Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Balanço do mês

Renda fixa tem redenção em junho, mas bitcoin e bolsa ainda são os melhores investimentos do semestre

Confira os melhores e piores investimentos do último mês e do primeiro semestre de 2021

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
1 de julho de 2021
15:17 - atualizado às 19:51
medalhas de ouro, prata e bronze
Medalhas de ouro, prata e bronze. - Imagem: Shutterstock

Junho chega ao fim com um sentimento de "os humilhados serão exaltados" entre os investimentos. Depois de cinco meses amargando duras perdas, devido ao aumento das pressões inflacionárias e à hesitação do Banco Central em elevar os juros, os investimentos de renda fixa prefixada ou atrelada à inflação, notadamente os de prazos mais longos, conseguiram finalmente ocupar o pódio do ranking dos melhores investimentos do mês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No semestre, porém, esses papéis ainda aparecem na lanterna, com perdas de até dois dígitos.

A maior alta de junho ficou por conta do título público Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2031 (NTN-F), com valorização de 5,49%, seguido do índice que acompanha as debêntures com rentabilidade atrelada ao IPCA (IDA-IPCA), que teve alta de 0,66%, e do Tesouro Prefixado 2026 (LTN), que valorizou 0,63%.

O pior desempenho de mês foi do ouro, que despencou 11,08%, mesma variação do metal no semestre (até o mês passado, estava no zero a zero). Em segundo lugar entre os piores apareceu novamente o bitcoin, com perda de mais de 10%. Mesmo assim, a criptomoeda ainda sustenta a posição de melhor investimento do primeiro semestre, com alta de mais de 15% no ano.

O terceiro pior investimento em junho foi o dólar, que viu alívio de quase 5% no mês e finalmente caiu abaixo dos R$ 5, depois de cerca de um ano acima da marca. A moeda americana se valorizou globalmente, ante divisas fortes, mas se enfraqueceu ante o real. No ano, o desempenho do dólar também é negativo, em mais de 4%.0

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O segundo melhor investimento do semestre foram as ações. O Ibovespa terminou junho com alta de 6,54% no acumulado do ano, embora tenha apresentado um desempenho modesto no mês, de apenas 0,46%. Veja os rankings completos nas tabelas a seguir:

Leia Também

Os melhores investimentos de junho

Os melhores e piores investimentos do primeiro semestre

Recuperação econômica e inflação à vista

Junho foi marcado pelos sinais de recuperação econômica no Brasil e nos Estados Unidos.

Por aqui, começamos o mês com a divulgação de um crescimento de 1,2% no Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre, bem acima do que era esperado pelo mercado.

A percepção passou a ser de que, de fato, a economia está voltando a engrenar com o avanço da vacinação, embora a imunização por aqui ainda se dê a passos lentos e as médias de mortes por covid-19 continuem em patamares elevados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com isso, o mercado começou a revisar para cima suas expectativas de crescimento para o ano, e consequentemente também elevou suas perspectivas para inflação e juros.

Com a economia mais aquecida do que era inicialmente esperado, as pressões inflacionárias começaram a preocupar ainda mais, sendo previsível que o Banco Central apertasse ainda mais os juros.

E foi exatamente o que ocorreu na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) finalizada no último dia 15. O BC elevou a Selic em mais 0,75 ponto percentual, como já era esperado, e sinalizou um novo aumento de mesma magnitude na próxima reunião. Mais que isso: deixou a porta aberta para um aumento ainda maior - talvez de 1 ponto percentual - caso necessário.

Essa postura mais dura do BC em relação à inflação contribuiu para amenizar a inclinação da curva de juros brasileira. Os juros mais curtos subiram no mês, precificando uma alta da Selic no curto prazo maior do que o inicialmente esperado; em compensação, os juros mais longos caíram, depois que a autoridade monetária mostrou compromisso em conter a alta de preços.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A inflação americana também foi foco de preocupação no último mês, embora os dados da economia dos EUA sigam mistos - ora indicando aquecimento, ora mostrando que os estímulos monetários ainda se fazem necessários.

Ainda assim, a alta de preços pressiona, e a aprovação do pacote de infraestrutura do presidente Joe Biden, no fim do mês, vem pesar ainda mais sobre os preços, na medida em que deve estimular ainda mais a economia.

O Federal Reserve, porém, manteve as taxas de juros na faixa de zero a 0,25% e reforçou a necessidade de manutenção dos estímulos monetários ainda por um bom tempo.

Mesmo assim, alguns dos seus diretores já andaram sinalizando para a necessidade de se começar a rediscutir o nível de estímulo, dadas as preocupações inflacionárias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse fino equilíbrio entre juros baixos, ameaça inflacionária, economia com recuperação desigual e discussões sobre quando, afinal, o Fed começará a elevar os juros mexeu bastante com os retornos dos títulos do Tesouro americano e a cotação do dólar ao longo do mês.

Mês termina com tensões

Mais para o final de junho, alguns fatores começaram a pesar negativamente nos mercados, tanto no Brasil quanto no exterior. Lá fora, a variante delta do coronavírus, cepa mais transmissível e letal, avança pela Europa, ameaçando a recuperação do Velho Continente e derrubando as bolsas.

Por aqui, a segunda etapa da reforma tributária encaminhada pelo governo ao Congresso não foi bem recebida pelo mercado, uma vez que tributa dividendos pagos por empresas e rendimentos distribuídos por fundos imobiliários.

Além disso, a CPI da Covid-19 se aproxima do Palácio do Planalto, com o surgimento de indícios de corrupção na compra de vacinas. O mercado já começa a temer que as tensões políticas em Brasília passem a travar as reformas e privatizações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Alta da Selic e alívio nos juros longos beneficiou a renda fixa

A elevação da taxa Selic para 4,25% ao ano contribuiu para melhorar o retorno das aplicações pós-fixadas, isto é, atreladas à própria Selic ou ao CDI. Com isso, vimos uma melhora no retorno de ativos como o Tesouro Selic (LFT) e nos títulos de crédito privado que pagam um prêmio sobre o CDI, como as debêntures pós-fixadas.

Já os títulos públicos e debêntures prefixados ou atrelados à inflação de prazo mais longo se beneficiaram da queda nos juros longos com a indicação de que o BC está disposto a agir de forma dura para conter as pressões inflacionárias. Quando os juros futuros recuam, esses ativos tendem a se valorizar, e vice-versa.

Os papéis mais curtos atrelados à inflação (vencimento até 2026, pouco representados na tabela, que só mostra os títulos ainda à venda no Tesouro Direto) se desvalorizaram, uma vez que os juros futuros de curto prazo viram uma elevação ao longo do mês, com a perspectiva de altas mais intensas da Selic.

Os prefixados, como você pode notar, foram mais beneficiados nos prazos mais longos, mas se valorizaram mesmo nos prazos mais curtos. Como não dispõem de proteção contra a inflação, uma vez que não têm sua rentabilidade atrelada a índices de preços, eles se beneficiam de sinalizações mais fortes de controle inflacionário, como a que o BC deu.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Selic mais alta também traz alívio para o dólar

A alta da Selic também foi um dos principais fatores a contribuírem para a queda do dólar ante o real - ou melhor, para a valorização da nossa moeda, que vinha apanhando um bocado entre as divisas emergentes.

Com a elevação da taxa de juros brasileira e a perspectiva de novas altas, ao mesmo tempo em que os juros americanos permanecem zerados e com expectativa de se manterem assim por um bom tempo, aumentou o diferencial de juros entre Brasil e EUA.

Dessa forma, a nossa renda fixa se torna mais atrativa para os gringos, o que contribui para um fluxo maior de recursos estrangeiros para o país, enfraquecendo a moeda americana por aqui.

A força dos preços das commodities, que vem beneficiando as empresas brasileiras do setor, é outro fator que tem atraído dólares para o país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com este cenário, o dólar à vista terminou junho cotado a R$ 4,97 - fazia cerca de um ano que a moeda americana não ficava abaixo dos R$ 5.

O real mais forte também contribuiu para aliviar a pressão do câmbio sobre a inflação, embora a crise hídrica e a perspectiva de aumento nas tarifas de energia elétrica sejam os fantasmas da vez.

Recuperação econômica beneficia a bolsa

Em junho, o Ibovespa se beneficiou do avanço da vacinação no país, da reabertura econômica e das perspectivas de recuperação mais fortes do que o inicialmente esperado. Mesmo com a expectativa de juros mais altos, o índice conseguiu ultrapassar os 130 mil pontos algumas vezes, pela primeira vez na história, e fechou o mês cotado a 126.801 pontos.

A alta de 0,46% em junho foi mais modesta do que poderia ter sido, não fossem as preocupações dos investidores com a possível futura tributação dos dividendos distribuídos por empresas e com o fortalecimento da economia americana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O temor de que o Fed possa subir juros antes do esperado, por conta da preocupação com a inflação americana e uma recuperação econômica talvez mais rápida do que o inicialmente previsto, contribuiu para valorizar o dólar ante outras moedas de países desenvolvidos e é um fator que pesa sobre as bolsas emergentes, na medida em que torna os títulos do Tesouro americano mais atraentes que os investimentos mais arriscados.

Assim, no primeiro semestre vimos o Ibovespa se animar com o cenário pós-pandemia no Brasil e no mundo, mas terminamos este período ainda com incertezas em relação a como a recuperação americana pode afetar as bolsas emergentes.

Neste cenário, o ouro perdeu o brilho

O ouro, que vinha reduzindo seus ganhos no ano até finalmente zerá-los no fim de maio, foi o pior investimento de junho, com um tombo de 11,08% em reais. Só o desempenho do último mês foi suficiente para transformar o metal também em um dos piores investimentos do semestre.

Apesar de o ouro ser considerado um ativo de proteção contra a inflação, a força do dólar e dos juros dos títulos públicos americanos tira a sua atratividade como investimento. Como o metal não paga juros, o custo de oportunidade de se investir em ouro aumenta, tornando-se mais interessante para os investidores se refugiarem nos títulos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, o avanço da variante delta do coronavírus na Europa tornou o dólar um refúgio mais interessante que outras moedas fortes, uma vez que os EUA agora desponta na dianteira do combate à pandemia entre as nações desenvolvidas.

Some-se a isso o fato de que o ouro ainda é cotado em dólar, e houve uma desvalorização da moeda americana ante o real no mês.

Fundos imobiliários em meio à tempestade perfeita

Se o ano já não vinha sendo fácil para os fundos imobiliários, junho foi menos ainda. Os ativos já vinham apanhando com a perspectiva de alta nos juros e o desempenho ruim dos segmentos mais afetados pela pandemia - como shopping centers e escritórios -, que ainda não voltaram a operar em toda a sua capacidade.

Também pairava sobre este mercado a ameaça de tributação sobre os rendimentos distribuídos pelos fundos, hoje isentos de IR.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em junho, os temores se concretizaram. O BC fez um ajuste forte na Selic e sinalizou para altas ainda maiores, levando todo o mercado a calibrar para cima as perspectivas para os juros. Já o governo incluiu a tributação de rendimentos de FII na sua proposta de reforma do imposto de renda. Como resultado, o Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) fechou o mês com queda de mais de 2%, amargando uma perda de 4% no semestre.

Os juros mais altos diminuem a atratividade dos fundos imobiliários por basicamente dois motivos: primeiro, porque aumenta os retornos dos ativos de renda fixa, que têm menos risco, reduzindo sua diferença em relação aos retornos percentuais dos FII; segundo porque juros mais altos encarecem o crédito, e o setor imobiliário depende profundamente de financiamento de longo prazo.

Os FII mais beneficiados nesse cenário são aqueles que investem em renda fixa, por meio dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e Letras de Crédito Imobiliário (LCI), cujos retornos aumentam com a alta de juros e inflação. No entanto, boa parte do mercado - e do próprio IFIX - é composta por fundos que investem diretamente em imóveis, seja para aluguel, seja para compra e venda ou desenvolvimento imobiliário.

Já a tributação do rendimento dos FII acaba com um dos maiores fatores de atração da pessoa física para este investimento. A isenção de IR sobre esses dividendos contribui para a atratividade dos retornos dos fundos, que vão diminuir um pouco, caso a proposta do governo seja aprovada pelo Congresso. A alíquota proposta pela equipe econômica é de 15%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A redução do imposto sobre ganho de capital com a venda das cotas de 20% para 15%, também incluída na proposta do governo, acabou ficando eclipsada, uma vez que quem investe em FII geralmente movimenta pouco suas cotas, priorizando o investimento de longo prazo para obter renda.

A luta do bitcoin continua

Ao longo do primeiro semestre, o bitcoin viu uma verdadeira virada na maré. A criptomoeda começou bem o ano e chegou aos US$ 60 mil, para depois começar a cair e retornar à casa dos US$ 30 mil.

O bitcoin foi, de longe, o melhor investimento do mês em janeiro, fevereiro e março - sua valorização acumulada no primeiro trimestre foi de 120%. Mas nos últimos três meses, especialmente em março, a criptomoeda só acumulou perdas, figurando sempre entre os piores investimentos de cada mês.

O ataque da China ao mercado cripto, que já vinha em curso nos meses anteriores, continuou em junho, com mais uma série de limitações à mineração de bitcoin e a transações com criptoativos. O governo chinês mira a especulação financeira e também o gasto excessivo de energia da atividade mineradora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com isso, a taxa de mineração e a segurança da rede viram uma redução, e só devem se recuperar quando os mineradores conseguirem migrar suas atividades para outros países.

O acesso deles a fontes de energia mais limpas também tende a beneficiar a criptomoeda. O bilionário Elon Musk, por exemplo, fundador da Tesla, havia contribuído para o tombo do bitcoin quando anunciou, em maio, que a companhia deixaria de aceitar a criptomoeda na venda de seus veículos, por razões ambientais.

Mas ele disse, em junho, que a montadora poderia voltar a aceitar bitcoins quando a atividade de mineração passasse a utilizar mais fontes de energia renovável, o que elevou a cotação do ativo de volta aos US$ 40 mil por um momento.

O bitcoin terminou junho cotado a US$ 35.069,60, ou R$ 174.320,46. A desvalorização do dólar ante o real também contribui para o mau desempenho da criptomoeda em reais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
BOMBOU NO SD

Petrobras (PETR4) aprova R$ 41,2 bilhões em proventos, ganhos nas loterias e oportunidade na renda fixa: as mais lidas do Seu Dinheiro na semana

19 de abril de 2026 - 11:52

A estatal voltou ao centro das atenções após a aprovação, em assembleia, de proventos referentes a 2025; crescimento da ação também foi destaque

INVESTIGAÇÃO

Diálogos de Vorcaro mostram que BRB cobriu buraco do Master desde 2024: ‘Precisamos com urgência’

19 de abril de 2026 - 9:47

O anúncio da oferta de compra do Master pelo banco estatal controlado pelo governo do Distrito Federal foi feita em março de 2025

UM ACHADO

Lotofácil 3665 faz novo milionário em cidade com belas praias e vista para a ilha da magia; Mega-Sena acumula e prêmio em jogo vai a R$ 70 milhões

19 de abril de 2026 - 8:15

A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de sábado (18). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Caixa retoma sorteios das loterias amanhã (20).

FUNDOS IMOBILIÁRIOS

Com retorno de 18%, HCRI11 lidera lista de 10 FIIs que mais distribuíram dividendos, segundo a Grana Capital; veja ranking completo

18 de abril de 2026 - 15:05

Ranking da Grana Capital mostra os fundos imobiliários que mais distribuíram dividendos em 12 meses

DESCE MAIS UMA...

Lotofácil 3664 faz novo milionário na cidade com a maior concentração de bares do país; Mega-Sena 2998 promete R$ 60 milhões na rodada de hoje

18 de abril de 2026 - 8:18

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de sexta-feira (17). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (17), Mega-Sena, Quina, Timemania e +Milionária prometem prêmios de oito dígitos.

MÃO SANTA

Oscar Schmidt, o brasileiro que disse não à NBA e acabou reconhecido como um dos maiores jogadores da história do basquete

17 de abril de 2026 - 19:26

Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira aos 68 anos. O brasileiro é reconhecido como um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos.

EUA NO RADAR

Dólar perdeu o brilho? Estrategista-chefe do BTG diz se moeda norte-americana deve deixar o papel de protagonista após queda recente

17 de abril de 2026 - 16:23

João Scandiuzzi, estrategista-chefe do BTG Pactual, explicou quais são as perspectivas para o cenário macroeconômico em participação no VTEX Day

LEI JÁ ESTÁ EM VIGOR

Enquanto protestos contra a escala 6×1 crescem, atualização da CLT agora permite a folga remunerada para exames

17 de abril de 2026 - 12:04

Presidente Lula sancionou lei que permite a realização de três exames por ano; salário no final do mês não será afetado

UM ACHADO

Lotofácil 3663 faz novo milionário em cidade marcada por lenda de tesouro jesuíta nunca encontrado; Mega-Sena acumula e prêmio em jogo alcança R$ 60 milhões

17 de abril de 2026 - 6:58

A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (16). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Destaque para a Quina, que pode pagar R$ 20 milhões hoje (17).

AGENDA DE FERIADOS

O que abre e o que fecha no Tiradentes? Confira o funcionamento da B3, dos bancos, do Pix, dos Correios e de outros serviços no feriado

17 de abril de 2026 - 5:59

Após um março sem feriados, brasileiros poderão descansar uma segunda vez em abril com Tiradentes

VEJA O TOP 100

Natura (NATU3) segue no topo de ranking ESG pelo 12º ano consecutivo; Grupo Boticário e Mercado Livre (MELI34) completam o pódio

16 de abril de 2026 - 17:24

A nova edição do ranking de responsabilidade corporativa da Merco no Brasil traz um recorte mais detalhado por pilares — ambiental (E), social (S) e governança (G), mostrando a posição de cada empresa em todos eles

VAREJO EM ALERTA

Receita Federal mira 3 mil empresas em operação sobre PIS/Cofins que pode alcançar R$ 10 bi; Assaí (ASAI3) e Grupo Mateus (GMAT3) sentirão o impacto, diz JP Morgan

16 de abril de 2026 - 16:30

Notificação a milhares de companhias coloca créditos de PIS/Cofins em xeque e pode mexer com as estimativas do setor; veja o que dizem os especialistas

ESSA ELE NÃO PREVIU

Guru da Faria Lima, Nassim Taleb, assustou influencer Jade Picon com o tamanho de um de seus livros

16 de abril de 2026 - 16:15

A repercussão foi tamanha que Nassim Taleb, cuja fama costuma ser restrita ao mundo das finanças, respondeu a Jade Picon no X

LAR DOCE LAR

Quer financiar um imóvel? Veja os documentos exigidos e outras formas de comprovar renda

16 de abril de 2026 - 13:28

O financiamento imobiliário exige planejamento por representar décadas de dívidas e a organização de documentos é a primeira etapa; veja o que é preciso ter em mãos

INTERDIÇÃO JUDICIAL

Ex-presidente FHC é interditado pela Justiça: entenda o que é a interdição judicial e como ela funciona

16 de abril de 2026 - 12:53

Filho mais velho de FHC foi nomeado como curador provisório do pai, que sofre em grau avançado da doença de Alzheimer

CONSUMO NO BRASIL

Retail therapy? Pesquisa confirma o novo hábito de compras do consumidor brasileiro

16 de abril de 2026 - 11:19

Mais conectado, mais desconfiado e com menos paciência: o brasileiro digital não perdoa erro, demora ou taxa surpresa

TENSÃO GLOBAL

Governo abre acesso a R$ 15 bi em meio a tensões externas e Guerra no Oriente Médio — veja quem pode se beneficiar do Plano Brasil Soberano

16 de abril de 2026 - 10:44

O montante, anunciado em março deste ano, será direcionado a empresas consideradas estratégicas ou afetadas por choques externos

GRANDES PRÊMIOS DE CONSOLAÇÃO

Lotofácil 3662 acumula e prêmio aumenta bem, mas não chega nem perto dos R$ 52 milhões em jogo hoje na Mega-Sena 2997

16 de abril de 2026 - 7:20

Depois de acumular pela 2ª vez na semana, prêmio da Lotofácil cresce, mas nem faz cócegas nas estimativas para os próximos sorteios da Quina, da Timemania e da Mega-Sena, que também ocorrem hoje (16)

JÁ VAI COMEÇAR

Temporada de balanços do 1T26 bate à porta: confira as datas das divulgações e teleconferências das principais empresas da B3

16 de abril de 2026 - 6:03

Romi (ROMI3), Usiminas (USIM5) e Assaí (ASAI3) dão o pontapé na temporada, e Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, conta o que esperar dos resultados do primeiro trimestre

É HOJE

Bolsa Família: pagamentos de abril começam hoje (16); veja o cronograma completo do benefício

16 de abril de 2026 - 5:44

Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e pode incluir adicionais

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia