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Em meio à carência de recursos, famílias e empresas aumentaram a demanda por crédito nos bancos
Com empresas e famílias em busca de recursos para fechar as contas, na esteira da pandemia do novo coronavírus, as concessões dos bancos no crédito livre subiram 28,3% em março ante fevereiro, para R$ 370,0 bilhões, informou nesta terça-feira o Banco Central. Nos 12 meses até março, houve avanço de 16,7%.
Os dados apresentados agora pelo BC já são influenciados pelos efeitos da pandemia, que colocou em isolamento social boa parte da população e reduziu a atividade das empresas. Em meio à carência de recursos, famílias e empresas aumentaram a demanda por crédito nos bancos, o que se reflete nos números de concessões.
O BC, no entanto, não divulga dados sobre o quanto a procura por crédito aumentou - mas apenas o quanto foi concedido. Assim, isoladamente os números de concessões não indicam se toda a demanda por crédito está, de fato, sendo atendida.
Em março, no crédito para pessoas físicas, as concessões subiram 0,4%, para R$ 153,9 bilhões. Em 12 meses até março, há alta de 14,7%.
Já no caso de pessoas jurídicas, as concessões subiram 59,9% em março ante fevereiro, para R$ 216,1 bilhões. Em 12 meses até março, o avanço é de 19,0%.
A taxa média de juros no crédito livre caiu de 34,1% ao ano em fevereiro para 33,2% ao ano em março, informou o Banco Central. Em março de 2019, essa taxa estava em 38,3% ao ano.
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Para as pessoas físicas, a taxa média de juros no crédito livre passou de 46,7% para 46,1% ao ano de fevereiro para março, enquanto para as pessoas jurídicas foi de 17,0% para 16,6% ao ano.
Entre as principais linhas de crédito livre para a pessoa física, destaque para o cheque especial, cuja taxa passou de 130,6 % ao ano para 130,0% ao ano de fevereiro para março. No crédito pessoal, a taxa passou de 21,4% para 21,0% ao ano.
Desde julho de 2018, os bancos estão oferecendo um parcelamento para dívidas no cheque especial. A opção vale para débitos superiores a R$ 200. A expectativa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) era de que essa migração do cheque especial para linhas mais baratas acelerasse a tendência de queda do juro cobrado ao consumidor.
Em função da ineficácia da autorregulação da Febraban, o BC anunciou a limitação dos juros do cheque especial em 8% ao ano (151,82% ao ano). A nova regra começou a valer em 6 de janeiro.
Além da limitação do juro, os dados agora divulgados também refletem uma revisão realizada na série histórica do BC. De acordo com a autarquia, os números passaram a considerar o fato de alguns bancos cobrarem juro no cheque especial apenas após dez dias de atraso no pagamento da fatura. Antes, era considerado todo o período de atraso. Esta mudança fez com que o nível do juro no cheque especial, na nova série histórica, fosse menor em anos anteriores.
Os dados divulgados nesta terça pelo Banco Central mostraram ainda que, para aquisição de veículos, os juros foram de 19,4% ao ano em fevereiro para 19,8% em março.
A taxa média de juros no crédito total, que inclui operações livres e direcionadas (com recursos da poupança e do BNDES), foi de 23,1% ao ano em fevereiro para 22,7% ao ano em março. Em março de 2019, estava em 25,0%.
Já o Indicador de Custo de Crédito (ICC) caiu 0,2 ponto porcentual em março ante fevereiro, aos 20,1% ao ano. O porcentual reflete o volume de juros pagos, em reais, por consumidores e empresas no mês, considerando todo o estoque de operações, dividido pelo próprio estoque. Na prática, o indicador reflete a taxa de juros média efetivamente paga pelo brasileiro nas operações de crédito contratadas no passado e ainda em andamento.
A taxa de inadimplência nas operações de crédito livre com os bancos continuou estável em 3,8% de fevereiro para março, ainda segundo o BC. Em março de 2019, a taxa estava em 3,9%.
Para as pessoas físicas, a taxa de inadimplência foi de 5,1% para 5,2% no período. No caso das empresas, a taxa permaneceu em 2,3%.
Os dados apresentados hoje pelo BC já são influenciados pelos efeitos da pandemia, que colocou em isolamento social boa parte da população e reduziu a atividade das empresas.
Já a inadimplência do crédito direcionado passou de 1,9% para 2,3% na passagem de fevereiro para março. Com isso, o dado que considera o crédito livre mais o direcionado mostra que a taxa de inadimplência foi de 3,0% para 3,2%.
O estoque total de operações de crédito do sistema financeiro subiu 2,9% em março ante fevereiro, para R$ 3,587 trilhões, informou o Banco Central. Em 12 meses, houve alta de 9,6%.
Em março ante fevereiro, houve elevação de 0,3% no estoque para pessoas físicas e alta de 6,4% para pessoas jurídicas. De acordo com o BC, o estoque de crédito livre avançou 4,4% em março, enquanto o de crédito direcionado apresentou alta de 0,7%.
No crédito livre, houve alta de 0,1% no saldo para pessoas físicas no mês passado. Para as empresas, o estoque avançou 9,9% no período. O BC informou ainda que o total de operações de crédito em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) foi de 47,7% para 48,9% na passagem de fevereiro para março.
As projeções do BC, atualizadas no Relatório Trimestral de Inflação (RTI) de março, indicam expansão de 4,8% para o crédito total em 2020. A projeção para o crédito livre em 2020 é de alta de 8,2%. Já a expectativa para o crédito direcionado é de variação zero neste ano.
Estas projeções já levam em conta os efeitos da epidemia do novo coronavírus na economia, mas o BC lembrou que elas tiveram como data de corte o dia 13 de março. Desde então, as perspectivas mudaram, sendo que o próprio BC anunciou medidas para sustentar o crédito.
De acordo com o BC, o spread bancário médio no crédito livre passou de 28,9 pontos porcentuais em fevereiro para 27,5 pontos porcentuais em março.
O spread médio da pessoa física no crédito livre foi de 41,3 para 40,1 pontos porcentuais no período. Para pessoa jurídica, o spread médio passou de 12,0 para 11,3 pontos porcentuais.
O spread é calculado com base na diferença entre o custo de captação de recursos pelos bancos e o que é efetivamente cobrado dos clientes finais (famílias e empresas) em operações de crédito.
Os dados apresentados hoje pelo BC já são influenciados pelos efeitos da pandemia, que colocou em isolamento social boa parte da população e reduziu a atividade das empresas. Em meio à carência de recursos, famílias e empresas aumentaram a demanda por crédito nos bancos. Ao mesmo tempo, o risco de inadimplência nas operações aumentou - o que, em tese, serviria de impulso ao spread.
O spread médio do crédito direcionado foi de 4,1 para 4,2 pontos porcentuais na passagem de fevereiro para março. Já o spread médio no crédito total (livre e direcionado) foi de 18,6 para 18,0 pontos porcentuais no período.
O saldo de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para empresas avançou 0,4% em março ante fevereiro, somando R$ 379,454 bilhões, diz o BC. Em 12 meses, a queda acumulada é de 12,1%.
Os dados apresentados hoje pelo BC já são influenciados pelos efeitos da pandemia, que colocou em isolamento social boa parte da população e reduziu a atividade das empresas. Neste período, o BNDES tem participado de iniciativas do governo federal para manter a oferta de crédito para as empresas.
Em março, houve avanço de 0,1% nas linhas de financiamento agroindustrial do BNDES, alta de 0,5% no financiamento de investimentos e queda de 2,7% no saldo de capital de giro.
O estoque das operações de crédito direcionado para habitação no segmento pessoa física cresceu 0,7% em março ante fevereiro, totalizando R$ 647,823 bilhões. Em 12 meses até março, o crédito para habitação no segmento pessoa física subiu 7,0%.
Já o estoque de operações de crédito livre para compra de veículos por pessoa física recuou 0,3% em março ante fevereiro, para R$ 208,453 bilhões. Em 12 meses, houve alta de 17,9%.
O endividamento das famílias brasileiras com o sistema financeiro ficou em 45,5% em fevereiro, ante 45,2% em janeiro,segundo o Banco Central (BC). Se forem descontadas as dívidas imobiliárias, o endividamento ficou em 26,8% em fevereiro, ante 26,5% em janeiro.
O cálculo do BC leva em conta o total das dívidas dividido pela renda no período de 12 meses. Além disso, incorpora os dados da Pesquisa Nacional de Amostragem Domiciliar (Pnad) contínua e da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), ambas do IBGE.
Em função da metodologia utilizada, os números de endividamento sempre são divulgados com um mês de defasagem. Assim, os dados de hoje têm como referência o mês de fevereiro, quando os efeitos da pandemia do novo coronavírus sobre a economia ainda eram incipientes. A tendência é de que os números de março reflitam com mais intensidade mudanças no endividamento das famílias em função da pandemia.
Segundo o BC, o comprometimento de renda das famílias com o Sistema Financeiro Nacional (SFN) atingiu 20% em fevereiro, o mesmo porcentual verificado em janeiro. Descontados os empréstimos imobiliários, o comprometimento da renda ficou em 17,6% em fevereiro, ante 17,7% em janeiro.
*Com Estadão Conteúdo
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