O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Quando eu escrevi a minha primeira matéria sobre bitcoin, em 2013, a criptomoeda, criada em 2007/2008, ainda era assunto de nerds aficionados por tecnologia.
Poucos ainda eram os grandes veículos de comunicação que falavam sobre moedas digitais, ainda mais sob a ótica do investimento, como foi o caso do site da Exame, onde eu trabalhava na época. O tema pertencia muito mais às editorias e publicações especializadas em tecnologia do que às páginas de finanças e economia.
Depois de alguns anos, o bitcoin começou a ser encarado como um ativo, e mais e mais pessoas começaram a se interessar pela moeda virtual como veículo para ganhar dinheiro no mundo real.
Mesmo assim, as fortes oscilações do criptoativo, na maior parte do tempo, pareciam não ter muita explicação, ou costumavam ser ligadas a questões referentes à própria tecnologia.
Até bem pouco tempo atrás, a flutuação dos preços do bitcoin parecia um tanto descolada da economia real e do desempenho de outras classes de ativos. Isso é até visto como uma vantagem, pois é interessante, para uma boa diversificação, ter na carteira um ativo com pouca ou nenhuma correlação com o restante do mercado financeiro.
Mais recentemente, porém, o bitcoin e os criptoativos em geral deixaram de ser assunto de nicho para entrar nas rodas de conversa de todo mundo que tem algum dinheiro guardado.
Leia Também
Já os sobes e desces dos preços passaram a guardar muito mais relação com uma série de acontecimentos que têm implicações não só para o universo das criptomoedas, como para a economia e o mercado em geral.
Não estou falando dos tuítes do Elon Musk, mas sim do interesse de grandes investidores por este mercado (incluindo a própria Tesla), as tentativas de banimento ou regulamentação por parte de governos, o interesse de bancos centrais e empresas em desenvolver suas próprias moedas digitais com base na tecnologia da blockchain, grandes crises, estímulos monetários e fiscais, consumo de energia e impacto ambiental, e por aí vai.
Precificar o bitcoin ainda não é tarefa muito fácil, mas já deu para perceber que sua importância não está mais restrita ao mundo virtual. Duas reportagens que publicamos hoje dão uma boa noção das implicações um tanto reais da moeda digital.
Nesta matéria, o Renan Sousa fala sobre quatro notícias que podem dar um novo gás ao preço do bitcoin, que vem se recuperando de um forte tombo recente - nenhuma delas tem a ver com a dinâmica do criptomercado ou a tecnologia do bitcoin. Estamos falando de fatos envolvendo grandes empresas, como Apple e BlackRock, regulamentação e política fiscal americana.
Nesta outra matéria, o Renan e o Victor Aguiar falam de uma empresa que está ganhando uma boa grana com bitcoin, e não porque investiu parte do seu caixa na criptomoeda, como algumas companhias fizeram.
Estou falando da fabricante de chips e placas de vídeo Nvidia, que tem entre seus clientes mineradores de criptomoedas. Afinal, os equipamentos utilizados para criar os bitcoins são bem reais e custam caro! Alguém precisa fornecê-los, certo? Recomendo muito a leitura!
UM CONVITE: Na reta final para a entrega da declaração de IR 2021, o Seu Dinheiro vai fazer a última live tira-dúvidas sobre imposto de renda nesta sexta-feira, 28 de maio, ao meio-dia. Responderemos às perguntas dos assinantes do Guia Definitivo do Imposto de Renda 2021, mas a transmissão será aberta para todos, lá no nosso canal do YouTube! Não perca!
• A volta das aguardadas reformas administrativa e tributária às discussões políticas enviou ao mercado sinais de que o cenário fiscal brasileiro pode finalmente começar a melhorar. O Ibovespa reagiu com uma leve alta de 0,3% e continuou no patamar dos 124 mil pontos. Já a resposta do dólar foi uma queda de 1,09%. Veja o que mais influenciou o dia.
• Com fome de novos hospitais e aquisições, a Rede D’Or movimentou R$ 4,9 bilhões em uma nova oferta de ações. O Renato Carvalho te conta os detalhes da operação, que acontece menos de seis meses após o IPO da empresa.
• Quem também está atrás de recursos é a PetroRio. A empresa anunciou hoje que uma de suas controladas indiretas fará uma emissão de títulos de dívida de até US$ 500 milhões no mercado internacional. Saiba mais.
• A saída de José Olympio Pereira da presidência do Credit Suisse Brasil jogou gasolina nos rumores de que a filial estaria sendo vendida pelo banco suíço. Para abafar o incêndio, o CEO Global da companhia aproveitou uma visita ao Brasil para negar qualquer tipo de negociação.
• O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou hoje que a reforma tributária só não saiu no ano passado por causa dos governadores. Já o ex-relator da proposta declarou que o ministro não quer reformar, mas sim aumentar impostos com a volta da CPMF.
• Apesar de rechaçar o day trade, Rodolfo Amstalden, sócio fundador da Empiricus, indica que posicionamentos de curto prazo podem complementar estratégias mais longínquas. Na sua coluna de hoje, ele dá cinco dicas para o investidor extrair o máximo dessa combinação.
Mudaram as estações e, do pré-Carnaval brasileiro, miramos nosso foco nas baixas temperaturas dos Alpes italianos, que recebem os Jogos Olímpicos de Inverno
Veja como distinguir quais ações valem o seu investimento; investidores também reagem a novos resultados de empresas e dados macroeconômicos
Olhamos para 2026 e não vemos um cenário assim tão favorável para companhias capengas. Os juros vão começar a cair, é verdade, mas ainda devem permanecer em níveis bastante restritivos para as empresas em dificuldades.
As principais corretoras do país estão divididas entre um fundo de papel e um de tijolo; confira os campeões do FII do Mês
Investir não é sobre prever o futuro político, mas sobre manter a humildade quando o fluxo atropela os fundamentos. O que o ‘Kit Brasil’ e um pote de whey protein têm em comum?
Saiba por que a Direcional é a ação mais recomendada para sua carteira em fevereiro e o que mais move as bolsas hoje
Mercado também reage a indicação para o Fed, ata do Copom e dados dos EUA; veja o que você precisa saber antes de investir hoje
Após um rali bastante intenso, especialmente nos metais preciosos, a dinâmica passou a ser dominada por excesso de fluxo e alavancagem, resultando em uma correção rápida e contundente
As PMEs serão as mais impactadas com uma eventual mudança no limite de horas de trabalho; veja como se preparar
Mesmo tendo mais apelo entre os investidores pessoas físicas, os fundos imobiliários (FIIs) também se beneficiaram do fluxo estrangeiro para a bolsa em janeiro; saiba o que esperar agora
Numa segunda-feira qualquer em dezembro, taças ao alto brindam em Paris. Estamos no 9º arrondissement das Galerias Lafayette, a poucas quadras do Palais Garnier. A terra do luxo, o templo do vinho. Mas, por lá, o assunto na boca de todos é o Brasil. Literalmente. O encontro marcou o start do recém-criado projeto Vin du Brésil, iniciativa que […]
Expansão de famosa rede de pizzarias e anúncio de Trump também são destaque entre os investidores brasileiros
O estrangeiro está cada vez mais sedento pelos ativos brasileiros, e o fluxo que tanto atrapalhou o Ibovespa no passado pode finalmente se tornar uma fonte propulsora
Veja por que o BTG Pactual está transformando FIIs em fiagros, e qual a vantagem para o seu bolso; a bolsa brasileira também irá reagir após o recorde de ontem na Super Quarta e a dados dos EUA
Por isso, deveríamos estar preparados para um corte da Selic nesta SuperQuarta — o que, obviamente, é muito diferente de contar com isso
Tony Volpon, ex-diretor do Banco Central, explica por que a Selic não deve começar a cair hoje; confira a entrevista ao Seu Dinheiro
A primeira Super Quarta do ano promete testar o fôlego da bolsa brasileira, que vem quebrando recordes de alta. Alianças comerciais e tarifas dos EUA também mexem com os mercados hoje
A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.
Metais preciosos e industriais ganham força com IA, carros elétricos e tensões geopolíticas — mas exigem cautela dos investidores
Sua primeira maratona e a academia com mensalidades a R$ 3.500 foram os destaques do Seu Dinheiro Lifestyle essa semana