🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Estadão Conteúdo

Projeções

FMI eleva projeção para PIB do Brasil em 2019, mas reduz estimativa de 2020

No documento, instituição ressalta que o crescimento da América Latina e do Caribe em 2019 deve ser de 2,0%, abaixo dos 2,2% estimados em outubro

Estadão Conteúdo
21 de janeiro de 2019
13:56 - atualizado às 14:11
Imagem: shutterstock

O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou sua projeção para o crescimento econômico do Brasil em 2019 de 2,4% para 2,5%, mas reduziu sua estimativa referente a 2020 de 2,3% para 2,2%, como indicado no documento sobre as perspectivas para a economia mundial divulgado nesta segunda-feira, 21. As estimativas anteriores foram liberadas em outubro, antes da eleição do presidente Jair Bolsonaro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A instituição, agora, acredita que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 1,3% no ano passado, abaixo do nível de 1,4% projetado em outubro.

"A revisão para cima da projeção do Brasil para 2019, onde a gradual recuperação de 2015-16 deve continuar", ajuda em parte a reduzir neste ano os efeitos negativos à América Latina da desaceleração do México, retração na Argentina e aprofundamento da recessão na Venezuela, destaca o FMI.

América Latina

No documento, a instituição ressalta que o crescimento da América Latina e do Caribe em 2019 deve ser de 2,0%, abaixo dos 2,2% estimados em outubro. Em relação ao próximo ano, o Fundo estima expansão de 2,5% da região, um nível que também é inferior aos 2,7% previstos no fim do ano passado.

Em relação à Argentina, o FMI destaca que o PIB deve apresentar contração neste ano devido a "políticas mais apertadas para reduzir desequilíbrios", o que deve influenciar na desaceleração da demanda antes do retorno do país ao crescimento em 2020.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, o FMI comenta que várias moedas de países em desenvolvimento, entre elas o real, a lira turca, o peso argentino e o rand sul-africano, registraram fortalecimento desde agosto e setembro, quando um movimento de aversão a risco afasto investidores internacionais de divisas emergentes.

Leia Também

PIB mundial

A desaceleração da economia global, que se acentuou no segundo semestre do ano passado em países como Alemanha e Itália, com aperto das condições financeiras em todos os continentes e em meio a um ambiente de disputas comerciais entre Estados Unidos e China, levaram o FMI a revisar para baixo suas projeções de crescimento global.

A instituição agora acredita que o PIB mundial crescerá 3,5% este ano, enquanto em outubro a estimativa era de expansão de 3,7%. Já em 2020, as previsões do FMI para o indicador foram cortadas de crescimento de 3,7% para avanço de 3,6%.

As avaliações constam no documento "Perspectiva Econômica Mundial" divulgado nesta segunda-feira. Em relação a 2018, o Fundo não alterou suas projeções de expansão econômica e continua estimando avanço de 3,7%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em outubro, o FMI já havia reduzido suas projeções para o crescimento global devido às mesmas questões alertadas agora, sobretudo diante da perda de vigor do nível da atividade mundial e das tensões comerciais entre Washington e Pequim.

O Fundo, contudo, não alterou suas projeções de crescimento para esses dois países nem em 2019 nem em 2020. Para a economia americana, foram mantidas as estimativas de alta de 2,5% para este ano e de avanço de 1,8% no próximo, enquanto o PIB do país asiático deve crescer 6,2% em 2019 e em 2020, de acordo com o FMI.

A instituição ressalta, porém, que há riscos que podem prejudicar o crescimento da economia global este ano, o que seria provocado por alguns fatores, como uma escalada nas tensões comerciais, uma saída do Reino Unido da União Europeia sem acordo e uma desaceleração da economia chinesa maior do que a esperada atualmente.

Perda de vigor

Para o FMI, a perda de fôlego da demanda agregada internacional no quarto trimestre de 2018 foi marcada por alguns elementos, como a redução da produção industrial, especialmente de bens de capital, embora esse fato não tenha ocorrido nos EUA. "O crescimento do comércio global desacelerou para um nível abaixo da média de expansão de 2019."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, o Fundo ressalta que a redução da força do nível de atividade mundial pode ter sido ainda maior do que as estatísticas apontam, "já que os números principais podem ter sido elevados devido à antecipação de importações antes do aumento de tarifas comerciais, bem como aumento nas exportações de tecnologia com o lançamento de novos produtos".

Também colaborou para a falta de fôlego o aperto das condições financeiras mundiais, que aumentou nos últimos meses e provocou efeito negativo sobre a valuation de empresas no segundo semestre de 2018.

Temores de piora nas tensões comerciais; preocupações coma redução da velocidade da economia global, sobretudo na China; incertezas sobre as perspectivas da situação fiscal italiana; e a evolução dos mercados emergentes estiveram entre os fatores citados pelo FMI como as causas para as turbulências vistas nos mercados financeiros no fim do ano passado. O Fundo ressalta que a essa lista foi adicionada a paralisação parcial do governo federal americano, que se tornou a maior da história dos EUA.

Nesse contexto, o FMI enfatiza que a tendência da economia mundial tanto para este ano quanto para 2020 pode piorar caso um dos fatores citados se aprofunde "porque pode provocar maior deterioração do sentimento dos investidores internacionais e súbita precificação de ativos financeiros" pelo mundo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o Fundo, os principais bancos centrais do globo aparentemente adotaram uma abordagem mais cautelosa de política monetária. O Federal Reserve (Fed, o banco central americano) elevou os juros em dezembro e sinalizou "um ritmo mais gradual de aumento em 2019 e 2020".

No caso do Banco Central Europeu (BCE), a instituição destaca o encerramento das compras de ativos em dezembro. "No entanto, também confirmou que a política monetária continuará amplamente acomodatícia", sem aumento de juros até, pelo menos, o verão deste ano no Hemisfério Norte.

Preocupações com a China

As preocupações sobre a saúde da economia da China podem deflagrar amplas vendas de ativos financeiros em termos mundiais e colocar os parceiros comerciais do país, exportadores de commodities e outros mercados emergentes sob pressão. Essa é a avaliação feita pelo FMI em relatório sobre as perspectivas econômicas mundiais divulgado na manhã desta segunda-feira. A instituição, que projeta uma desaceleração da economia chinesa de 6,6% em 2018 para 6,2% este ano, afirmou que a atividade econômica do país "pode ficar abaixo das expectativas, especialmente se as tensões comerciais não diminuírem".

De acordo com o FMI, as disputas comerciais travadas entre Washington e Pequim e um "necessário aperto regulatório financeiro" estão entre os fatores que devem pesar no crescimento da segunda maior economia do mundo, apesar de novas medidas para estimar a expansão econômica anunciadas pelo governo chinês neste início de ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Fundo destaca que suas projeções econômicas consideram um cenário de tensões comerciais entre EUA e China, contando com a manutenção das tarifas adotadas no primeiro semestre pelo governo americano e a elevação da alíquota tarifária de 10% para 25% sobre US$ 200 bilhões em bens chineses ao fim de um período de trégua no início de março.

Quanto à economia americana, o FMI avalia uma desaceleração dos EUA de 2,9% em 2019 para 2,5% este ano e para 1,8% em 2020 em um cenário que contará com a redução dos estímulos fiscais no país, vindos da reforma tributária adotada no fim de 2017 e com a "superação temporária" das taxas de juros em relação ao nível neutro. A instituição enfatiza, ainda, que o ritmo de expansão até o fim de 2020 está acima da estimativa potencial de crescimento americano. "A demanda doméstica forte apoiará o aumento de importações e contribuirá para a ampliação do déficit em conta corrente dos EUA."

Em relação à zona do euro, o Fundo projeta que o crescimento deve desacelerar de 1,8% no ano passado para 1,6% em 2019 devido à perda de ímpeto de algumas economias centrais da região, como a alemã, a italiana e a francesa. O PIB referente a 2020, no entanto, continuou inalterado em 1,7%.

No relatório, o FMI destaca que, na Alemanha, houve uma redução do consumo privado, fraqueza da produção industrial e adoção de novos padrões de emissão de poluentes por veículos. A Itália também gera preocupações devido à perda de fôlego da demanda doméstica e à elevação de spreads diante da desconfiança com as condições fiscais do país. Na França, por sua vez, há incertezas de agentes econômicos com os impactos negativos para o nível de atividade das manifestações de ruas, que ascenderam com os coletes amarelos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Japão não está isolado do desaquecimento econômico global. O FMI projeta que o PIB japonês tenha avançado 0,9% em 2018, o que acelerará para alta de 1,1% este ano devido à adoção de medidas fiscais para alimentar o consumo interno. Contudo, em 2020, o país deve apresentar expansão de somente 0,5%, sobretudo com a redução de gastos das famílias e de investimentos das empresas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
PAGAMENTOS 2026

Bolsa Família, Pé-de-Meia, Gás do Povo e mais: veja o calendário completo dos programas sociais do governo para março de 2026

28 de fevereiro de 2026 - 14:06

Confira datas oficiais de pagamento dos benefícios sociais em março de 2026

BALANÇO DO MÊS

Rali do Ibovespa continua em fevereiro, mas Tesouro Direto acelera e coloca a renda fixa no páreo — na outra ponta, Bitcoin derrete quase 20%

27 de fevereiro de 2026 - 19:01

Bolsa brasileira diminui o ritmo em fevereiro, enquanto a renda fixa se valoriza diante da perspectiva de queda dos juros, e o Bitcoin segue em queda livre

MENOS DENTES, MAIS DINHEIRO

A inflação da fada do dente: uma moedinha já não é mais suficiente

27 de fevereiro de 2026 - 15:30

Crianças norte-americanas estão ‘cobrando’ dos pais uma média de US$ 5,84 por dente de leite, alta de 17% em relação ao ano passado

OLHOS NA SALA

Aspirador de pó espião? Homem assume controle acidental de milhares de equipamentos e expõe risco à privacidade

27 de fevereiro de 2026 - 15:17

Falha em sistema permitiu acesso remoto a mais de 7 mil aparelhos conectados dentro de residências

TRANSIÇÃO CONCLUÍDA

Gás do Povo: Governo prepara-se para implementar fase final do programa sucessor do Auxílio Gás

27 de fevereiro de 2026 - 14:28

Gás do Povo substitui o Auxílio Gás e garante recarga gratuita do botijão de 13 kg para famílias de baixa renda

INCENTIVO PARA ESTUDANTES

Calendário do Pé-de-Meia março 2026: veja quando o governo paga os incentivos do ensino médio

27 de fevereiro de 2026 - 10:20

Programa funciona como uma poupança educacional, paga até R$ 9.200 por aluno e tem depósitos ao longo do ano

CAÇADORES DE PECHINCHAS

Receita Federal realiza leilão com iPhones baratos e carros a partir de R$ 6 mil; veja como participar

27 de fevereiro de 2026 - 10:18

O certame, marcado para 13 de março, reúne 223 lotes de produtos que vão de eletrônicos a joias, com preços abaixo do mercado

ARRUMANDO A CASA

Vale (VALE3) reforça capital e enxuga estrutura. O que está por trás do movimento de R$ 500 milhões?

27 de fevereiro de 2026 - 9:34

Mineradora capitaliza reservas e incorpora duas empresass em meio a questionamentos do mercado sobre o fôlego das ações VALE3

BRILHOU SOZINHA MAIS UMA VEZ

Lotofácil 3622 paga prêmio milionário em capital; Mega-Sena acumula pelo oitavo sorteio seguido e valor em jogo vai a R$ 145 milhões

27 de fevereiro de 2026 - 6:57

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (26). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam.

‘NO PRECINHO’

Considerada a capital Nacional do Doce, essa cidade já foi uma das mais ricas do Brasil e hoje é a mais barata para se comprar um imóvel

26 de fevereiro de 2026 - 15:36

Uma cidade do interior do Rio Grande do Sul foi considerada uma das cidades mais baratas para se comprar imóveis residenciais

ALÉM DA ORLA

Longe da praia, este é o bairro com o aluguel mais caro do país — e fica ao lado de um dos parques mais visitados da América Latina

26 de fevereiro de 2026 - 15:08

Levantamento aponta mudança no mapa das regiões mais valorizadas do Brasil e revela disparada de preços em área nobre de São Paulo

TOUROS E URSOS #260

Dólar abaixo de R$ 5, juros em queda e Ibovespa caro: esta é a visão da Legacy para 2026

26 de fevereiro de 2026 - 12:45

Pedro Jobim, economista-chefe e sócio-fundador da Legacy Capital é o convidado desta semana no podcast Touros e Ursos

SOB PRESSÃO

O rombo de R$ 50 bilhões que abalou o FGC: “É algo novo”, diz ex-presidente do fundo sobre caso Banco Master

26 de fevereiro de 2026 - 10:58

Impacto é mais que o dobro do maior caso da história do fundo, mas Jairo Saddi diz que não há risco sistêmico e defende ajustes sem pressa

SÓ DEU ELA

Lotofácil 3621 deixa 2 vencedores mais próximos do primeiro milhão de reais; Mega-Sena promete R$ 130 milhões hoje

26 de fevereiro de 2026 - 7:58

Os ganhadores do concurso 3621 da Lotofácil vão embolsar mais de R$ 750 mil, mas as bolas na trave na +Milionária, na Dupla Sena e na Lotomania também chamaram a atenção.

BTG SUMMIT 2026

‘Gosto de ativos em reais. No final das contas vai remunerar melhor do que o dólar’, diz André Esteves ao falar de investimentos em evento do BTG

25 de fevereiro de 2026 - 19:59

Em evento do BTG Pactual, o chairman e sócio sênior do banco indicou quais os melhores ativos para investir neste ano; confira

BTG SUMMIT 2026

Nem bolha, nem catástrofe para os empregos: gestor da Kinea explica o que o mercado ainda não entendeu sobre a inteligência artificial

25 de fevereiro de 2026 - 19:01

Durante evento do BTG Pactual, Marco Freire afirmou que a inteligência artificial deve transformar empregos e investimentos no longo prazo, mas descarta ruptura imediata

PAI DE CRIAÇÃO

Paternidade socioafetiva: entenda a estratégia de homem que reivindica herança em um dos maiores casos do gênero no Brasil

25 de fevereiro de 2026 - 15:40

Após DNA negativo, defesa recorre à tese em disputa bilionária pela herança de João Carlos Di Genio; veja os detalhes

MENOS R$ 1.467 NA CONTA

Lei da CNH fixa multa salgada a motorista que ignorar exame obrigatório

25 de fevereiro de 2026 - 15:02

Penalidade é aplicada automaticamente e pode chegar ao valor de R$ 1.467,35

BTG SUMMIT

Crescimento da economia brasileira não é o que parece: “cuidado com esses números”, alerta Mansueto Almeida, do BTG

25 de fevereiro de 2026 - 14:35

Ao contrário: em um ano de juros muito altos, avanço machuca bastante o varejo e a indústria de transformação, disse economista-chefe do BTG.

ÚLTIMAS HORAS

Salário de R$ 22,5 mil: Último dia para se inscrever em concurso com carreira internacional

25 de fevereiro de 2026 - 10:59

Prazo termina hoje para concorrer a uma das 60 vagas com remuneração equivalente a cerca de 14 salários mínimos

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar