O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Temor com o aumento do desemprego e mudanças profundas na cadeia produtiva tende a subir na lista de riscos apontados pelo levantamento realizado
A pandemia de coronavírus terá efeitos duradouros, pois o alto desemprego afeta a confiança do consumidor, a desigualdade e o bem-estar, e desafia a eficácia dos sistemas de proteção social. "Com pressões significativas sobre emprego e educação - mais de 1,6 bilhão de estudantes perderam a escolaridade durante a pandemia -, estamos enfrentando o risco de outra geração perdida", avaliou o Diretor de Risco do grupo, Zurich Insurance Group, Peter Giger.
A partir de Zurique, na Suíça, ele participou de uma teleconferência realizada nesta terça-feira, 19, pelo Fórum Econômico Mundial para divulgar o relatório "Covid-19 Risks Outlook: Um mapeamento preliminar e suas implicações", publicado hoje. A empresa é uma das patrocinadoras do documento.
Durante a apresentação, Giger comentou que as pessoas têm visto mais o céu azul porque as emissões de carbono caíram 80% no início do ano em relação ao mesmo período do ano passado. Ele recomendou também mais atenção com as ações de desmatamento no mundo e salientou que o planeta continua a se aquecer. "As decisões tomadas agora determinarão como esses riscos ou oportunidades ocorrerão", disse.
O temor com o aumento do desemprego e mudanças profundas na cadeia produtiva tende a subir na lista de riscos apontados pelo levantamento realizado sistematicamente pelo Fórum Econômico Mundial, na avaliação da sua diretora administrativa, Saadia Zahidi. Na teleconferência, ela disse que as preocupações para a próxima década apontadas em janeiro por 350 profissionais de risco seniores já passam por transformação e tendem a mudar ainda mais depois da covid-19.
A partir de Genebra, Saadia avaliou que, dado o cenário global, essas mudanças não são surpreendentes. "Claro que isso tudo virá à tona nos próximos meses", previu. Para ela, o momento também é de ampliar as ações para que se reconstrua um mundo melhor a partir da pandemia. Uma boa oportunidade, de acordo com a diretora, é dar mais estímulos verdes à economia.
Saadia afirmou que está mais preocupada com o que acontecerá no médio prazo, em relação aos riscos apontados pela pesquisa. Ela comentou, também, que a crise mostrou que profissões muito pouco valorizadas até o momento acabaram se tornando essenciais, como a de enfermeiros e professores, por exemplo.
Leia Também
"Mesmo antes da crise da covid-19, as organizações enfrentavam um cenário de risco global altamente complexo e interconectado", comentou John Doyle, presidente e CEO da Marsh, que é uma das empresas que contribuíram para a confecção do "Covid-19 Risks Outlook: Um mapeamento preliminar e suas implicações".
Segundo Doyle, desde ameaças cibernéticas a cadeias de suprimentos e passando pelo bem-estar de seus funcionários, as empresas agora repensam muitas das estruturas nas quais antes confiavam. "Para criar condições para uma recuperação mais rápida e um futuro mais resiliente, os governos e o setor privado precisam trabalhar juntos de maneira mais eficaz. Juntamente com os grandes investimentos para melhorar os sistemas, a infraestrutura e a tecnologia da saúde, um dos resultados dessa crise deve ser que as sociedades se tornem mais resistentes e capazes de suportar pandemias futuras e outros grandes choques", considerou.
Na mesma conferência, o diretor Executivo da Marsh & McLennan, Richard Smith-Bingham, previu que reações de protecionismo devem acelerar com a covid-19. Ele lembrou que meses antes da pandemia, o mundo assistia a uma guerra comercial entre Estados Unidos e China, as duas maiores potências econômicas do mundo, e também o processo de separação do Reino Unido da União Europeia (UE), o chamado Brexit. "São coisas que vão acelerar com a covid-19", salientou.
Já a reitora da Escola de Governo Blavatnik, da Universidade de Oxford, no Reino Unido, Ngaire Woods, chamou a atenção para a construção que o mundo fará de suas economias após a crise. Ela avaliou, por exemplo, ser fundamental dar apoio a empresas e países com ratings baixos de crédito. "Se não fizermos isso, o resultado será ainda mais negativo", projetou.
A reitora comentou que um aprendizado que o mundo tem recebido da covid-19 é a possibilidade de reunião de pessoas que estão longe umas das outras por meio de teleconferências, como a que foi organizada pelo Fórum. "Eventos como este, por vídeo, mostram como as pessoas podem colaborar umas com as outras mesmo estando distante. Esta é uma grande oportunidade para o setor público em torno do globo", apontou.
Marcelo Gasparino chega ao conselho defendendo alinhamento ao mercado internacional, enquanto governo tenta segurar reajustes
Com riscos geopolíticos e inflação no radar, banco sugere diversificação global e vê força no petróleo e metais industriais
Com feriado de Tiradentes, semana começa mais lenta no Brasil, enquanto EUA, Europa e China concentram dados relevantes de atividade, inflação e consumo
A estatal voltou ao centro das atenções após a aprovação, em assembleia, de proventos referentes a 2025; crescimento da ação também foi destaque
O anúncio da oferta de compra do Master pelo banco estatal controlado pelo governo do Distrito Federal foi feita em março de 2025
A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de sábado (18). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Caixa retoma sorteios das loterias amanhã (20).
Ranking da Grana Capital mostra os fundos imobiliários que mais distribuíram dividendos em 12 meses
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de sexta-feira (17). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (17), Mega-Sena, Quina, Timemania e +Milionária prometem prêmios de oito dígitos.
Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira aos 68 anos. O brasileiro é reconhecido como um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos.
João Scandiuzzi, estrategista-chefe do BTG Pactual, explicou quais são as perspectivas para o cenário macroeconômico em participação no VTEX Day
Presidente Lula sancionou lei que permite a realização de três exames por ano; salário no final do mês não será afetado
A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (16). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Destaque para a Quina, que pode pagar R$ 20 milhões hoje (17).
Após um março sem feriados, brasileiros poderão descansar uma segunda vez em abril com Tiradentes
A nova edição do ranking de responsabilidade corporativa da Merco no Brasil traz um recorte mais detalhado por pilares — ambiental (E), social (S) e governança (G), mostrando a posição de cada empresa em todos eles
Notificação a milhares de companhias coloca créditos de PIS/Cofins em xeque e pode mexer com as estimativas do setor; veja o que dizem os especialistas
A repercussão foi tamanha que Nassim Taleb, cuja fama costuma ser restrita ao mundo das finanças, respondeu a Jade Picon no X
O financiamento imobiliário exige planejamento por representar décadas de dívidas e a organização de documentos é a primeira etapa; veja o que é preciso ter em mãos
Filho mais velho de FHC foi nomeado como curador provisório do pai, que sofre em grau avançado da doença de Alzheimer
Mais conectado, mais desconfiado e com menos paciência: o brasileiro digital não perdoa erro, demora ou taxa surpresa
O montante, anunciado em março deste ano, será direcionado a empresas consideradas estratégicas ou afetadas por choques externos