🔴 JÁ SE IMAGINOU FAZENDO 35 OPERAÇÕES POR MÊS NA BOLSA, EM MÉDIA? CONHEÇA O QUICK TRADE – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

só acaba quando termina

Reforma da Previdência: Oposição grita, governo comemora, mas quem manda é o centrão

Votação do texto principal da reforma foi histórica, mas a política manda seu recado ao governo nos destaques

Rodrigo Maia previdência
Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, na sessão de votação da reforma da Previdência - Imagem: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

O texto-base da reforma da Previdência foi aprovado com uma margem de votos histórica, 379 a 131, confirmando algo que sempre dissemos, que a oposição é barulhenta, mas simplesmente não tem votos. Acontece que o governo sozinho também não tem votos, quem manda mesmo é a massa dos partidos de centro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Finda a votação do texto principal, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, deu início à discussão dos destaques, que são tentativas de mudar o texto. Mas citando uma desarticulação de lideranças, rapidamente encerrou a sessão.

Para quem entende do riscado político aqui em Brasília, o recado dado pelos deputados é claro: nós temos os votos e qualquer desidratação vai cair na conta da desarticulação do governo.

Já falamos outras vezes dessa posição confortável que Maia e o Congresso ocupam. Se há vitória, ela é do Parlamento. Se as coisas derem erradas, põe na conta do governo, que escolheu esse modelo de articulação política difusa, tentando construir maiorias por temas (antes que me agridam, isso é constatação, não juízo de valor).

Foram abundantes as notícias de liberação de emendas e a grita da oposição, que chegou a acionar os tribunais contra a liberação de recursos. Mas até aqui nada fora do normal para o mundo da política. Lembrando que até pouco tempo quem pagava a “articulação” era o dinheiro da corrupção (tudo é do contribuinte, mas com a pequena distinção entre rubrica orçamentária ou do departamento de operações estruturadas de inominável construtora).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A dúvida, agora, é qual tipo de barganha será colocada à disposição dos diferentes grupos que compõem o centrão, “esta coisa do mal” como disse ironicamente Maia, ontem, mas que é determinante para o futuro dessa e das demais votações que venham a ocorrer.

Leia Também

Conteúdo Empiricus

Rali eleitoral: 2º turno pode liberar nova onda de lucros no mercado de opções; veja como se posicionar

NO MEIO DO CAMINHO

MPF e Coaf criticam CVM: demora demais, às vezes não comunicam e quando o fazem, ninguém entende a informação

Para derrubar destaques será necessário juntar, no mínimo, 308 votos novamente. Os destaques com maior potencial de estrago fiscal são da oposição. A briga é para que o centro ou parte dele não componha com a oposição, impondo derrota ao governo.

Com a inauguração dessa nova rodada de negociações, o maior risco é que o segundo turno da reforma não seja votado antes do recesso. Um segundo turno depois do recesso é algo arriscado, pois eleva ainda mais a fatura para a aprovação. Não é possível comemorar antes de o juiz apontar o centro de campo. Só acaba quando termina e ainda tem muito jogo não só na Câmara, mas também no Senado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
urna eletrônica eleições 2022, 2024 votação bolsa bolsas ibovespa dólar 18 de outubro de 2026 - 9:23
Lula aparece do lado esquerdo em uma montagem. Do lado direito, Flávio Bolsonaro. 17 de outubro de 2026 - 12:52
Candidatos às eleições presidenciais de 2026, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro 16 de outubro de 2026 - 11:57
Lula aparece do lado esquerdo em uma montagem. Do lado direito, Flávio Bolsonaro. 15 de outubro de 2026 - 19:02
Fila de ônibus parados em garagem 15 de outubro de 2026 - 18:44
15 de outubro de 2026 - 10:45
Candidatos às eleições presidenciais de 2026, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro 14 de outubro de 2026 - 18:28
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (esquerda) e Flávio Bolsonaro (direita) aparecem em uma montagem com um fundo de urna eletrônica 13 de outubro de 2026 - 11:16
Candidatos às eleições presidenciais de 2026, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro 13 de outubro de 2026 - 8:49
Douglas Ruas, deputado estadual do Rio de Janeiro pelo PL e presidente da Alerj 11 de outubro de 2026 - 9:10
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (esquerda) e Flávio Bolsonaro (direita) aparecem em uma montagem com um fundo de urna eletrônica 9 de outubro de 2026 - 10:54
Lula aparece do lado esquerdo em uma montagem. Do lado direito, Flávio Bolsonaro. 8 de outubro de 2026 - 18:59
Douglas Ruas, deputado estadual do Rio de Janeiro pelo PL e presidente da Alerj 5 de outubro de 2026 - 16:22
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva em pé, de frente a um púlpito, com bandeira do Brasil atrás. 4 de outubro de 2026 - 22:14
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar