Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
crise política

JP Morgan vê tensão política em alta após prisão de Queiroz

Banco manteve sua previsão de queda de 7% no PIB brasileiro este ano

Fabrício Queiroz em entrevista -

O JP Morgan manteve sua projeção de que o Banco Central fará um corte de 0,50 ponto porcentual na reunião de agosto do Comitê de Política Monetária (Copom), levando a taxa básica de juros, a Selic, para 1,75% ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já no cenário político, o banco americano vê o início de um "novo capítulo da saga política" com a prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, de acordo com relatório divulgado neste final de semana.

Para os estrategistas do JP, a prisão de Queiroz aumenta a tensão política no Brasil, pois aproxima as investigações da família do presidente Jair Bolsonaro.

Sobre a taxa básica de juros, o JP Morgan avalia que a inflação abaixo da meta da autoridade monetária e um cenário de crescimento econômico mais preocupante do que constou no comunicado da última reunião - que reduziu a Selic para 2,25% e sinalizou a possibilidade de corte "residual" pela frente - apoiam a previsão de redução de 0,50 ponto.

O maior risco para um corte de 0,50 ponto na reunião de agosto é o cenário fiscal, alerta do JP Morgan. Até agora, o governo manteve o aumento de gastos públicos para conter os efeitos da pandemia de coronavírus restrito a 2020, mas pressões para estender estas despesas para 2021 ou sinais de que a âncora fiscal pode ser abandonada pelo Planalto podem afetar os próximos passos do BC, observa o relatório.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A visão do JP Morgan é que o ajuste fiscal será retomado em 2021. Por isso, o BC vai cortar a Selic para 1,75%, mantendo as taxas neste nível historicamente baixo até o segundo semestre do ano que vem.

Leia Também

OPERAÇÃO COMPLIANCE ZERO

De dossiê contra CEO do Itaú a influenciadores: os alvos de intimidação por Vorcaro e os pagamentos bilionários para promover o Banco Master

ELEIÇÕES DE 2026

Datafolha: Lula e Flávio Bolsonaro empatam em SP, mas rejeição acende alerta para o petista

Indicadores, como o Índice de Atividade do Banco Central (IBC-Br) divulgado na semana passada, apontam que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil no segundo trimestre pode vir levemente melhor que o esperado pelo banco americano, destaca o relatório. O JP prevê para o período contração trimestral anualizada de 51%. O IBC-Br caiu 9,73% em abril ante março, enquanto o JP esperava recuo de 12%.

Contudo, os recentes eventos políticos e a evolução da pandemia do coronavírus, que desacelerou o ritmo de expansão, mas ainda não dá sinais de estabilização, indicam que a fraqueza na atividade econômica pode ser mais prolongada. Assim, o JP Morgan manteve sua previsão de queda de 7% no PIB brasileiro este ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Senado durante sessão plenária semipresencial para votar o projeto de lei (PL 1.847/2024) que estabelece a reoneração gradual da folha de pagamento de 17 setores da economia. (Relator senador Jaques Wagner) 24 de junho de 2026 - 21:50
Candidatos às eleições presidenciais de 2026, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro 15 de junho de 2026 - 9:41
Movimento VAT - Vida Além do Trabalho, que propõe o fim da escala 6x1 26 de maio de 2026 - 12:04
Fernando Haddad no podcast Market Makers 20 de maio de 2026 - 19:41
CNH bom motorista 18 de maio de 2026 - 15:36
Flávio Bolsonaro durante entrevista 15 de maio de 2026 - 18:05
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar