Vem aí mais um ETF de Ibovespa: SAET11, do Safra, estreia na bolsa na próxima semana
Com taxa de administração de 0,25% ao ano e aplicação mínima inferior a R$ 150, SAET11 é o sexto ETF de Ibovespa da B3
Buscando aproximação com o pequeno investidor pessoa física, o banco Safra acaba de lançar seu primeiro ETF (fundo de índice), cujo desempenho irá acompanhar a variação do Ibovespa.
O Safra Ibovespa Fundo de Índice (SAET11) estreia na bolsa brasileira na próxima segunda-feira (07), e o valor mínimo de aplicação é inferior a R$ 150.
ETF são fundos fechados com cotas negociadas em bolsa como se fossem ações. Seu desempenho costuma acompanhar o de um índice de mercado, o que equivale a investir em todos ativos que compõem aquele índice sem precisar dispender muitos recursos.
Por serem fundos passivos (pois se limitam a acompanhar um índice), suas taxas de administração também costumam ser bem baixas, inferiores aos de fundos abertos de renda fixa e ações que encontramos nas plataformas de investimento.
Sendo assim, ETFs são formas acessíveis e baratas de investir em carteiras diversificadas de determinada classe de ativos, sejam ações, renda fixa ou fundos imobiliários, dependendo da natureza do ETF.
Atualmente, a B3 já conta com outros cinco ETFs de Ibovespa. Com taxa de administração de 0,25% ao ano, o SAET11 se situa entre os mais baratos, mas há dois fundos com taxas ainda mais baixas:
Leia Também
- BBOV11 (BB): 0,18%
- BOVB11 (Bradesco): 0,20%
- SAET11 (Safra): 0,25%
- BOVA11 (BlackRock): 0,30%
- BOVV11 (Itaú): 0,30%
- XBOV11 (Caixa): 0,50%
"Com esse lançamento, o Banco Safra complementa sua ampla grade de investimentos disponíveis, que inclui fundos de gestão ativa consagrados, como Safra Galileo, bem como produtos estruturados e de renda fixa, além do seu fundo imobiliário JS Real Estate.
A instituição assim também estende a um público mais amplo a solidez e confiança de sua marca de mais 175 anos, uma vez que o SAET11 pode ser negociado por qualquer investidor na Bolsa, não apenas clientes do banco", diz o comunicado do banco.
O Safra diz ainda que pretende lançar ETFs de outros tipos ainda neste ano.
Como investir em ETF
Para negociar um ETF, é preciso ter conta aberta numa corretora de valores. A compra das cotas desses fundos é feita na bolsa, podendo ser efetuada por meio do próprio home broker da corretora.
ETFs não têm come-cotas e nem permitem resgates. Para reaver os recursos investidos, o investidor precisa vender suas cotas na bolsa. Se houver ganhos, eles são tributados em 15% na hora da venda, e o recolhimento do IR é de responsabilidade do investidor. Todo o tratamento tributário dos ETF é similar ao tratamento dispensado a ações, com a diferença de que não há limite de isenção de imposto.
Nesta matéria, falamos mais sobre o que são e como funcionam ETFs e sobre cada um dos fundos de Ibovespa já existentes na B3.
Bolsa nas alturas: Ibovespa fecha acima dos 158 mil pontos em novo recorde; dólar cai a R$ 5,3346
As bolsas nos Estados Unidos, na Europa e na Ásia também encerraram a sessão desta quarta-feira (26) com ganhos; confira o que mexeu com os mercados
Hora de voltar para o Ibovespa? Estas ações estão ‘baratas’ e merecem sua atenção
No Touros e Ursos desta semana, a gestora da Fator Administração de Recursos, Isabel Lemos, apontou o caminho das pedras para quem quer dar uma chance para as empresas brasileiras listadas em bolsa
Vale (VALE3) patrocina alta do Ibovespa junto com expectativa de corte na Selic; dólar cai a R$ 5,3767
Os índices de Wall Street estenderam os ganhos da véspera, com os investidores atentos às declarações de dirigentes do Fed, em busca de pistas sobre a trajetória dos juros
Ibovespa avança e Nasdaq tem o melhor desempenho diário desde maio; saiba o que mexeu com a bolsa hoje
Entre as companhias listadas no Ibovespa, as ações cíclicas puxaram o tom positivo, em meio a forte queda da curva de juros brasileira
Maiores altas e maiores quedas do Ibovespa: mesmo com tombo de mais de 7% na sexta, CVC (CVCB3) teve um dos maiores ganhos da semana
Cogna liderou as maiores altas do índice, enquanto MBRF liderou as maiores quedas; veja o ranking completo e o balanço da bolsa na semana
JBS (JBSS3), Carrefour (CRFB3), dona do BK (ZAMP3): As empresas que já deixaram a bolsa de valores brasileira neste ano, e quais podem seguir o mesmo caminho
Além das compras feitas por empresas fechadas, recompras de ações e idas para o exterior também tiraram papéis da B3 nos últimos anos
A nova empresa de US$ 1 trilhão não tem nada a ver com IA: o segredo é um “Ozempic turbinado”
Com vendas explosivas de Mounjaro e Zepbound, Eli Lilly se torna a primeira empresa de saúde a valer US$ 1 trilhão
Maior queda do Ibovespa: por que as ações da CVC (CVCB3) caem mais de 7% na B3 — e como um dado dos EUA desencadeou isso
A combinação de dólar forte, dúvida sobre o corte de juros nos EUA e avanço dos juros futuros intensifica a pressão sobre companhia no pregão
Nem retirada das tarifas salva: Ibovespa recua e volta aos 154 mil pontos nesta sexta (21), com temor sobre juros nos EUA
Índice se ajusta à baixa dos índices de ações dos EUA durante o feriado e responde também à queda do petróleo no mercado internacional; entenda o que afeta a bolsa brasileira hoje
O erro de R$ 1,1 bilhão do Grupo Mateus (GMAT3) que custou o dobro para a varejista na bolsa de valores
A correção de mais de R$ 1,1 bilhão nos estoques expôs fragilidades antigas nos controles do Grupo Mateus, derrubou o valor de mercado da companhia e reacendeu dúvidas sobre a qualidade das informações contábeis da varejista
Debandada da B3: quando a onda de saída de empresas da bolsa de valores brasileira vai acabar?
Com OPAs e programas de recompras de ações, o número de empresas e papéis disponíveis na B3 diminuiu muito no último ano. Veja o que leva as empresas a saírem da bolsa, quando esse movimento deve acabar e quais os riscos para o investidor
Medo se espalha por Wall Street depois do relatório de emprego dos EUA e nem a “toda-poderosa” Nvidia conseguiu impedir
A criação de postos de trabalho nos EUA veio bem acima do esperado pelo mercado, o que reduz chances de corte de juros pelo Federal Reserve (Fed) em dezembro; bolsas saem de alta generalizada para queda em uníssono
Depois do hiato causado pelo shutdown, Payroll de setembro vem acima das expectativas e reduz chances de corte de juros em dezembro
Os Estados Unidos (EUA) criaram 119 mil vagas de emprego em setembro, segundo o relatório de payroll divulgado nesta quinta-feira (20) pelo Departamento do Trabalho
Sem medo de bolha? Nvidia (NVDC34) avança 5% e puxa Wall Street junto após resultados fortes — mas ainda há o que temer
Em pleno feriado da Consciência Negra, as bolsas lá fora vão de vento em poupa após a divulgação dos resultados da Nvidia no terceiro trimestre de 2025
Com R$ 480 milhões em CDBs do Master, Oncoclínicas (ONCO3) cai 24% na semana, apesar do aumento de capital bilionário
A companhia vive dias agitados na bolsa de valores, com reação ao balanço do terceiro trimestre, liquidação do Banco Master e aprovação da homologação do aumento de capital
Braskem (BRKM5) salta quase 10%, mas fecha com ganho de apenas 0,6%: o que explica o vai e vem das ações hoje?
Mercado reagiu a duas notícias importantes ao longo do dia, mas perdeu força no final do pregão
SPX reduz fatia na Hapvida (HAPV3) em meio a tombo de quase 50% das ações no ano
Gestora informa venda parcial da posição nas ações e mantém derivativos e operações de aluguel
Dividendos: Banco do Brasil (BBAS3) antecipa pagamento de R$ 261,6 milhões em JCP; descubra quem entra no bolo
Apesar de o BB ter terminado o terceiro trimestre com queda de 60% no lucro líquido ajustado, o banco não está deixando os acionistas passarem fome de proventos
Liquidação do Banco Master respinga no BGR B32 (BGRB11); entenda os impactos da crise no FII dono do “prédio da baleia” na Av. Faria Lima
O Banco Master, inquilino do único ativo presente no portfólio do FII, foi liquidado pelo Banco Central por conta de uma grave crise de liquidez
Janela de emissões de cotas pelos FIIs foi reaberta? O que representa o atual boom de ofertas e como escapar das ciladas
Especialistas da EQI Research, Suno Research e Nord Investimentos explicam como os cotistas podem fugir das armadilhas e aproveitar as oportunidades em meio ao boom das emissões de cotas dos fundos imobiliários
