O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em recuperação judicial desde o final de 2016, companhia viu no período sua base total de clientes cair 5,4%
A Oi informou nesta quinta-feira, 15, que terminou o segundo trimestre com dívida líquida de R$ 12,573 bilhões, montante 25,5% maior do que no mesmo período do ano passado. Nesse período, a dívida bruta subiu 10,8% e foi a R$ 16,868 bilhões. Já o dinheiro disponível em caixa recuou 17,4%, para R$ 4,3 bilhões.
Em recuperação judicial desde o final de 2016, a companhia anunciou no mês passado um plano estratégico em que se mostra disposta a vender seu braço de telefonia móvel e focar seus esforços em fibra e infraestrutura. Mas o trajeto é tortuoso e ainda não há clareza se a companhia de fato irá se reerguer.
Com a divulgação dos resultados hoje, a Oi explicou que o aumento da dívida bruta é resultado do 'accrual' de juros e da amortização do ajuste a valor presente (AVP), o que foi parcialmente compensado pelo impacto positivo da valorização do real ante o dólar sobre a parcela da dívida denominada nesta moeda.
Já a redução no caixa ocorreu, principalmente, em função das obrigações regulatórias e pontuais no trimestre, tais como Fistel e ônus da concessão, além da aceleração dos investimentos, explicou a operadora.
Os investimentos da Oi totalizaram R$ 3,786 bilhões no primeiro semestre, 52% mais do que no mesmo período do ano passado. Com isso, a Oi atingiu 54% da meta de investimento no ano, de R$ 7,0 bilhões, focados na expansão de FTTH, oferecendo banda larga de alta velocidade, além da expansão da cobertura móvel 4G e 4,5G.
A receita líquida de serviços da Oi caiu 8,2% na comparação entre o segundo trimestre de 2018 e o mesmo intervalo de 2019, indo a R$ 5,004 bilhões. A baixa foi observada em todas as linhas de atuação da operadora: residencial (-12,1%), móvel (-3,7%) e corporativo, também chamado de B2B (-7,0%).
Leia Também
A tele avaliou que os segmentos continuam sendo impactados pela queda do tráfego de voz e pelo corte nas tarifas reguladas de interconexão (VU-M). Por outro lado, o crescimento da receita de dados do segmento de mobilidade pessoal, da receita de banda larga via fibra ótica FTTH e de TI corporativo compensaram parcialmente essa queda.
A operadora acrescentou que o crescimento da base de clientes de fibra e o de clientes de planos de celular pós-pago também vêm ajudando a compensar parte da queda do faturamento consolidado.
A base total de clientes caiu 5,4%, para 55,870 milhões. No segmento residencial houve baixa de 9,1%, em mobilidade queda de 4,9%, enquanto no corporativo teve alta de 3,4%.
No setor residencial, a Oi perdeu clientes de linhas fixas (-11,9%), banda larga (-7,5%), mas aumentou em TV paga (1,6%). A receita média por usuário (arpu, na sigla em inglês) no setor residencial diminuiu 0,6%, para R$ 78,6 por mês. A companhia disse que vem acelerando os investimentos em fibra ótica para substituir a banda larga por fios de cobre e reverter a perda dos usuários em banda larga.
No setor móvel, a Oi perdeu 11,1% da sua base de clientes de planos pré-pagos, mas mostrou um avanço de 21,3% na base de pós-pagos. A tele avaliou que o pré-pago segue uma tendência de retração no mercado e continua sendo impactado pela lenta recuperação econômica e altas taxas de desemprego.
Além disso, muitos clientes têm optado por migrar para o pós-pago, onde a tele tem feito ofertas mais competitivas. O arpu do setor móvel ficou em R$ 16,09, leve alta de 0,2%.
No setor corporativo, a Oi perdeu clientes de linhas fixas (-4,5%) e banda larga (-5,0%), mas ampliou os assinantes de planos móveis (16,8%) e TV paga (6,3%). A estratégia da companhia para incrementar a receita é intensificar a oferta por soluções digitais e de TI, melhorando o mix de receitas e atendendo ao crescimento das demandas por projetos corporativos.
A Oi apresentou um prejuízo líquido atribuído aos acionistas controladores de R$ 1,559 bilhão, 24% maior do que no segundo trimestre de 2018. Já o resultado consolidado das operações continuadas ficou negativo em R$ 1,625 bilhão, alta de 31,8% e, considerando os efeitos do IFRS 16, o prejuízo aumenta para R$ 1,709 bilhão.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) consolidado no critério "rotina" somou R$ 1,208 bilhão, 22,1% abaixo do segundo trimestre de 2018. A margem Ebitda de rotina caiu 4,4 pontos porcentuais, para 23,9%.
Os investimentos (capex) consolidados, considerando as operações internacionais, cresceram 50,7%, para R$ 2,061 bilhões. "O crescimento do Capex no 2T19, em especial, reflete a aceleração dos investimentos previstos no Plano de Estratégico da Companhia com foco principal na expansão de FTTH, oferecendo banda larga de alta velocidade, além da expansão da cobertura móvel 4G e 4,5G", destaca o informe.
O resultado financeiro líquido consolidado da Oi S.A. foi negativo em R$ 1,374 bilhão, 4,75% maior do que a despesa de um ano atrás, e pior que o resultado positivo de R$ 35 milhões no primeiro trimestre deste ano.
*Com Estadão Conteúdo
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital