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2021-01-14T16:07:57-03:00
Estadão Conteúdo
fala, powell

Momento de aumentar juros não está ‘nem um pouco próximo’, diz presidente do Fed

De acordo com Powell, os Estados Unidos ainda estão “a um longo caminho” de alcançar o máximo emprego, uma das metas da autoridade monetária, juntamente com a estabilidade dos preços

14 de janeiro de 2021
16:06 - atualizado às 16:07
Jerome Powell, presidente do Fed
Imagem: Fed

O presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell, afirmou que o momento de aumentar os juros não está "nem um pouco próximo".

Em um evento virtual organizado pela Universidade de Princeton, o dirigente disse que a instituição não irá mais apertar a política monetária devido a "ameaças teóricas" de um mercado de trabalho "forte" à inflação.

De acordo com Powell, os Estados Unidos ainda estão "a um longo caminho" de alcançar o máximo emprego, uma das metas da autoridade monetária, juntamente com a estabilidade dos preços.

O dirigente declarou que uma alta de juros será necessária apenas se o nível de emprego começar a gerar pressão inflacionária "ou outros desequilíbrios".

Powell também disse que o Fed não sente pressão de dominância financeira no momento. Segundo ele, a alavancagem no setor privado não está fora de controle e não há aumento nas falências.

Metas de inflação

O presidente do Federal Reserve afirmou ainda que há "muitas evidências" de que os participantes do mercado têm ajustado as expectativas de inflação desde que a instituição adotou a nova meta, em agosto do ano passado.

O dirigente disse que a recuperação econômica prevista para 2021 pode pressionar os preços, mas ponderou que essa dinâmica não muda de forma rápida. "A inflação muito baixa é um problema muito maior a ser resolvido", declarou Powell.

Em agosto de 2019, o Fed adotou uma nova meta de inflação média. Dessa forma, a instituição irá deixar a inflação ultrapassar 2% por algum tempo para compensar períodos em que esteve abaixo desse nível. "As expectativas de inflação precisam estar bem ancoradas em 2%", frisou o dirigente.

Segundo Powell, a mudança na meta foi necessária devido ao cenário, pós-crise financeira de 2008, no qual os juros são mais baixos do que foram no passado mesmo em "tempos bons".

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