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Batizada como Al Rihla, a bola da Copa do Mundo contém dois sensores que emitem 500 sinais de localização por segundo à sala do VAR
A Copa do Mundo do Catar parece ter iniciado uma nova era para o ainda jovem (mas já bastante contestado) VAR, sigla em inglês para o árbitro assistente de vídeo.
Na rodada inaugural, quando a zebra deu as caras pela primeira vez, a Argentina teve três gols anulados - dois deles milimetricamente - antes de a Arábia Saudita virar o placar nos dois únicos lances de ataque que tentou em toda a partida.
No jogo da segunda rodada da primeira fase entre Brasil e Suíça, ninguém estranhou quando Vinícius Júnior ganhou na corrida, dominou a bola e bateu com classe na saída do goleiro adversário.
O jogo era duro e os brasileiros comemoraram com gosto. Reprisada a jogada do gol, porém, ficou a dúvida: a participação de Richarlison foi regular ou não?
Checado o lance, ficou claro que Richarlison voltava de impedimento e o gol foi anulado.
O árbitro de vídeo como o conhecemos até antes da Copa do Mundo de 2022 não chegou nem perto de cair no gosto dos torcedores, principalmente no Brasil.
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Quando a tecnologia acerta, até vai. O problema é quando as mal traçadas linhas e a escolha de frames ou ângulos duvidosos decidem jogos, às vezes campeonatos, servindo de combustível para críticas justificadas ao VAR.
Isso sem contar quando o árbitro de vídeo demora e, ainda assim, erra.
As falhas no uso do VAR nos anos que antecederam a Copa do Mundo do Catar não passaram despercebidas na Fifa.
A entidade máxima do futebol decidiu então investir pesado em uma tecnologia capaz de inibir erros humanos, principalmente em situações de impedimento, com a máxima transparência possível.
O resultado foi o desenvolvimento do chamado sistema semiautomático de impedimento.
A seguir, vamos explicar como ele funciona. E também apresentar a bola altamente tecnológica que viabiliza seu funcionamento.
O sistema semiautomatizado de impedimento utiliza 12 câmeras dedicadas estrategicamente posicionadas no estádio. Falamos das câmeras Hawk-Eye, as mesmas usadas com sucesso há anos nas quadras de tênis. Elas rastreiam a bola e 29 pontos de dados de cada jogador em campo, emitindo todos esses sinais à taxa de 50 vezes por segundo.
Com base nessas informações, o sistema calcula a posição exata dos jogadores e da bola em cada momento do jogo. Quando o sistema detecta um impedimento, um alerta é enviado imediatamente ao árbitro de vídeo.
É nesse ponto em que a inteligência artificial do sistema é submetida ao crivo humano.
Alertado, o árbitro de vídeo revisa manualmente a posição da bola no momento do passe e, se confirmado o impedimento, comunica ao árbitro de campo.
Uma vez tomada a decisão final, uma animação em 3D é exibida tanto nos telões do estádio quanto na geração de imagens para a televisão e a internet.
É claro que os impedimentos não são as únicas decisões que o árbitro de campo e o VAR terão pela frente na Copa do Mundo.
O VAR também fornece suporte ao árbitro de campo nos lances de gol, pênalti, cartão vermelho direto e erro de identificação de atleta.
Mas por que falamos tanto da bola? Porque, sem ela, todo o aparato tecnológico não ajudaria tanto.
Afinal, estabelecer com precisão o momento e a posição em que ela foi chutada é um fator crucial para qualquer decisão de impedimento.
Batizada como Al Rihla, a bola da Copa do Mundo contém dois sensores que funcionam simultaneamente. Desenvolvidos pela Kinexon, eles pesam 14 gramas e estão instalados no interior da bola produzida pela Adidas.
Enquanto um sensor de banda ultralarga informa a posição da bola em tempo real, o outro sensor capta todas as nuances do deslocamento do objetivo no espaço. Juntos, eles emitem espantosos 500 sinais de localização por segundo à sala do VAR.
Se os sensores indicarem impedimento ou avisarem que a bola entrou no gol sem que o árbitro de campo e os auxiliares vissem, o assistente de vídeo será alertado para que os dados sejam revisados.
Tudo isso em poucos segundos.
Em Portugal x Uruguai, por exemplo, o sistema comprovou que Cristiano Ronaldo não tocou na bola no primeiro gol português. O tento foi atribuído ao talentoso Bruno Fernandes.
Dizem os entendidos que não se elogia goleiro nem juiz antes do apito final. Mas até o momento, talvez contrariando as probabilidades, o sistema tem funcionado com perfeição.
*Com informações do Daily Mail e do FiveThirtyEight.com.
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