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Interresse da comunidade cripto por essa criptomoeda, cujo sistema já chegou a travar mais de US$ 1 trilhão, a coloca num patamar elevado dentro do mercado – conheça
‘Só não ficará milionário na próxima década quem não quiser’: essa foi a fala do americano Erik Finman, que comprou bitcoin 10 anos atrás e hoje está rico. Embora nada seja garantido, ele pode estar certo diante da revolução que algumas criptomoedas estão trazendo em termos de tecnologia e relevância para a humanidade.
Como falamos nas mensagens que nossa comunidade de investimentos enviou para você no e-mail, uma dessas criptos é a Helium (leia de novo sobre ela aqui) e a outra é a Polkadot.
A Polkadot vem se destacando cada vez mais por unir as blockchains num único lugar, fazendo projetos crescerem (escalabilidade) com segurança e eficiência (taxas mais baixas). Tudo isso acontece por meio das “parachains”. Elas nada mais são que blockchains que andam em paralelo aos demais sistemas e que são conectadas à Polkadot, validando transações.
A explicação é simples: diversos projetos competem para integrar o sistema da Polkadot e crescerem bebendo da interoperabilidade.
Assim, acontecem leilões entre desenvolvedores de projetos por um espaço dentro do ecossistema da Polkadot. Esses grupos têm a oportunidade de realizar captação de recursos por meio dos chamados “crowdloans” dessa criptomoeda, usando o token nativo da rede (DOT). E daí vem o gatilho de alta do ativo:
Esse processo, responsável por povoar as tais parachains, faz com que os projetos travem grande quantidade de DOT. Isso porque é determinado que o valor fique travado para negociação por 96 semanas. Esse modelo, que mistura um leilão com crowdfunding (captação de recursos) já chegou a travar mais de US$ 1 trilhão.
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“A Polkadot foi a rede que mais atraiu desenvolvedores para o seu ecossistema no último ano – atrás somente da rede Ethereum, que já possui anos de vantagem sobre os demais protocolos”, explica o especialista em criptoativos André Franco, consultor do Crypto Legacy.
“Essa atração para o ecossistema é uma das métricas mais importantes que podemos observar, pois, sem capital intelectual interessado em desenvolver a rede, cedo ou tarde, o protocolo morre”, completa.
Um outro ponto de destaque, que, na visão de Bazan, faz a Polkadot ser muito promissora para você investir agora é que é um protocolo que não precisa de forks, que são atualizações ou até a criação de uma nova criptomoeda devido a discordâncias de membros da rede. Esse foi o caso, por exemplo, do Bitcoin, que já passou por forks que geraram o Bitcoin Gold e o Bitcoin Cash.
Caso aconteça algum bug no sistema ou seja discutida a implantação de novos recursos, o sistema de blockchains correndo em paralelo (parachains) permite que as mudanças sejam facilmente aplicadas, com a possibilidade de elas se conectarem com a cadeia de retransmissão da Polkadot, responsável pela segurança da rede e acordo de transições.
Isso é positivo para economia de tempo, mais união da comunidade Polkadot e maior eficiência energética (visto que não vai precisar de inúmeros processadores estruturando forks).
“O sistema de governança da rede Polkadot é bastante eficiente e transparente. Todo e qualquer proprietário de DOT pode propor alterações através de referendos na rede, não precisando fazer parte do conselho”, afirma Franco.
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