O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Entre os maiores fundos, 22 são dos grandes bancos – BB, Itaú Unibanco, Santander, Caixa e Bradesco. Outros dois são da Sicredi e Nova Terra Gestão, que juntos têm cerca de 12 mil cotistas
Mais de 300 mil pessoas no Brasil investem em fundos que têm em suas carteiras apenas uma ação: normalmente Vale ou Petrobras. Eles foram criados, no geral, há mais de 15 anos, quando o ambiente de competição no mercado era baixo e o acesso dos investidores para a compra direta de ações na Bolsa, mais restrito.
Levantamento feito pela Economática a pedido do Estadão/Broadcast mostra que há hoje 51 fundos "mono ação" no mercado, com patrimônio líquido conjunto que supera R$ 7 bilhões. Desses, 24 têm mais de mil cotistas. O maior é um do Banco do Brasil, com 34,6 mil cotistas, segundo o estudo, que tem a data-base de 25 de setembro.
A taxa de administração é de 2% ao ano - por ter uma única ação, o fundo não possui gestão ativa, o que poderia justificar um porcentual mais alto de cobrança. Procurado, o BB não comentou.
A preferência desses fundos por papéis da Vale ou da Petrobras tem a ver com o fato de que, em 2002, o governo permitiu que os trabalhadores destinassem parte do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para a compra de ações da mineradora. O objetivo do governo era vender seus papéis e popularizar os investimentos na Bolsa. O mesmo mecanismo foi utilizado, mais tarde, para as ações da Petrobras. Também há fundos mono ação com papéis da Cielo, BB Seguridade e Bradesco.
Entre os maiores fundos, 22 são dos grandes bancos - BB, Itaú Unibanco, Santander, Caixa e Bradesco. Outros dois são da Sicredi e Nova Terra Gestão, que juntos têm cerca de 12 mil cotistas.
O fundo mono ação com a taxa de administração mais alta - 4% - é do Santander, com ações da Vale. Outros dois do Itaú Unibanco vêm em seguida, com taxa de 3%, com ações da Vale e da Petrobras. Procurado, o Santander afirmou que esses "fundos foram criados, há quase 20 anos, como instrumentos para permitir o investimento de recursos do FGTS na Vale e na Petrobras, mas não estão mais captando".
Leia Também
No "Petrobras 2010", administrado pelo Bradesco, a taxa cobrada dos mais de 21 mil cotistas é de 1,5%. Segundo o banco, esses fundos são de propósito específico e não fazem parte da oferta ativa e da carteira recomendada da instituição. As taxas de administração cobradas "substituem a corretagem e as taxas de custódia, além de outros serviços, trazendo mais comodidade ao cliente", informou o Bradesco.
Procurados, Itaú e Caixa não comentaram.
O fundo de ações da Vale, da gestora Terra Nova Gestão, cobra taxa de 2%, e o da Sicredi, com papéis da Petrobras, 1,5%. O Sicredi afirmou que, a partir do dia 15, a cobrança será de 1%. "O Sicredi reafirma que tem como prioridade a transparência no relacionamento com seus mais de 4 milhões de associados e que, como instituição financeira cooperativa, atua de forma consultiva, identificando necessidades e oferecendo soluções financeiras adequadas aos seus associados", completou. A Terra Nova Gestão não comentou.
A professora de finanças da FGV Claudia Yoshinaga diz que nem mesmo a facilidade de recolhimento de imposto pode ser citada como justificativa para a aplicação nesses fundos. Para o investidor de longo prazo, na declaração anual do Imposto de Renda, deverá constar o recebimento de dividendos ou juros sobre capital próprio, se houver, caso não tenha negociado essas ações no período. "Hoje o custo para comprar ação é muito mais baixo do que já foi, dada a competição entre as corretoras", afirma.
O professor de Finanças do Insper, Michael Viriato, lembra que muitas corretoras zeraram suas taxas para compra de ações e custódia, em uma esforço para atrair a pessoa física para o mercado de capitais. "Os investidores menos educados financeiramente ainda não sabem as opções de investimento que estão hoje a seu alcance."
Ele acredita que esses investidores ainda não perceberam que estão deixando de ganhar dinheiro porque, no longo prazo, essas ações acumularam elevada valorização. Agora, contudo, com taxas de juros em queda e a Selic na mínima histórica de 5,5% ao ano, o assunto taxa de administração foi para os holofotes dos investidores.
A captação líquida dos fundos de investimento no Brasil até setembro somou R$ 205,7 bilhões, quase quatro vezes a mais do que a entrada líquida no mesmo período do ano passado, segundo Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima). Considerando apenas o terceiro trimestre, o montante chega a R$ 63,5 bilhões, puxado pela captação dos multimercados, com R$ 31,8 bilhões. Em seguida, vêm os fundos de ações, com R$ 22,9 bilhões.
A melhor rentabilidade no período ficou com os fundos de ações ativos, com 24,1% no período - o índice da Bolsa subiu 19,2% no mesmo intervalo. O patrimônio líquido dos fundos no fim de setembro estava em R$ 5,3 trilhões, 13,2% maior que o observado em dezembro do ano passado.
A renda fixa está perdendo espaço nos fundos, diante da queda de juros no País. De janeiro a setembro esses fundos representaram 41,5% do total, ante fatia de 44% no fim do ano passado. Em 2016 a parcela era de 48%.
No sentido oposto, os fundos de ações subiram de 6,6% no fim do ano passado, para 7,8% em setembro. Um pequeno aumento também foi registrado na participação dos fundos multimercados, de 21,1% para 21,6%.
Um destaque neste ano foi a entrada de recursos para os fundos de índices (ETFs, na sigla em inglês). A captação líquida chegou a R$ 7,4 bilhões, sendo que no mesmo período do ano passado foi de R$ 500 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados
ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas
Com fluxo estrangeiro concentrado no Ibovespa, as small caps também sobem no ano, mas ainda não brilham. Werner Roger, CIO da Trígono Investimentos, conta o que falta para isso
Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.
Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz
Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações
Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora
Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística
Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável
Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações
Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo
Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX
Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas