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2019-11-06T15:47:55-03:00
Marina Gazzoni
Marina Gazzoni
CEO do Seu Dinheiro. É CFP® (Certified Financial Planner). Tem graduação em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e MBA em Informação Econômico-Financeira e Mercado de Capitais no Instituto Educacional BM&FBovespa. Foi Diretora de Conteúdo e editora-chefe do Seu Dinheiro, editora de Economia do G1 e repórter de O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo e do portal IG.
AVIAÇÃO

Crise do 737 Max faz Boeing perder posto de maior fabricante de aviões para Airbus

No primeiro semestre, a Boeing entregou 239 aeronaves, uma queda de 37% sobre o ano anterior. Já a Airbus entregou 389 unidades, 28% mais.

9 de julho de 2019
15:09 - atualizado às 15:47
Boeing 737 Max no estacionamento da fábrica
Boeing 737 Max no estacionamento da fábrica - Imagem: Reprodução/Youtube

Os problemas com o avião 737 Max levaram a Boeing a perder o posto de maior fabricante de aviões do mundo para a Airbus. A companhia americana entregou 239 aeronaves no primeiro semestre deste ano, uma queda de 37% em relação ao mesmo período do ano passado. Já a concorrente francesa entregou 389 unidades, alta de 28% no período.

A quantidade de entregas é um dos principais indicadores da saúde de um negócio para uma fabricante de aviões. É quando ela recebe a maior parte do pagamento dos clientes que compraram o avião.

A Boeing vem enfrentando uma crise após um acidente em março com um avião 737 Max da Ethiopian Airlines, que deixou todos a bordo mortos. O incidente ocorreu meses após um avião do mesmo modelo cair na Indonésia. Trata-se de um modelo novo da Boeing e a sua principal aposta para a aviação comercial na próxima década.

Desde então, os clientes suspenderam as encomendas de novas aeronaves e não estão mais recebendo o avião. Isso levou a Boeing a lotar seus hangares de aviões desse modelo, enquanto trabalha para provar aos clientes e às autoridades do setor aéreo em várias partes do mundo que a aeronave é segura.

No primeiro semestre, a Boeing recebeu 108 encomendas, sendo 36 delas do 737 Max. No entanto, nenhum pedido foi feito após o acidente da Ethiopian em março. Já a Airbus recebeu 213 novas encomendas no mesmo período.

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