O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Enquanto Banco da Inglaterra tenta deter a pressão inflacionária, a autoridade monetária da zona do euro prefere esperar pelo melhor momento de agir
Quando a pandemia do novo coronavírus se alastrou pelo mundo nos primeiros meses de 2020, a primeira reação dos bancos centrais foi aumentar as medidas de estímulo aos mercados financeiros.
Nos países desenvolvidos, como as taxas de juro encontravam-se havia anos bem próximas de zero. Isso quando não eram negativas, as medidas de estímulo envolviam compras sistemáticas de ativos pelos bancos centrais.
Depois de um primeiro choque, a liquidez injetada pelas principais autoridades do planeta levou as bolsas de valores a estabelecerem novos recordes.
Em contrapartida, as medidas foram incapazes de evitar uma crise sem precedentes na cadeia de suprimentos e o início de um processo inflacionário em larga escala.
E quando o dragão da inflação ruge, a primeira reação dos banqueiros centrais é ver quais são as alternativas de aperto monetário disponíveis. Primeiro as compras de ativos começaram a sair de cena nos países desenvolvidos. Agora resta apenas a mais conhecida dessas ferramentas: o aumento da taxa básica de juro.
Não é de hoje que agentes do mercado cobram uma ação mais incisiva dos banqueiros centrais diante da alta da inflação. O consenso é de que, cada um a seu modo, todos ficaram atrás da curva. Alguns mais, outros menos.
Leia Também
Entre as nações desenvolvidas, o primeiro passo foi dado pelo BoE, como é conhecido o Banco da Inglaterra. Em dezembro do ano passado, o BoE, retirou a taxa básica de juro da mínima histórica de 0,1% ao ano, elevando-a a 0,25%.
E enquanto o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) prepara-se para iniciar um processo de alta de juro - provavelmente a partir de março, o BoE repetiu a dose hoje e elevou sua taxa básica de juro para 0,50% ao ano. Esta foi a primeira vez desde 2004 que a autoridade monetária inglesa subiu o juro em duas reuniões seguidas.
Diante de todo esse contexto, causou surpresa a decisão do Banco Central Europeu (BCE), também divulgada hoje. A autoridade monetária da zona do euro manteve sua taxa de refinanciamento em 0%.
A inação do BCE surpreende ainda mais se for levado em conta o fato de a inflação de janeiro no bloco ter atingido um recorde histórico: 5,1% em 12 meses.
Enquanto o comitê de política monetária do BoE deixou a porta aberta para novos ajustes para cima no futuro próximo, a presidente do BCE, Christine Lagarde, até fez um discurso mais duro.
Sua admissão de que os riscos inflacionários estão apontando para cima levou o euro a se valorizar ante outras moedas fortes. No fim, entretanto, ela insistiu que o BCE não quer se precipitar e pretende “dar o passo certo na hora certa”.
Na avaliação de Cedric Gemehl, economista da Gavekal Research, qualquer guinada mais hawkish pelo BCE é uma “perspectiva distante”, ainda que a inflação cada vez mais alta e persistente continue pressionando a autoridade monetária europeia a seguir os passos do Fed.
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na quarta-feira (1). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (2), com a Mega-Sena em recesso, destaque para a Timemania.
Pé-de-Meia funciona como uma poupança educacional, paga até R$ 9.200 por aluno e tem depósitos ao longo do ano
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira, 31 de março. Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. +Milionária pode pagar R$ 33 milhões hoje.
Benefícios começam a ser pagos nesa quarta-feira (1), seguindo o calendário do INSS; valores já estão corrigidos pelo novo salário-mínimo
Pagamentos do Bolsa Família começam em 16 de abril e seguem até o fim do mês, conforme o final do NIS; valor mínimo é de R$ 600
Com seis meses restantes até as eleições presidenciais, chairman do BTG Pactual ainda não enxerga um nome forte para ganhar a disputa da presidência
Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG Pactual, avaliou o cenário da economia brasileira no evento Global Managers Conference 2026
Chairman do BTG Pactual vê fluxo global migrando para emergentes e revela “carta na manga” brasileira; confira
Entre preço de fertilizantes e desabastecimento de materiais, analistas aumentam as projeções de inflação para alimentos
Confira o calendário de feriados de abril para se programar e aproveitar para descansar durante o mês
Lotofácil e Quina foram as únicas loterias a terem ganhadores na segunda-feira (30). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Já os prêmios em jogo em cada uma delas aumentaram.
Bolsa-Família, Gás do Povo e mais programas sociais do governo realizam pagamentos neste mês; confira a agenda
Um bairro da Zona Norte tem o maior número de ruas com imóveis que integram o novo limite do Minha Casa, Minha Vida, mas ainda está fora do radar dos compradores
Fundo vê risco de pressão persistente nos preços e alerta para impacto nas expectativas; mercado brasileiro já revisa IPCA para cima
Em evento, Gabriel Galípolo afirma que novos choques externos não mudaram a trajetória da política monetária; veja o que ele disse
Economistas ajustam expectativas para os próximos anos e reforçam cenário de desinflação mais lenta; veja estimativas no relatório desta semana
Mega-Sena acaba de sair pela terceira vez em março e fica longe do pódio dos maiores prêmios das loterias da Caixa. Dupla de Páscoa lidera pela segunda semana seguida, mas posição tem data de validade.
Sorteio da Dupla de Páscoa de 2026 está marcado para o próximo sábado, dia 4 de abril. A estimativa original de prêmio era de R$ 35 milhões. Agora o valor aumentou.
Na Europa e nos EUA já se fala em aumento dos juros devido aos riscos inflacionários; economistas respondem se Brasil corre esse risco também
Segundo o banco, o aumento do petróleo traz pressão não só para o preço dos combustíveis e deve se espalhar por alimentos e bens industriais