🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

cenário de crise

Fórum Econômico Mundial: ‘Estamos enfrentando o risco de outra geração perdida’

Temor com o aumento do desemprego e mudanças profundas na cadeia produtiva tende a subir na lista de riscos apontados pelo levantamento realizado

Fundo Monetário Internacional (FMI)
Imagem: Shutterstock

A pandemia de coronavírus terá efeitos duradouros, pois o alto desemprego afeta a confiança do consumidor, a desigualdade e o bem-estar, e desafia a eficácia dos sistemas de proteção social. "Com pressões significativas sobre emprego e educação - mais de 1,6 bilhão de estudantes perderam a escolaridade durante a pandemia -, estamos enfrentando o risco de outra geração perdida", avaliou o Diretor de Risco do grupo, Zurich Insurance Group, Peter Giger.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A partir de Zurique, na Suíça, ele participou de uma teleconferência realizada nesta terça-feira, 19, pelo Fórum Econômico Mundial para divulgar o relatório "Covid-19 Risks Outlook: Um mapeamento preliminar e suas implicações", publicado hoje. A empresa é uma das patrocinadoras do documento.

Durante a apresentação, Giger comentou que as pessoas têm visto mais o céu azul porque as emissões de carbono caíram 80% no início do ano em relação ao mesmo período do ano passado. Ele recomendou também mais atenção com as ações de desmatamento no mundo e salientou que o planeta continua a se aquecer. "As decisões tomadas agora determinarão como esses riscos ou oportunidades ocorrerão", disse.

Riscos

O temor com o aumento do desemprego e mudanças profundas na cadeia produtiva tende a subir na lista de riscos apontados pelo levantamento realizado sistematicamente pelo Fórum Econômico Mundial, na avaliação da sua diretora administrativa, Saadia Zahidi. Na teleconferência, ela disse que as preocupações para a próxima década apontadas em janeiro por 350 profissionais de risco seniores já passam por transformação e tendem a mudar ainda mais depois da covid-19.

A partir de Genebra, Saadia avaliou que, dado o cenário global, essas mudanças não são surpreendentes. "Claro que isso tudo virá à tona nos próximos meses", previu. Para ela, o momento também é de ampliar as ações para que se reconstrua um mundo melhor a partir da pandemia. Uma boa oportunidade, de acordo com a diretora, é dar mais estímulos verdes à economia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Saadia afirmou que está mais preocupada com o que acontecerá no médio prazo, em relação aos riscos apontados pela pesquisa. Ela comentou, também, que a crise mostrou que profissões muito pouco valorizadas até o momento acabaram se tornando essenciais, como a de enfermeiros e professores, por exemplo.

Leia Também

NOVAS REGRAS

Motoristas ganham prazo extra para dirigir com a CNH vencida; entenda a nova regra

SEGURANÇA E ESTABILIDADE

Casa própria vale mais para a qualidade de vida do que viagens e lazer, mas exige cuidado para não virar pesadelo

"Mesmo antes da crise da covid-19, as organizações enfrentavam um cenário de risco global altamente complexo e interconectado", comentou John Doyle, presidente e CEO da Marsh, que é uma das empresas que contribuíram para a confecção do "Covid-19 Risks Outlook: Um mapeamento preliminar e suas implicações".

Segundo Doyle, desde ameaças cibernéticas a cadeias de suprimentos e passando pelo bem-estar de seus funcionários, as empresas agora repensam muitas das estruturas nas quais antes confiavam. "Para criar condições para uma recuperação mais rápida e um futuro mais resiliente, os governos e o setor privado precisam trabalhar juntos de maneira mais eficaz. Juntamente com os grandes investimentos para melhorar os sistemas, a infraestrutura e a tecnologia da saúde, um dos resultados dessa crise deve ser que as sociedades se tornem mais resistentes e capazes de suportar pandemias futuras e outros grandes choques", considerou.

Protecionismo

Na mesma conferência, o diretor Executivo da Marsh & McLennan, Richard Smith-Bingham, previu que reações de protecionismo devem acelerar com a covid-19. Ele lembrou que meses antes da pandemia, o mundo assistia a uma guerra comercial entre Estados Unidos e China, as duas maiores potências econômicas do mundo, e também o processo de separação do Reino Unido da União Europeia (UE), o chamado Brexit. "São coisas que vão acelerar com a covid-19", salientou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já a reitora da Escola de Governo Blavatnik, da Universidade de Oxford, no Reino Unido, Ngaire Woods, chamou a atenção para a construção que o mundo fará de suas economias após a crise. Ela avaliou, por exemplo, ser fundamental dar apoio a empresas e países com ratings baixos de crédito. "Se não fizermos isso, o resultado será ainda mais negativo", projetou.

A reitora comentou que um aprendizado que o mundo tem recebido da covid-19 é a possibilidade de reunião de pessoas que estão longe umas das outras por meio de teleconferências, como a que foi organizada pelo Fórum. "Eventos como este, por vídeo, mostram como as pessoas podem colaborar umas com as outras mesmo estando distante. Esta é uma grande oportunidade para o setor público em torno do globo", apontou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
lotofácil da independência 15 de setembro de 2026 - 6:57
casas bahia biah3 leilão descontos liquidação 14 de setembro de 2026 - 14:55
furacão el niño 14 de setembro de 2026 - 14:06
melhores cidades da europa londres inglaterra turismo viagem viagens 14 de setembro de 2026 - 11:15

EL NIÑO

Calor extremo cria nova ameaça imobiliária em Londres

14 de setembro de 2026 - 11:15
Aplicativo de IA de internet de ícones de inteligência artificial, ChatGPT, da OpenAi 13 de setembro de 2026 - 18:03
Imagem feita com inteligência artificial. Notas de dinheiro e moedas e, ao fundo, prédios em São Paulo 13 de setembro de 2026 - 14:35
Chuva pode baratear preço da energia elétrica, mas cenário pode mudar até 2027 12 de setembro de 2026 - 10:30
Em um fundo que traz uma montagem com cédulas e gráficos, Roberto Padovani, economista-chefe do Banco BV, aparece do lado direito usando blazer azul e camisa branca. Do lado esquerdo, a pergunta: Por que os juros não caem? 11 de setembro de 2026 - 17:32
lotofácil da independência 11 de setembro de 2026 - 9:45
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar