conforme o final do NIS; benefício mínimo é de R$ 600
Mello chefia a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda; economista tem atuado na defesa de cortes na taxa de juros, atualmente em 15%
O mercado de títulos de catástrofe, conhecido por oferecer retorno atrativos combinado com baixa volatilidade, está aquecido em 2026
Calendário de fevereiro 2026 mostra que o Carnaval não é feriado nacional, mas estados e municípios podem decretar folga para trabalhadores
Benefício assistencial começa hoje, seguindo o calendário do INSS e é pago conforme o número final do BPC
Aposentados e pensionistas já recebem com valores corrigidos pelo novo salário mínimo; depósitos seguem o número final do benefício
Crise com o will bank, apostas de bilionários e análises de mercado estiveram entre os assuntos mais lidos no Seu Dinheiro nos últimos dias
Flamengo, campeão do Brasileirão, e Corinthians, vencedor da Copa do Brasil, se enfrentam neste domingo (1º), no Mané Garrincha, para decidir a Supercopa d Brasil
Mega-Sena não teve ganhador no sorteio de sábado (31), e os resultados das demais loterias da Caixa também já estão disponíveis
Do Pé-de-Meia ao novo Gás do Povo, veja como ficam as datas e regras dos principais benefícios federais em fevereiro de 2026
Viação Garcia passa a operar cabine premium em ônibus de longa distância, com foco em conforto, silêncio e privacidade
Nova globalização será responsável por remodelar estruturalmente as próximas décadas, diz Matheus Spiess, economista pelo Insper, no programa Touros e Ursos
Investidores reagem à indicação de Kevin Warsh para o Fed e a dados de inflação acima do esperado nos EUA
Rede de hotéis de luxo associada à casal de bilionários terá primeira unidade no Brasil, no interior de São Paulo, com inauguração prevista para 2027 ou 2028