O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Empresa afirmou que a aquisição permitirá a continuidade de suas operações em três cidades do Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba), bem como em cinco países da América Latina
A startup de patinetes elétricos Grow confirmou ontem que seu controle acionário foi adquirido pelo fundo latino Mountain Nazca, dono de marcas como Peixe Urbano e Groupon na região. Criada em 2019 a partir de uma fusão entre a brasileira Yellow e a mexicana Grin, a companhia de mobilidade passava por uma fase difícil, com falta de capital e problemas de governança, tendo fechado operações em 14 cidades do País e feito demissões em janeiro. A transação havia sido antecipada pelo jornal O Estado de S. Paulo no último fim de semana.
Por meio de nota, a empresa afirmou que a aquisição permitirá a continuidade de suas operações em três cidades do Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba), bem como em cinco países da América Latina. Na nota, a Grow não comenta os valores da transação. No sábado, o Estado publicou que a empresa tinha sido vendida pelo valor simbólico de US$ 1 - segundo fontes, a Mountain Nazca assumiu as dívidas da Grow, na casa das dezenas de milhões de dólares.
Atual vice-presidente de mobilidade da empresa, Roberto Cadavieco foi promovido a presidente executivo global. Em nota, ele disse que o foco da empresa será ter um modelo de negócios rentável. Antes da Grow, Cadavieco já tinha liderado o Groupon no México.
Um dos maiores problemas das startups de patinetes elétricos no mundo, até aqui, foi ter um modelo de negócios rentável - o alto custo das viagens, afetado por roubos e dificuldades de manutenção, afastou muitos usuários. Em São Paulo, uma viagem de dez minutos de patinete custa cerca de R$ 8, o que coloca o modal em rivalidade com meios como o Uber.
Manter o negócio rodando e crescendo foi uma das principais dificuldades da Grow, que já surgiu, em 2019, com status de potencial unicórnio (startup avaliada em pelo menos US$ 1 bilhão), em uma operação de fusão que envolveu US$ 150 milhões. Não era à toa: uma de suas partes, a Yellow, foi criada por Ariel Lambrecht e Renato Freitas, cofundadores do primeiro unicórnio brasileiro, a 99.
Mas a promessa não se concretizou: com expansão desordenada, a empresa também não conseguiu captar recursos no mercado. Em abril de 2019, o Estado chegou a noticiar que a Grow negociava um aporte de US$ 150 milhões com o SoftBank - transação frustrada por divergências em números estratégicos. As disputas internas entre mexicanos e brasileiros também foram um problema e levaram à saída dos sócios da Yellow no dia a dia da Grow.
Leia Também
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Data de corte se aproxima e ações devem virar “ex” nos próximos dias; veja o calendário dos proventos da Vibra
Mais dinheiro no setor, mudança no IR e ajustes no MCMV podem turbinar vendas; veja quem deve ganhar
A operadora adiou a divulgação dos resultados do terceiro e do quarto trimestres de 2025, além das demonstrações financeiras anuais, e segue sem nova data para apresentação dos números ao mercado
Investidor precisa ficar atento à data de corte para não perder o direito ao provento
Laudo da Laspro libera avanço da recuperação, mas identifica números conflitantes, dependência de aportes internos e confusão patrimonial entre as empresas
Genial Investimentos revisa tese e aponta riscos que colocam em xeque a percepção de estabilidade da transmissora
Em reunião com analistas, CEO diz que transição foi planejada e que modelo atual veio para ficar; veja o que esperar do bancão agora
Liminar judicial dá 60 dias de fôlego à antiga Alliar, enquanto empresa tenta negociar dívidas e evitar um desfecho mais duro
A ação, no entanto, está em queda, com o arrefecimento da guerra no Oriente Médio, após o anúncio de Donald Trump, e a queda do petróleo tipo brent
Presidente da Amazon Brasil defende que a parceria une a tecnologia da plataforma norte-americana com o portfólio e a tradição da Casas Bahia
A CSN pretende utilizar os recursos do empréstimo para refinanciar dívidas existentes no curto e médio prazo; venda da CSN Cimentos foi dada como garantia
Operação envolve transferência de ativos e dívidas para nova empresa sob controle dos investidores; saiba o que esperar do potencial negócio
Depois que a operação for fechada, a Claro será obrigada a abrir um registro de uma oferta pública para a aquisição das ações restantes da Desktop, em função da alienação de controle da empresa
Com recuperação extrajudicial, o real problema do GPA é bem maior. Veja quais as chances de isso vir a pesar de fato para a empresa e quais são os principais entraves para a reestruturação da companhia
No acumulado de 12 meses, a carteira semanal recomendada pela Terra Investimentos subiu 68,44%, contra 36,04% do Ibovespa
Parceria de R$ 1,5 bilhão marca entrada mais firme da Helbor no MCMV, com divisão de riscos e reforço de caixa ao lado da Cyrela
A criação de uma reserva de petróleo ou de um fundo de estabilização voltam a circular; entenda o que realmente funcionaria neste momento
Os benefícios para a indústria petroquímica vieram menores que o esperado, o que pode comprometer ainda mais a recuperação da Braskem, que já vem em dificuldades com sua dívida e troca de controle
Levantamento do Ethisphere Institute reúne 138 empresas em 17 países e aponta desempenho superior e maior resiliência em momentos de crise
No cenário internacional, o barril do Brent acelerou os ganhos e passou de US$ 110 sob temores de uma crise energética global