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2020-04-10T08:14:56-03:00
Estadão Conteúdo
Após colapso no mercado

Opep confirma acordo para cortar produção de petróleo, mas falta aval de um país

Países vão reduzir produção coletiva em mais 10 milhões de barris por dia após concluírem uma reunião virtual de mais de 11 horas, mas ainda aguardam aprovação do México

10 de abril de 2020
8:14
Barril de petróleo e mapa mundi
Barril de petróleo e mapa mundi - Imagem: Shutterstock

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e aliados que incluem a Rússia confirmaram nesta sexta-feira que chegaram a um acordo para reduzir sua produção coletiva em mais 10 milhões de barris por dia (bpd), após concluírem uma reunião virtual de mais de 11 horas. O México, porém, ainda não endossou o acerto.

O acordo, que vem num momento em que a pandemia do coronavírus tem prejudicado fortemente a demanda por petróleo, prevê que o corte fique em vigor por dois meses, a partir de 1° de maio, segundo comunicado divulgado pela Opep nas primeiras horas de hoje.

A Opep+ (como é conhecido o grupo formado pela Opep e aliados) decidiu ainda que o corte na produção diminuiria para 8 milhões de bpd ao longo do segundo semestre de 2020.

A partir de janeiro de 2021, passaria a valer uma redução de 6 milhões de bpd na oferta, que ficaria em vigor até abril de 2022.

O acerto foi aprovado por todos os participantes da Opep+, com exceção do México. Por esse motivo, a implementação do acordo dependerá do aval mexicano, explica o comunicado.

Em mensagem publicada no Twitter, a ministra de Energia do México, Rocío Nahle, disse que seu país estaria disposto a cortar sua produção em 100 mil bpd nos próximos dois meses.

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