Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Votação interrompida

Toffoli pede destaque e ação sobre autonomia do BC é novamente interrompida

Não há prazo para a ação voltar a ser discutida, pois agora depende do presidente do STF, Luiz Fux, definir uma data para o encontro presencial dos ministros

Sede do Supremo Tribunal Federal (STF)
Sede do Supremo Tribunal Federal (STF) - Imagem: Shutterstock

No início desta sexta-feira, 25, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) retomaram o julgamento em plenário virtual - plataforma onde os votos são depositados a distância durante uma semana - sobre a autonomia do Banco Central (BC). O ministro Luis Roberto Barroso divergiu do relator da ação, Ricardo Lewandowski, e votou a favor do reconhecimento da autonomia da autoridade monetária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A votação, porém, foi novamente interrompida por um pedido de destaque apresentado pelo ministro Dias Toffoli, em movimentação que suspende o julgamento para que seja retomado no plenário físico da Corte. Não há prazo para a ação voltar a ser discutida, pois agora depende do presidente do STF, Luiz Fux, definir uma data para o encontro presencial dos ministros.

O ministro Barroso devolveu na segunda-feira, 21, o pedido de vista responsável pela primeira suspensão do julgamento sobre a constitucionalidade da lei que torno o BC autônomo.

A contestação sobre a legitimidade da autonomia do BC foi apresentada por dois partidos de oposição - PT e PSOL - na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 6696. As legendas pedem a reversão da legislação por compreenderem "vício de iniciativa" do Congresso na formulação da lei - quando um projeto é criado fora da competência do Poder responsável.

Em seu voto, nas primeiras horas de hoje, o ministro Barroso defendeu a constitucionalidade da lei aprovada no Congresso entendendo que não há exigência de iniciativa privativa do presidente da República na elaboração do texto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Diferentemente do que apontou o relator do caso, Barroso compreendeu não haver problema no fato do projeto aprovado não ter sido o enviado pelo Planalto. Ele ainda analisou o mérito da ação dizendo se tratar de uma questão política, por haver diversas interpretações sobre a autonomia do BC, portanto, não se tratando de uma questão constitucional.

Leia Também

LOTERIAS

Mega-Sena 30 anos sorteia R$ 300 milhões neste domingo e prêmio não acumula; veja como participar

GUERRA DO VAREJO

Taxa das blusinhas: CNI vai ao STF contra decisão de Lula de zerar imposto sobre compras de até US$ 50

"Há visões como a dos autores da ação, segundo a qual ela retira de governos eleitos o controle sobre a política econômica e monetária. E há visões opostas, professadas por economistas e atores institucionais, como a OCDE e o Banco Mundial, de que a política monetária deve ser preservada das interferências políticas, muitas vezes motivadas por interesses eleitorais de curto prazo e que cobram um preço alto no futuro. Como se percebe, trata-se de questão essencialmente política, que não se situa no âmbito da interpretação constitucional", argumentou.

Para Barroso, a lei complementar aprovada pelo Congresso não se propõe a legislar sobre o regime jurídico dos servidores públicos, mas delimita o funcionamento de uma instituição de Estado. Segundo ele, a autoridade não deve estar submetida aos interesses políticos do presidente.

O ministro comparou a autonomia do BC com as leis que configuram as agências reguladoras, ambas de iniciativa do Legislativo em detrimento do Executivo, sem que a primeira lei - a das agências - tenha tido sua constitucionalidade questionada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"É perfeitamente cabível aplicar ao Banco Central o entendimento que se adotou em relação às agências reguladoras, que tiveram sua autonomia reconhecida por leis de iniciativa parlamentar. Num caso como noutro, trata-se dos chamados 'árbitros neutros', que devem existir nas democracias, atuando como instituições de Estado, e não de governo."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
22 de maio de 2026 - 16:42
O Ministro da Fazenda, Dario Durigan 22 de maio de 2026 - 12:10
mega-sena 30 anos 22 de maio de 2026 - 11:11
quina 7031 Lotofácil 3691 e Dia de Sorte 1216 22 de maio de 2026 - 8:48
virada cultural 2026 (1) 22 de maio de 2026 - 7:10
Montagem com condomínios e dinheiro 21 de maio de 2026 - 19:15
21 de maio de 2026 - 17:54
tesla cybertruck 21 de maio de 2026 - 10:39
Lotofácil 3690 Quina 7030 21 de maio de 2026 - 8:37
21 de maio de 2026 - 7:45
A Keeta é a marca internacional da gigante Meituan, líder no mercado de entregas na China 20 de maio de 2026 - 18:00
brinquedos estrela (1) 20 de maio de 2026 - 14:53
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia