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Após uma alta de mais de 14.000% em 2021, polygon segue como um dos destaques do mercado de criptomoedas com aposta na web 3.0; saiba mais sobre o projeto
No dia em que o bitcoin (BTC) retoma o patamar de US$ 43 mil e empolga o mercado de criptomoedas, algumas altcoins, projetos alternativos ao BTC, voltam a se destacar. Entre elas, uma moeda que estava um pouco fora do radar, mas foi um dos destaques do ano passado: a Polygon (MATIC).
A criptomoeda polygon avançava 15,75% às 16h desta segunda-feira (07), cotada a US$ 1,96 (R$ 10,34). Isso representa uma alta de 20,97% nos últimos sete dias, de acordo com o CoinMarketCap.
Não foi apenas o bom momento do mercado que ajudou a MATIC a disparar hoje. Os desenvolvedores da blockchain da Polygon receberam um investimento de US$ 450 milhões de pesos-pesados do mercado.
A rodada de investimentos foi liderada pela Sequoia Capital India, Softbank e Tiger Global e miram no desenvolvimento da web 3.0, a nova geração da internet.
Dessa forma, a venture capital do Vale do Silício entra de cabeça no desenvolvimento da nova fase da internet. Os detalhes do acordo não foram divulgados.
Essa criptomoeda nasceu na esteira de diversos projetos ethereum killers, as moedas criadas para substituir o ethereum (ETH).
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Antigamente chamada de Matic Network — daí a criptomoeda ter o ticker MATIC — a polygon busca resolver o problema de altas taxas de rede (gas fees, em inglês), além de melhorar a experiência do usuário na negociação de certificados digitais (NFTs) e finanças descentralizadas (DeFis).
Somado a isso, a plataforma da polygon pretende se tornar uma grande conexão entre blockchains (redes), formando um ecossistema de comunicação multi-chain.
Esse é um projeto chamado de resolução de segunda camada (layer 2 ou L2), assim como a Solana (SOL) e o próprio ethereum, que tem potencial de se tornar o “tijolo” da web 3.0.
Para Orlando Telles, sócio-fundador e diretor de research da Mercurius Crypto, ainda existe um investimento futuro que pode ampliar os ganhos da polygon.
Em 2021, a plataforma se comprometeu a destinar US$ 1 bilhão para o investimento em soluções de segunda camada com a tecnologia de ZK Rollups, que permite a escalabilidade (crescimento) da rede de maneira segura.
“Até o momento, parte deste fundo foi destinado à compra de diversos protocolos que já estavam avançados nesse tipo de pesquisa, sendo eles: Polygon Hermez, Polygon Nightfall, Polygon Miden e Polygon Zero (Mir)”
Orlando Telles, sócio-fundador e diretor de research da Mercurius Crypto.
Outro fator que também contribui para o crescimento dessa plataforma é o número de aplicativos descentralizados, os dApps, que vem crescendo vertiginosamente. O número de Apps foi de 3.000 dApps em outubro de 2021 para 7.000 dApps no final de janeiro de 2022, segundo dados da Alchemy.
A aposta de que a polygon pode ser uma das protagonistas da web 3.0 fez com que a criptomoeda fosse um dos destaques do ano passado, com uma alta de impressionantes 14.308,20% no período.
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