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Ivan Ryngelblum
Jornalista formado pela PUC-SP, com pós-graduação em Economia Brasileira e Globalização pela Fipe. Trabalhou como repórter no Valor Econômico, IstoÉ Dinheiro e Agência CMA.
2021-02-19T10:45:00-03:00
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O FOMO dos dividendos

19 de fevereiro de 2021
10:44 - atualizado às 10:45
Selo O Melhor do Seu Dinheiro; investimentos
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Você já deve ter lido em diversos relatórios com recomendações de investimentos que “rendimentos passados não são garantia de lucros futuros”, ou algo do gênero. 

Trata-se de um alerta importante. Quando vemos que um determinado ativo rendeu muito acima do CDI ou do Ibovespa e não temos ele na nossa carteira, nos sentimos mal por não termos embarcado antes e aproveitado a jornada. 

Acertar e errar, ter ou não ter um determinado ativo na nossa carteira, faz parte do mundo dos investimentos. Nem sempre vamos acertar o timming. O importante é não nos entregarmos à angústia do FOMO (fear of missing out, o medo de estar perdendo alguma coisa). 

Esse sentimento pode nos levar a tomar decisões equivocadas, dar ouvido a mitos e picaretas, que têm aos montes por aí. Assim como na vida, não podemos ficar olhando para o retrovisor. O que importa é ter uma estratégia calcada em fundamentos e que faça sentido dentro do seu perfil de investidor. 

Uma das formas de FOMO mais explícitas no mercado financeiro envolve os dividendos. Muitos investidores acabam caindo no conto de que uma boa ação é aquela que repassa altos volumes de seus lucros aos acionistas, ficam angustiados e acabam comprando um papel olhando apenas para este ponto. 

Com base no desempenho passado, você pode acabar fazendo escolhas não muito boas para o futuro. Como mostra o Ruy Hungria em sua tradicional coluna de sexta-feira, o dividendo colhido hoje pode representar perda de retornos muito maiores no longo prazo. Não deixe de conferir.

O que você precisa saber hoje

MERCADOS

O Ibovespa fechou ontem com queda de 0,96%, aos 119.198 pontos, afetado pelas incertezas dos investidores quanto ao andamento das reformas, a pandemia de covid-19 e o clima de cautela que tomou conta dos mercados internacionais. O dólar subiu 0,48%, a R$ 5,44.

O que mexe com os mercados hoje? As recentes declarações do presidente Jair Bolsonaro sobre a Petrobras, junto com a sessão do Congresso que decidirá sobre a prisão do deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) e as consequências para a votação das reformas, devem trazer volatilidade à bolsa hoje.

EMPRESAS

Apesar de insistir que não vai interferir na Petrobras, Bolsonaro disse ontem que "alguma coisa" acontecerá na companhia nos próximos dias e disse que a fala do presidente da estatal, Roberto Castello Branco, sobre os caminhoneiros “vai ter consequência”.

A agência de classificação de riscos Standard & Poors (S&P) elevou ontem o rating do Banco Inter, citando a diversificação de receitas promovida pela empresa.

A secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, encontrou o culpado que estimulou o movimento especulativo envolvendo as ações da Gamestop: a prática de negociar ações sem a cobrança de comissões.

ECONOMIA

Na mesma live em que disse que “alguma coisa” vai acontecer na Petrobras nos próximos dias, o presidente Bolsonaro afirmou que o dólar está alto e mandou mais um recado para o mercado financeiro.

O Brasil ultrapassou a triste marca de 10 milhões de casos de covid-19 desde o início da pandemia. Confira os dados mais recentes divulgados pelo Ministério da Saúde.

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