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Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quarta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo
A vida no Ibovespa é uma eterna precificação e reprecificação de como o cenário econômico, corporativo e político afeta os ativos de risco. E, no momento, essa última esfera é a maior fonte de ruídos para o mercado acionário.
Ontem à noite os deputados aprovaram em primeiro turno a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição. A votação em segundo turno foi concluída nesta quarta-feira (21) quase no final do pregão. O texto agora deve voltar ao Senado para uma nova análise.
A expectativa do mercado era de que a proposta que viabiliza mais um furo no teto de gastos sofresse novas desidratações. Uma das mudanças no texto encurtou de dois para um ano de validade a ampliação da regra fiscal em R$ 145 bilhões.
O relator da proposta, Elmar Nascimento (União Brasil-BA), também retirou o trecho que excluía da regra fiscal os gastos com empréstimos internacionais.
Por outro lado, os parlamentares rejeitaram um destaque que retiraria da PEC a possibilidade de o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) propor uma nova âncora fiscal para substituir o teto de gastos por lei complementar, sem precisar de uma nova emenda constitucional.
A rejeição da alteração proposta pelo partido Novo aumentou a insegurança fiscal e levou a uma redução no ritmo de queda dos juros futuros.
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O Ibovespa, por sua vez, sofreu com as incertezas ao longo do dia. O principal índice acionário da B3 descolou-se das fortes altas vistas no exterior e operou sob volatilidade, com Magazine Luiza (MGLU3) e outras varejistas liderando as quedas.
Mas, com uma ajuda dos setores bancário e de saúde e de ações ligadas às commodities, o saldo final foi uma alta de 0,53%, aos 107.433 pontos. O grande destaque da sessão foi o IRB (IRBR3), cujos papéis saltaram mais de 24% com a notícia de que as finanças da companhia voltaram a ficar no azul.
O dólar à vista também inverteu o sinal algumas vezes e encerrou o dia próximo da estabilidade. A moeda norte-americana registrou um leve recuo de 0,07%, a R$ 5,2030.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quarta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
NÃO É NOVELA, MAS É CAPÍTULO 11
Mais uma falência no mundo cripto: saiba o tamanho do rombo que a Core Scientific, gigante da mineração de bitcoin, vai deixar. Queda do preço do BTC, altos custos de eletricidade, aumento da concorrência e litígio com a falida Celsius pesaram no desempenho e liquidez da empresa com sede em Austin, no Texas.
DESTAQUES DO DIA
Acabou o gás do Magazine Luiza? Ações da varejista tombam na B3 e Santander rebaixa recomendação para MGLU3. O banco acredita que o momento de voltar a comprar papéis do Magalu e de outros nomes do e-commerce ainda não chegou.
HO HO HO!
Azul (AZUL4) e Gol (GOLL4) ganham presente de Natal de Bolsonaro e ações sobem na B3. Medida Provisória sancionada nesta quarta-feira (21) tem por objetivo reduzir os custos e promover o fomento do setor aéreo, que foi muito prejudicado pela pandemia da covid-19.
SAÚDE
Qualicorp (QUAL3) já foi formalmente notificada pela ANS sobre fusão entre Rede D’Or (RDOR3) e SulAmérica (SULA11). Nesta semana, as ações QUAL3 chegaram a subir quase 20% enquanto o mercado monitorava os desdobramentos do negócio.
EFEITOS DA GUERRA
Rublo atinge menor nível em sete meses ante o dólar e volta a colocar Putin em xeque. A moeda russa caiu 2,5% nesta quarta-feira (21), para 70,60 — o nível mais baixo desde maio, época em que a Rússia começou a sustentar o câmbio contra os ventos contrários das sanções ocidentais.
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