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2021-05-25T16:21:48-03:00
Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril.
Sem colher de chá

Milionários perderão isenção da taxa de custódia de 0,25% no Tesouro Direto

Quem tem mais de R$ 5 milhões em títulos públicos comprados no Tesouro Direto é hoje isento da taxa de custódia da B3; mas essa tranquilidade está prestes a acabar…

25 de maio de 2021
16:21
Economia teto de gastos
Imagem: Shutterstock

Eu sei o que você está pensando. A menos que você tenha alguns milhões de reais em títulos públicos, você nem sabia que milionários ficavam isentos de taxa de custódia no Tesouro Direto, aquele valor de 0,25% ao ano cobrado pela B3 sobre o montante investido.

Mas sim, a verdade é que aplicações em valor superior a R$ 5 milhões em títulos públicos comprados via Tesouro Direto são isentas desta cobrança. Mas não por muito tempo. A partir de 1º de junho, terça-feira que vem, essas quantias também passarão a ser taxadas pela operadora da bolsa de valores, que faz a custódia dos títulos comprados no Tesouro Direto.

A B3 divulgou na semana passada um ofício circular para lembrar ao mercado sobre a implementação da cobrança a partir do próximo mês. Segundo o documento, a iniciativa já havia sido divulgada em ofício publicado em 30 de julho de 2020.

Assim, apenas os valores de até R$ 10 mil por CPF, aplicados no título Tesouro Selic via Tesouro Direto, permanecerão isentos de taxa de custódia. Hoje, só são taxadas as aplicações em títulos prefixados ou atrelados à inflação, bem como os valores superiores a R$ 10 mil em Tesouro Selic.

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