Menu
2019-05-09T14:33:49-03:00
Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
marcando no calendário

No fim de maio, princípio de junho, relatório da reforma será votado, diz secretário da Previdência

Rogério Marinho disse que o governo federal apresentou os “microdados e memórias de cálculo” da proposta de reforma previdenciária “com transparência absoluta”

9 de maio de 2019
13:54 - atualizado às 14:33
Rogério Marinho
Rogério Marinho - Imagem: Wilson Dias/Agência Brasil

O secretário Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, afirmou nesta quinta-feira, 9, não ter dúvidas que o relatório da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da reforma da Previdência será votado na Comissão Especial da Câmara dos Deputados no fim de maio ou no princípio de junho.

Marinho falou durante na abertura do 31º Fórum Nacional, organizado pelo economista Raul Velloso, no Rio. O evento aconteceu no dia seguinte à longa audiência na Comissão Especial com a participação de Marinho e do ministro da Economia, Paulo Guedes, o secretário especial comparou a reforma da Previdência a um remédio para crianças.

"Ontem, a apresentação (na Comissão Especial) mostrou que a mensagem que é dada para a Nova Previdência é que ela é como se fosse um remédio para criança. Ela pode até não gostar do gosto do remédio, mas aquilo vai fazer com que ela cresça, se restabeleça", comentou Marinho.

O secretário especial disse que o governo federal apresentou os "microdados e memórias de cálculo" da proposta de reforma previdenciária "com transparência absoluta". "A sociedade precisa participar do debate", afirmou Marinho.

Tudo pronto no 1º semestre

Mais tarde, Marinho também reavaliou a expectativa de que a proposta seja votada no Plenário da Câmara dos Deputados ainda no primeiro semestre.

"Se o relatório for votado em junho, há condições de se resolver na Câmara no primeiro semestre", afirmou Marinho a jornalistas, ao deixar o Fórum Nacional.

Na entrevista, Marinho explicou que a convicção de que o relatório seria votado entre maio e junho na Comissão Especial foi baseada no cronograma anunciado pelo relator da PEC, Samuel Moreira (PSDB-SP).

Marinho também avaliou positivamente a articulação política em torno da aprovação da reforma no Congresso.

Segundo ele, na audiência de quarta-feira da Comissão Especial o "ambiente mudou radicalmente", na comparação com a participação do ministro em audiência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). "Discutimos o projeto", afirmou.

O secretário também defendeu o engajamento dos governadores na articulação para aprovar a reforma, mas reconheceu que nem todos apoiam as mudanças previdenciárias. Ainda assim, segundo Marinho, todas as estimativas de impacto fiscal divulgadas pelo Ministério da Economia até agora não incluem Estados e municípios.

Ou seja, caso o Congresso opte por retirar as demais esferas de governo da reforma, não terá efeito de desidratar o impacto fiscal estimado em R$ 1,2 trilhão em dez anos.

*Com Estadão Conteúdo.

Comentários
Leia também
ENCRUZILHADA FINANCEIRA

Confissões de um investidor angustiado

Não vou mais me contentar com os ganhos ridículos que estou conseguindo hoje nas minhas aplicações. Bem que eu queria ter alguém extremamente qualificado – e sem conflito de interesses – para me ajudar a investir. Só que eu não tenho o patrimônio do Jorge Paulo Lemann. E agora?

Contra a pandemia

Câmara dos EUA aprova pacote de US$ 1,9 trilhão

Projeto de lei segue agora para o Senado

IPO registrado

Rio Branco Alimentos protocola pedido de registro de oferta pública de ações

Oferta será primária e terá como coordenador-líder o Citi, além da coordenação do Bank of America Merril Lynch e do BTG Pactual

Boleto salgado

Aneel mantém bandeira amarela em março; conta de luz continua com taxa adicional

É o terceiro mês consecutivo que o órgão regulador aciona bandeira neste patamar

Após críticas

Pisos de saúde e educação são mantidos na PEC emergencial

Desvinculação de despesas carimbadas com saúde e educação na União, Estados e municípios desencadeou enxurrada de críticas

5G

Empresas de telecom pretendem analisar edital detalhadamente

Objetivo é esclarecer como as companhias poderão participar corretamente do leilão

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies