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Equipe econômica pretende propor que as novas contratações de servidores sigam a CLT para só depois de um período conseguir estabilidade
O presidente Jair Bolsonaro disse hoje que a reforma administrativa a ser apresentada pelo governo pretende acabar com a estabilidade para novos servidores, com exceção de algumas carreiras. Ele não detalhou quais manteriam esse direito.
Como mostrou o jornal o Estado de S. Paulo, a equipe econômica pretende propor que as novas contratações de servidores sigam a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para só depois de um período - que pode ser de 10 anos - conseguir estabilidade.
O presidente deu entrevista ao sair do Palácio da Alvorada. Ele foi a uma concessionária da Honda no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) em Brasília, a 14 km da residência oficial, para buscar a moto que comprou.
O modelo adquirido pelo presidente é uma Honda NC 750X azul. O preço de mercado é R$ 33.980,00, segundo o site oficial da marca. Bolsonaro disse ter pago a moto com o próprio cartão - e foi aplaudido por populares que o aguardavam na saída do Alvorada.
Ele foi recebido por mais de uma dezena de funcionários da Honda e sob forte esquema de segurança. Ele foi acompanhado pelo ministro da secretaria de governo, Luiz Eduardo Ramos.
Sobre as medidas, o presidente disse ainda que elas estão praticamente fechadas. "Não posso garantir que vai sair essa semana (o conjunto de medidas), mas tá quase tudo pronto pra criança nascer", afirmou.
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"Daqui para frente não teria estabilidade. Lógico que algumas carreiras típicas de estado vão ter que manter estabilidade. Não posso formar um sargento, um capitão de forças especiais e depois mandar embora. Tem outras de servidor civil que não quero entrar em detalhes agora", acrescentou o presidente.
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