Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Renovando as máximas

R$ 5,40: o dólar voltou do feriado sob pressão, cravou mais um alta e chegou a um novo recorde

O dólar à vista rompeu pela primeira vez o nível de R$ 5,40, pressionado pelas incertezas ligadas ao mercado de petróleo e pela percepção de que mais cortes na Selic estão a caminho. O Ibovespa, no entanto, não foi afetado pela cautela e fechou em alta de mais de 2%

Victor Aguiar
Victor Aguiar
22 de abril de 2020
18:11 - atualizado às 18:54
Dólar
Imagem: Shutterstock

Em 8 de abril, o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, sinalizou que o real teria se desvalorizado demais em relação ao dólar, dando a entender que a autoridade monetária acompanharia o câmbio de perto — e causando um alívio imediato no mercado de moedas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Passadas duas semanas, o quadro mudou radicalmente: o aumento da aversão ao risco no exterior, a deterioração da economia global por causa do surto de coronavírus, o novo colapso do petróleo, a turbulência do cenário político doméstico, a potencial queda na Selic — tudo contribuiu para pressionar o dólar.

Tanto é que seis das últimas sete sessões foram de alta da moeda americana, num movimento que culminou na cotação desta quarta-feira (22): ao fim do dia, a divisa avançava 1,90%, a R$ 5,4087 — o novo recorde nominal de fechamento do dólar à vista.

  • Eu gravei um vídeo para explicar a dinâmica dos mercados nesta quarta-feira. Veja abaixo:

E olha que, no momento de maior tensão, o mercado de câmbio esteve ainda mais pressionado: no meio da tarde, a moeda americana chegou a bater os R$ 5,4147 (+2,01%) — a divisa nunca tinha superado a marca de R$ 5,32. Com o desempenho de hoje, o dólar à vista já acumula ganhos de 3,80% em abril e de 34,45% desde o começo do ano.

Esse estresse todo, no entanto, não contaminou o Ibovespa, que foi ganhando força ao longo do pregão e fechou em alta de 2,17%, aos 80.687,15 pontos. É a primeira vez desde 13 de março que o índice brasileiro termina uma sessão acima dos 80 mil pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A calmaria vista na bolsa se deve ao tom mais positivo visto no exterior: nos Estados Unidos, o Dow Jones subiu 1,99%, o S&P 500 teve ganho de 2,29% e o Nasdaq avançou 2,81%; na Europa, as principais praças também terminaram em alta.

Leia Também

Tanto a cautela no dólar quanto o otimismo na bolsa possuem relação com o comportamento do petróleo: por um lado, a commodity se recuperou hoje e deu ânimo ao mercado de ações; por outro, a incerteza em relação aos preços do produto segue elevada, o que inspira uma postura mais defensiva por parte dos investidores.

No entanto, o exterior e o petróleo não foram os únicos fatores a influenciar o comportamento dos ativos domésticos: por aqui, uma série de questões contribuiu para trazer pressão extra ao dólar.

Volta do feriado

Em primeiro lugar, é preciso fazer um rápido resumo dos últimos dias: desde segunda-feira (20), o petróleo tem enfrentado dias turbulentos, com um novo colapso nas cotações por causa da demanda quase nula pela commodity.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em meio ao surto de coronavírus e à queda drástica no nível de atividade dos países, o consumo de combustíveis e outros derivados do petróleo caiu muito. Nesse cenário, muitas empresas fizeram estoques ao longo de março, aproveitando os preços baixos gerados pelas disputas entre Arábia Saudita e Rússia.

Só que essa combinação de estoques cheios e economia travada implica numa pouca demanda por mais petróleo. Assim, a commodity que já foi extraída não tem destino — quase não há mais capacidade de estocagem no mundo, o que derrubou os preços do WTI e do Brent.

Dito tudo isso, vale lembrar que, ontem, os mercados brasileiros estiveram fechados por causa do feriado do Dia de Tiradentes — e, ontem, tivemos uma sessão bastante negativa no exterior, com as bolsas em queda e o dólar se fortalecendo em escala global.

Assim, era natural que os ativos domésticos passassem por um ajuste nesta quarta-feira, dado o tom negativo visto no dia anterior. E o dólar cumpriu as expectativas: tirou o atraso e subiu forte, destoando das demais divisas de países emergentes, que tiveram um dia relativamente estável na comparação com a moeda americana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Corte na Selic = dólar em alta

A perspectiva de novos cortes na taxa Selic também cooperou para o salto na moeda americana — juros menores diminuiriam o diferencial em relação às taxas dos EUA, o que, na prática, reduz a atratividade dos investimentos no país.

E, de fato, o dia foi de forte correção negativa no mercado de juros futuros — sinais do BC quanto a possíveis novas baixas na Selic aumentam a percepção de que o ciclo de cortes na taxa básica continuará:

  • Janeiro/2021: de 2,83% para 2,65%;
  • Janeiro/2022: de 3,37% para 3,19%;
  • Janeiro/2023: de 4,37% para 4,29%;
  • Janeiro/2025: de 5,96% para 5,86%.

No front local, os investidores continuaram acompanhando de perto as movimentações em Brasília: o clima no cenário político é de profunda deterioração, especialmente após o presidente Jair Bolsonaro ter participado de atos anti-democracia no fim de semana.

Nesse ambiente belicoso, há duas grandes preocupações por parte do mercado: em primeiro lugar, há o temor de uma descoordenação ainda maior nos esforços para combate ao surto de coronavírus, tanto do ponto de vista da saúde pública quanto da economia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em segundo, há a percepção de que qualquer pauta defendida pelo governo encontrará oposição ferrenha no Congresso, o que põe em risco a retomada da agenda de reformas econômicas no pós-crise e pode favorecer o avanço de eventuais 'pautas-bomba' na Câmara e no Senado.

Tal cenário acaba trazendo pressão extra ao câmbio, que já busca novos recordes — o que aumenta a pressão sobre o Banco Central e possíveis atuações para conter o avanço descontrolado do dólar à vista.

A autoridade monetária até realizou um leilão de swap no meio da tarde, oferecendo até 10 mil contratos (US$ 500 milhões). No entanto, a oferta não foi integralmente absorvida pelo mercado e pouco contribuiu para trazer alívio à cotação do dólar.

Por que?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O rebote do petróleo

Eu disse lá em cima que era natural que os ativos brasileiros passassem por um ajuste, mas o Ibovespa não cumpriu o script. No início do dia, o índice brasileiro até mostrava alguma fraqueza, ficando no zero a zero. No entanto, em pouco tempo ganhou embalo e recuperou os 80 mil pontos — e não devolveu mais.

Por que?

Bem, as bolsas globais tiveram um dia positivo hoje, repercutindo a forte recuperação do petróleo: o WTI com vencimento em junho subiu 19,10%, a US$ 13,78 o barril, enquanto o Brent para junho teve alta de 5,38%, a US$ 20,37.

Há dois pontos a serem observados aqui. Em primeiro lugar, chama a atenção o desempenho muito mais forte do WTI, contrato negociado nos Estados Unidos — e isso se deve às declarações do presidente americano, Donald Trump.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ontem, ele disse ter orientado secretários a bolarem um plano para disponibilizar fundos para companhias do setor de óleo e gás; Hoje, Trump instruiu a Marinha dos EUA a destruir navios iranianos que ameacem embarcações do país no mar.

A declaração não veio à toa: boa parte dos estoques de petróleo dos EUA é feita em navios-tanque que ficam no mar — assim, Trump insinuou que há uma tensão militar que pode mexer diretamente com o mercado da commodity, provocando um choque nos preços.

Em segundo lugar, é preciso estar atento às cotações de fato do petróleo. Por mais que os ganhos de hoje tenham sido expressivos, o preço do barril segue bastante baixo — há um ano, a commodity era negociada na faixa dos US$ 70.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De qualquer jeito, a injeção de ânimo no petróleo se estendeu às bolsas e fez o Ibovespa ignorar os eventuais ajustes negativos decorrentes do pós-feriado — e boa parte desse efeito se deve ao bom desempenho das ações da Petrobras, que pegaram carona na alta da commodity.

Os papéis PN da estatal (PETR4) — que possuem grande peso na composição do índice — fecharam em alta 5,02%, enquanto os ONs (PETR3) avançaram 3,63%.

Top 5

Veja abaixo as cinco maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira:

CÓDIGONOMEPREÇO (R$)VARIAÇÃO
BTOW3B2W ON75,75+17,15%
VVAR3Via Varejo ON7,40+12,29%
LAME4Lojas Americanas PN25,17+9,39%
PCAR3GPA ON70,72+8,80%
MRFG3Marfrig ON10,33+7,94%

Confira também as maiores quedas do índice:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CÓDIGONOMEPREÇO (R$)VARIAÇÃO
IRBR3IRB ON11,06-7,29%
EMBR3Embraer ON8,97-2,50%
SANB11Santander Brasil units25,34-2,35%
AZUL4Azul PN16,31-2,22%
GOLL4Gol PN11,90-1,41%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
TOUROS E URSOS #268

O dólar está ‘no limite’? Por que este gestor especialista em câmbio não vê muito mais espaço para queda

29 de abril de 2026 - 14:30

Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, participou da edição desta semana do podcast Touros e Ursos. Para ele, a moeda norte-americana já se aproxima de um piso e tende a encontrar resistência para cair muito além dos níveis atuais

AUMENTOU A VACÂNCIA

Fundo imobiliário perde inquilina que responde por 16% da receita; confira os impactos no bolso dos cotistas

29 de abril de 2026 - 10:46

Os espaços que serão devolvidos pela inquilina representam, aproximadamente, 11,7% da área bruta locável (ABL) do portfólio do HOFC11

LOGÍSTICA DAY

Nova casa do Mercado Livre: FII do BTG Pactual entrega maior galpão built-to-suit da América Latina; confira os detalhes do novo espaço

28 de abril de 2026 - 18:02

O imóvel é o primeiro ativo de desenvolvimento (greenfield) realizado pela plataforma logística do BTG Pactual

O DÓLAR VAI DERRETER?

Nem Lula, nem Flávio Bolsonaro: o vencedor nas pesquisas eleitorais é o real — e Citi monta estratégia para lucrar com o câmbio

28 de abril de 2026 - 17:08

Enquanto o mercado teme a urna, o banco norte-americano vê oportunidade; entenda a estratégia para apostar na valorização do real diante do cenário eleitoral acirrado no Brasil

VEJA DETALHES

IPO de até R$ 5 bilhões: Compass confirma oferta de ações que ‘sairão do bolso’ dos acionistas, incluindo a Cosan (CSAN3)

28 de abril de 2026 - 9:02

Operação será 100% secundária, o que significa que o dinheiro não entrará no caixa da empresa e, sim, no bolso dos acionistas vendedores, e pode envolver inicialmente 89,28 milhões de ações, com possibilidade de ampliação conforme a demanda

A GEOPOLÍTICA DO DINHEIRO

O dólar mais baixo veio para ficar? Inter corta projeção para 2026 e recalibra cenário de juros e inflação

27 de abril de 2026 - 20:09

Moeda norte-americana perde força globalmente, enquanto petróleo elevado e tensões no Oriente Médio pressionam inflação e limitam cortes de juros; confira as projeções do banco

CONTRATO DE EVENTO

B3 estreia 6 novos contratos de eventos: saiba como funcionam os “derivativos simplificados” de Ibovespa, dólar e bitcoin

27 de abril de 2026 - 19:15

O Seu Dinheiro explica de forma simples como funciona essa forma de operar derivativos com risco limitado

ALUGUEL DE AÇÕES EM DISPARADA

Às vésperas de eleição decisiva na Hapvida (HAPV3), controladores ‘mostram os dentes’ para defender o poder na empresa

27 de abril de 2026 - 18:45

Com aluguel de ações disparando, o movimento que normalmente indicaria pressão vendedora revela, na verdade, uma disputa silenciosa por poder, em que papéis são utilizados como instrumento para ampliar influência na assembleia que decidirá o futuro do conselho

OFERTA PÚBLICA DE AQUISIÇÃO

Sabesp (SBSP3) quer a Emae só para si: com oferta na mesa, EMAE4 dispara até 20% fora do Ibovespa

27 de abril de 2026 - 12:25

As ações da Emae saltam após a confirmação de que a Sabesp, acionista controladora, quer adquirir a totalidade das ações por R$ 61,83 por papel

RESUMO SEMANAL

Estrangeiros de saída do Ibovespa? Bolsa cai 2,8% na semana, mas Hapvida (HAPV3) brilha e dispara 15%

25 de abril de 2026 - 11:32

Nos últimos sete pregões, o saldo do investidor estrangeiro foi de saída líquida de cerca de R$ 3 bilhões

EXPANSÃO DO PORTFÓLIO

BTG Pactual Logística (BTLG11) quer surfar a onda dos galpões logísticos e anuncia oferta de até R$ 2 bilhões; confira os detalhes da operação

24 de abril de 2026 - 15:28

Embora a captação seja de cerca de R$ 1,6 bilhão, o BTLG11, que é um dos fundos mais populares entre os investidores pessoas físicas, também informou que poderá emitir um lote adicional de até 3.902.439 de cotas

RENDA EXTRA NA CONTA

Copel (CPLE3) define data para pagar dividendos de R$ 1,35 bilhão. Quem tem direito ao pagamento?

24 de abril de 2026 - 14:30

O setor elétrico é conhecido pelo pagamento de proventos atrativos. O BTG Pactual e o Safra, por exemplo, veem a ação com bons olhos para quem busca renda extra com dividendos.

TEMPORADA DE BALANÇOS

Lucro da Usiminas (USIM5) mais que dobra e ação salta 7%; dólar fraco e ‘mix premium’ turbinam os números do 1T26

24 de abril de 2026 - 13:14

Com preços mais altos, custos menores e mix voltado ao setor automotivo, siderurgia puxa Ebitda para R$ 653 milhões, enquanto mineração segue pressionada por volumes menores

CICLOS POSITIVOS

Vacância em lajes corporativas volta ao nível pré-pandemia em São Paulo, diz BTG Pactual — mas outro setor bate recordes e rouba a cena

24 de abril de 2026 - 12:01

Apesar das projeções otimistas, o banco identifica que regiões como a Vila Olímpia devem ser impactadas pela devolução de imóveis em breve

ONDA DE AQUISIÇÕES?

A corrida pelo “ouro do século 21”: acordo bilionário de terras raras da Serra Verde pode ser apenas o começo, prevê BTG  

23 de abril de 2026 - 19:11

Para os analistas, a Serra Verde acaba de inaugurar o que deve ser uma “onda de aquisições” em solo brasileiro

ENFERRUJOU?

Itaú BBA corta preços-alvo de CSN (CSNA3) e CSN Mineração (CMIN3); entenda o principal motivo para a decisão

23 de abril de 2026 - 17:06

Para o BBA, as preocupações com a alavancagem têm pressionado o desempenho da CSN. No ano, a CMIN3 caiu 7%, enquanto a Vale (VALE3) subiu 20%

NEM PAPEL, NEM TIJOLO

FoFs roubam a cena entre FIIs e lideram retornos no último ano, mostra índice da Rio Bravo; confira o desempenho dos setores

23 de abril de 2026 - 13:21

Por contarem com ativos de crédito e de tijolo na carteira, os Fundos de Fundos tendem a ter portfólios mais defensivos em momentos de instabilidade, segundo gestora

REFORÇO BILIONÁRIO

Carro já era? Tesla (TSLA34) quer triplicar investimentos em 2026 com a ambição de Elon Musk em se tornar uma potência de IA

23 de abril de 2026 - 11:57

A fabricante de carros elétricos aumentou o plano de aportes para US$ 25 bilhões neste ano, com foco em robotáxis, robôs humanoides, caminhão elétrico e fábrica de chips de inteligência artificial

NOVO VALOR

Small cap da bolsa recalcula dividendos de R$ 150 milhões após recompra de ações; veja novas datas e valores por papel

23 de abril de 2026 - 11:03

A Iguatemi (IGTI11) atualizou, na noite de quarta-feira (22), os dividendos que serão pagos ao longo de 2026

ESTRATÉGIA DE ELITE

Segredo de R$ 5 bilhões: a regra de ouro dos multimilionários para proteger o patrimônio (e como você pode copiar)

23 de abril de 2026 - 6:04

Quer investir como um magnata? O segredo está na diversificação inteligente e no patrimônio integrado; confira as lições da Ghia para preservar capital mesmo em tempos de guerra

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia