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Hoje, os investidores devem repercutir os resultados da Weg, considerada uma das queridinhas da bolsa, e do Santander Brasil. Lá fora, os índices norte-americanos e europeus de ações reagem aos balanços das big techs
Hoje é dia de decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) sobre o nível da taxa Selic para as próximas semanas. Em tempos normais, a reunião do Copom dominaria a cena e a cautela prevaleceria na bolsa. Não é o caso hoje.
Os analistas de mercado são praticamente unânimes em afirmar que o Copom manterá a taxa básica de juro em 13,75% ao ano. E esse nível deve persistir pelo menos até o meio do ano que vem.
Isso abre espaço para que os investidores se esqueçam um pouco da Selic e se lembrem que estamos a apenas quatro dias do segundo turno das eleições presidenciais e com a temporada de balanços começando a ganhar fôlego.
Hoje, os investidores devem repercutir os resultados da Weg, considerada uma das queridinhas da bolsa, e do Santander Brasil. Confira nas notinhas como elas se saíram no terceiro trimestre.
Lá fora, os índices norte-americanos e europeus de ações reagem aos balanços de empresas listadas em seus sistemas.
Em Wall Street, as big techs pressionam os índices futuros e sinalizam abertura em queda.
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A Alphabet, dona do Google, recuava 6% no pré-mercado diante da queda de receita com anúncios no YouTube. Já ação da Microsoft caía 3% diante de uma receita menor que a esperada com seu serviço de computação em nuvem. Com isso, a Amazon e a Meta, dona do Facebook, iam a reboque. A Meta, aliás, divulga seu balanço trimestral hoje, depois do fechamento.
Em relação ao cenário eleitoral, o segundo turno se aproxima com Luiz Inácio Lula da Silva (PT) um pouco à frente de Jair Bolsonaro (PL) nas pesquisas de intenção de voto.
Nas últimas semanas, ora os investidores em bolsa optam por ações de empresas consideradas mais promissoras sob Bolsonaro, ora posicionam-se em papéis que teriam um melhor desempenho sob Lula.
Entretanto, a Ana Carolina Neira identificou diversas ações que representam oportunidades de ganhos tanto em caso de vitória de Lula quanto se Bolsonaro conseguir se reeleger.
Esse é o tema da reportagem especial de hoje do Seu Dinheiro. Vale muito a leitura!
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
ELEIÇÕES 2022
Pesquisa Genial/Quaest mantém vantagem de Lula sobre Bolsonaro. Segundo o levantamento, enquanto o petista teria 53% dos votos válidos se a eleição acontecesse hoje, o atual presidente aparece com 47% das intenções.
TEMPORADA DE BALANÇOS
Weg (WEGE3) reporta lucro líquido de R$ 1,1 bilhão no terceiro trimestre, alta de 42,5%. O aumento de receitas e as melhores margens são os destaques, uma vez que foram um ponto de atenção para os investidores no período anterior.
RESULTADO DO BANCÃO
Santander (SANB11) tem piora da inadimplência e lucro cai no terceiro trimestre. O lucro líquido societário somou R$ 3,04 bilhões, equivalente a um tombo de 23,6% em relação ao segundo trimestre e um recuo de 2,1% na comparação anual.
POLÊMICA
XP requenta briga com bancos após fim da sociedade com o Itaú e revolta a Febraban. A campanha publicitária #EuNãoBanco questiona as práticas e as tarifas das instituições financeiras tradicionais ao mesmo tempo em que oferece as soluções da XP.
DE BOCA FECHADA
Mordida do Leão? Na boca da eleição, Guedes nega o fim da dedução de despesas com saúde e educação do IR. A cinco dias do segundo turno da corrida eleitoral, ministro da Economia também disse que não mudará as regras para corrigir o salário mínimo.
PÕE NO GELO
Cardápio com opções: Cade proíbe acordo de exclusividade da Ambev em bares de SP, Rio e outras cidades. O impedimento valerá até o julgamento de um processo que investiga possível abuso das cervejeiras na assinatura desses contratos, sem prazo para acontecer.
Uma boa quarta-feira para você!
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Por isso, deveríamos estar preparados para um corte da Selic nesta SuperQuarta — o que, obviamente, é muito diferente de contar com isso
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A primeira Super Quarta do ano promete testar o fôlego da bolsa brasileira, que vem quebrando recordes de alta. Alianças comerciais e tarifas dos EUA também mexem com os mercados hoje
A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.
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