País já passou por choques de petróleo e superou sem sobressaltos, diz ministério
MME ressaltou que investimentos na cadeia de petróleo são de longo prazo e de grande vulto e que "variações de curto prazo no preço do barril de petróleo não alteram as tomadas de decisão"

O Ministério de Minas e Energia (MME) informou nesta segunda-feira, 9, que monitora o comportamento dos preços de petróleo, em queda devido à guerra de preços entre Rússia e Arábia Saudita e pela ameaça de excesso de oferta no próximo mês. Em nota oficial, o MME ressalta que investimentos na cadeia de petróleo são de longo prazo e de grande vulto e que "variações de curto prazo no preço do barril de petróleo não alteram as tomadas de decisão".
"Apenas se o preço, de fato, estabelecer-se em novo patamar, é que os investimentos poderão ser reavaliados. Portanto, o momento é de monitoramento", diz o MME.
A pasta informou ainda que o Brasil já passou por outros choques nos preços de petróleo e os superou sem sobressaltos na economia.
Sobre eventuais mecanismos que permitam menor variação nos preços dos combustíveis, o MME ressaltou que já vem estudando instrumentos dessa natureza há algum tempo. "O governo vem se preparando para ter instrumentos adequados que permitam uma menor variação nos preços de combustíveis sem interferência na liberdade de mercado, respeitando a livre negociação entre os agentes econômicos", diz a nota. "O governo vem estudando mecanismos como forma de não submeter a economia, bem como a população, à volatilidade excessiva ou abrupta de preços, seja para mais ou para menos."
Segundo o MME, a premissa dos trabalhos é o respeito à "liberdade de preços, livre negociação entre os agentes econômicos e mantendo a responsabilidade fiscal em todas as esferas de federação".
No início do ano, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, informou que pretendia apresentar até o início de março um instrumento que sirva para equalizar os preços dos combustíveis em momentos de alta na cotação do petróleo. Até o momento, o instrumento não foi apresentado.
Leia Também
O que acontece com o dinheiro de quem apostou nas bets após a proibição do governo
O ministro já negou que essa medida seja um fundo. Também à época, ele descartou o uso da Cide como instrumento - o tributo está zerado para diesel, em R$ 0,10 por litro de gasolina e não há cobrança sobre etanol.
Ainda segundo Albuquerque, qualquer alteração em tributação, seja Cide ou ICMS, imposto estadual definido pelos governadores, deveria ser tratado no âmbito da reforma tributária, que está em discussão no Congresso Nacional.
Segundo o ministro disse à época, a ideia do instrumento começou a ser estudada pelo MME em setembro, quando drones atacaram um complexo de refinarias da Arábia Saudita, maior exportador de petróleo do mundo, o que levou a uma alta na cotação do petróleo.
Esse incidente, assim como o mais recente, em que um ataque norte-americano matou o general iraniano Qassim Suleimani no aeroporto de Bagdá, gerou uma pressão sobre a commodity, mas o movimento logo foi seguido de uma acomodação e recuo nas cotações.
Na época, o ministro afirmou que o País precisava ter uma alternativa pronta, à disposição do governo, dependendo do tamanho e da duração dessas crises.
Albuquerque destaca que desde a primeira crise de preços no petróleo, em 1973, o Brasil nunca teve um mecanismo de compensação para o valor dos combustíveis.
MÁQUINA DE MILIONÁRIOS EMPERRADA
Mega-Sena 3062 encalha e prêmio em jogo sobe para R$ 45 milhões; Lotofácil, Quina e outras loterias também acumulam
25 de setembro de 2026 - 6:48IVA VEM AÍ
Do supermercado à academia: o que a reforma tributária muda para o seu bolso como consumidor?
25 de setembro de 2026 - 6:03NINGUÉM PAGA SOZINHO
Quem vai pagar a conta da Braskem (BRKM5)? Petrobras (PETR4) recusa aporte isolado, enquanto credores pressionam por bilhões
24 de setembro de 2026 - 19:30EQUILIBRANDO PRATOS
Palmeiras, ciclope e doping: as metáforas de Galípolo para falar de juros, crédito e driblar perguntas espinhosas
24 de setembro de 2026 - 17:30EDUCAÇÃO NOS HOLOFOTES
Cogna (COGN3) ainda pode subir 35%, mas Bradesco BBI faz um alerta para quem está de olho na ação
24 de setembro de 2026 - 16:45FIN4SHE 2026
Onde as mulheres investem? Presença feminina na B3 cresce 83%, mas ativo favorito ainda é outro
24 de setembro de 2026 - 15:49VISÃO DO GESTOR
O que Luis Stuhlberger espera de um governo Lula 4 e de um governo Flávio Bolsonaro
24 de setembro de 2026 - 13:39CAFEÍNA NA VEIA
Preço do café cai, consumo aumenta: brasileiros voltam a encher a xícara em 2026
24 de setembro de 2026 - 10:57ENGENHARIA FINANCEIRA
Banco Genial na mira: Operação Crédito Oculto investiga suposto esquema para esconder donos de distribuidora de combustíveis
24 de setembro de 2026 - 9:51NA TRAAAAAVE!
368 apostadores ficam no quase na Lotofácil 3787; Lotomania e +Milionária pagam mais de R$ 100 mil por bolas na trave
24 de setembro de 2026 - 6:53É HOJE
INSS e BPC/LOAS são pagos hoje; confira datas de setembro de 2026 e regras dos benefício
24 de setembro de 2026 - 5:05IRPF 2026
Receita Federal abre consulta a lote de restituição do Imposto de Renda para quem caiu na malha fina
23 de setembro de 2026 - 8:50ATENÇÕES DIVIDIDAS
Lotofácil 3786 e Dia de Sorte 1304 pagam prêmio principal; Mega-Sena 3061 acumula e agora promete R$ 38 milhões
23 de setembro de 2026 - 6:41BARGANHA GEOPOLÍTICA
Xi Jinping tem arma contra Trump que pode beneficiar uma empresa no Brasil, defende BTG
22 de setembro de 2026 - 16:35MUITO CUIDADO
Suzano (SUZB3) ou Klabin (KLBN11)? Bradesco BBI analisa setor de papel e celulose e apresenta sua “top pick”
22 de setembro de 2026 - 15:55ATÉ ONDE A SELIC VAI?
Copom vê a economia esfriar, mas não dá ao mercado a resposta que ele mais quer sobre os juros
22 de setembro de 2026 - 11:28ASSEMBLEIA VIRTUAL
Greve na Caixa: funcionários votam proposta do banco para o fim da paralisação; conheça a decisão
22 de setembro de 2026 - 7:10DEZENAS DE GANHADORES
Lotofácil 3785 premia aposta simples e bolão com 35 participantes; Mega-Sena promete R$ 32 milhões
22 de setembro de 2026 - 6:38ESTÁ NO PREÇO
O Brasil vai quebrar? Entenda por que o risco fiscal mexe com a renda fixa, as ações e até o dólar
22 de setembro de 2026 - 6:03DEPOIS DO ALERTA