🔴 [NO AR] ESPECIALIZAÇÃO EM IA: PRIMEIRA AULA GRATUITA LIBERADA – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

REMÉDIO CONTRA A INFLAÇÃO

Diferentes tratamentos para a mesma doença: por que o BoE sobe o juro e o BCE resiste ao aperto monetário

Enquanto Banco da Inglaterra tenta deter a pressão inflacionária, a autoridade monetária da zona do euro prefere esperar pelo melhor momento de agir

Christine Lagarde
A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde. - Imagem: Shutterstock

Quando a pandemia do novo coronavírus se alastrou pelo mundo nos primeiros meses de 2020, a primeira reação dos bancos centrais foi aumentar as medidas de estímulo aos mercados financeiros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nos países desenvolvidos, como as taxas de juro encontravam-se havia anos bem próximas de zero. Isso quando não eram negativas, as medidas de estímulo envolviam compras sistemáticas de ativos pelos bancos centrais.

Depois de um primeiro choque, a liquidez injetada pelas principais autoridades do planeta levou as bolsas de valores a estabelecerem novos recordes.

Em contrapartida, as medidas foram incapazes de evitar uma crise sem precedentes na cadeia de suprimentos e o início de um processo inflacionário em larga escala.

E quando o dragão da inflação ruge, a primeira reação dos banqueiros centrais é ver quais são as alternativas de aperto monetário disponíveis. Primeiro as compras de ativos começaram a sair de cena nos países desenvolvidos. Agora resta apenas a mais conhecida dessas ferramentas: o aumento da taxa básica de juro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não é de hoje que agentes do mercado cobram uma ação mais incisiva dos banqueiros centrais diante da alta da inflação. O consenso é de que, cada um a seu modo, todos ficaram atrás da curva. Alguns mais, outros menos.

Leia Também

A LISTA ESTÁ AUMENTANDO...

Depois do JP Morgan, agora é a vez do Morgan Stanley deixar de recomendar a compra de ações brasileiras

FAVORITOS DO C-LEVEL

O que os executivos ouvem? Market Makers está entre os podcasts preferidos; confira o pódio

BoE deu o 1º passo - e também o 2º

Entre as nações desenvolvidas, o primeiro passo foi dado pelo BoE, como é conhecido o Banco da Inglaterra. Em dezembro do ano passado, o BoE, retirou a taxa básica de juro da mínima histórica de 0,1% ao ano, elevando-a a 0,25%.

E enquanto o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) prepara-se para iniciar um processo de alta de juro - provavelmente a partir de março, o BoE repetiu a dose hoje e elevou sua taxa básica de juro para 0,50% ao ano. Esta foi a primeira vez desde 2004 que a autoridade monetária inglesa subiu o juro em duas reuniões seguidas.

Diante de todo esse contexto, causou surpresa a decisão do Banco Central Europeu (BCE), também divulgada hoje. A autoridade monetária da zona do euro manteve sua taxa de refinanciamento em 0%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

BCE evita 'precipitação'

A inação do BCE surpreende ainda mais se for levado em conta o fato de a inflação de janeiro no bloco ter atingido um recorde histórico: 5,1% em 12 meses.

Enquanto o comitê de política monetária do BoE deixou a porta aberta para novos ajustes para cima no futuro próximo, a presidente do BCE, Christine Lagarde, até fez um discurso mais duro.

Sua admissão de que os riscos inflacionários estão apontando para cima levou o euro a se valorizar ante outras moedas fortes. No fim, entretanto, ela insistiu que o BCE não quer se precipitar e pretende “dar o passo certo na hora certa”.

Na avaliação de Cedric Gemehl, economista da Gavekal Research, qualquer guinada mais hawkish pelo BCE é uma “perspectiva distante”, ainda que a inflação cada vez mais alta e persistente continue pressionando a autoridade monetária europeia a seguir os passos do Fed.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
brasil 26 de agosto de 2026 - 9:00
Fachada da Oncoclínicas (ONCO3). 26 de agosto de 2026 - 8:53
biciletas elétricas bike 25 de agosto de 2026 - 18:00
eclipse lunar lua fenômeno (3) 25 de agosto de 2026 - 17:30
canetas emagrecedoras anvisa (1) ID da foto:2243791302 25 de agosto de 2026 - 16:30
Lotomania fez as vezes da Lotofácil como 'máquina de milionários'. 25 de agosto de 2026 - 14:45
El Niño aquecimento águas oceano 25 de agosto de 2026 - 10:50
Oscar 25 de agosto de 2026 - 10:18
Calendário BPC 2026 25 de agosto de 2026 - 5:08
china adia lançamento água na Lua (1) 24 de agosto de 2026 - 17:07
Casamento ente IA e humanos. 24 de agosto de 2026 - 16:15
simples nacional impostos pequenas empresas 24 de agosto de 2026 - 14:06
Notas de 20 e 50 reais sobre uma mesa preta e uma lâmpada em cima 24 de agosto de 2026 - 12:31
Empresário Vishal Garg 24 de agosto de 2026 - 12:30
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar