Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Estadão Conteúdo

Projeções

FMI eleva projeção para PIB do Brasil em 2019, mas reduz estimativa de 2020

No documento, instituição ressalta que o crescimento da América Latina e do Caribe em 2019 deve ser de 2,0%, abaixo dos 2,2% estimados em outubro

Estadão Conteúdo
21 de janeiro de 2019
13:56 - atualizado às 14:11
Imagem: shutterstock

O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou sua projeção para o crescimento econômico do Brasil em 2019 de 2,4% para 2,5%, mas reduziu sua estimativa referente a 2020 de 2,3% para 2,2%, como indicado no documento sobre as perspectivas para a economia mundial divulgado nesta segunda-feira, 21. As estimativas anteriores foram liberadas em outubro, antes da eleição do presidente Jair Bolsonaro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A instituição, agora, acredita que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 1,3% no ano passado, abaixo do nível de 1,4% projetado em outubro.

"A revisão para cima da projeção do Brasil para 2019, onde a gradual recuperação de 2015-16 deve continuar", ajuda em parte a reduzir neste ano os efeitos negativos à América Latina da desaceleração do México, retração na Argentina e aprofundamento da recessão na Venezuela, destaca o FMI.

América Latina

No documento, a instituição ressalta que o crescimento da América Latina e do Caribe em 2019 deve ser de 2,0%, abaixo dos 2,2% estimados em outubro. Em relação ao próximo ano, o Fundo estima expansão de 2,5% da região, um nível que também é inferior aos 2,7% previstos no fim do ano passado.

Em relação à Argentina, o FMI destaca que o PIB deve apresentar contração neste ano devido a "políticas mais apertadas para reduzir desequilíbrios", o que deve influenciar na desaceleração da demanda antes do retorno do país ao crescimento em 2020.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, o FMI comenta que várias moedas de países em desenvolvimento, entre elas o real, a lira turca, o peso argentino e o rand sul-africano, registraram fortalecimento desde agosto e setembro, quando um movimento de aversão a risco afasto investidores internacionais de divisas emergentes.

Leia Também

PIB mundial

A desaceleração da economia global, que se acentuou no segundo semestre do ano passado em países como Alemanha e Itália, com aperto das condições financeiras em todos os continentes e em meio a um ambiente de disputas comerciais entre Estados Unidos e China, levaram o FMI a revisar para baixo suas projeções de crescimento global.

A instituição agora acredita que o PIB mundial crescerá 3,5% este ano, enquanto em outubro a estimativa era de expansão de 3,7%. Já em 2020, as previsões do FMI para o indicador foram cortadas de crescimento de 3,7% para avanço de 3,6%.

As avaliações constam no documento "Perspectiva Econômica Mundial" divulgado nesta segunda-feira. Em relação a 2018, o Fundo não alterou suas projeções de expansão econômica e continua estimando avanço de 3,7%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em outubro, o FMI já havia reduzido suas projeções para o crescimento global devido às mesmas questões alertadas agora, sobretudo diante da perda de vigor do nível da atividade mundial e das tensões comerciais entre Washington e Pequim.

O Fundo, contudo, não alterou suas projeções de crescimento para esses dois países nem em 2019 nem em 2020. Para a economia americana, foram mantidas as estimativas de alta de 2,5% para este ano e de avanço de 1,8% no próximo, enquanto o PIB do país asiático deve crescer 6,2% em 2019 e em 2020, de acordo com o FMI.

A instituição ressalta, porém, que há riscos que podem prejudicar o crescimento da economia global este ano, o que seria provocado por alguns fatores, como uma escalada nas tensões comerciais, uma saída do Reino Unido da União Europeia sem acordo e uma desaceleração da economia chinesa maior do que a esperada atualmente.

Perda de vigor

Para o FMI, a perda de fôlego da demanda agregada internacional no quarto trimestre de 2018 foi marcada por alguns elementos, como a redução da produção industrial, especialmente de bens de capital, embora esse fato não tenha ocorrido nos EUA. "O crescimento do comércio global desacelerou para um nível abaixo da média de expansão de 2019."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, o Fundo ressalta que a redução da força do nível de atividade mundial pode ter sido ainda maior do que as estatísticas apontam, "já que os números principais podem ter sido elevados devido à antecipação de importações antes do aumento de tarifas comerciais, bem como aumento nas exportações de tecnologia com o lançamento de novos produtos".

Também colaborou para a falta de fôlego o aperto das condições financeiras mundiais, que aumentou nos últimos meses e provocou efeito negativo sobre a valuation de empresas no segundo semestre de 2018.

Temores de piora nas tensões comerciais; preocupações coma redução da velocidade da economia global, sobretudo na China; incertezas sobre as perspectivas da situação fiscal italiana; e a evolução dos mercados emergentes estiveram entre os fatores citados pelo FMI como as causas para as turbulências vistas nos mercados financeiros no fim do ano passado. O Fundo ressalta que a essa lista foi adicionada a paralisação parcial do governo federal americano, que se tornou a maior da história dos EUA.

Nesse contexto, o FMI enfatiza que a tendência da economia mundial tanto para este ano quanto para 2020 pode piorar caso um dos fatores citados se aprofunde "porque pode provocar maior deterioração do sentimento dos investidores internacionais e súbita precificação de ativos financeiros" pelo mundo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o Fundo, os principais bancos centrais do globo aparentemente adotaram uma abordagem mais cautelosa de política monetária. O Federal Reserve (Fed, o banco central americano) elevou os juros em dezembro e sinalizou "um ritmo mais gradual de aumento em 2019 e 2020".

No caso do Banco Central Europeu (BCE), a instituição destaca o encerramento das compras de ativos em dezembro. "No entanto, também confirmou que a política monetária continuará amplamente acomodatícia", sem aumento de juros até, pelo menos, o verão deste ano no Hemisfério Norte.

Preocupações com a China

As preocupações sobre a saúde da economia da China podem deflagrar amplas vendas de ativos financeiros em termos mundiais e colocar os parceiros comerciais do país, exportadores de commodities e outros mercados emergentes sob pressão. Essa é a avaliação feita pelo FMI em relatório sobre as perspectivas econômicas mundiais divulgado na manhã desta segunda-feira. A instituição, que projeta uma desaceleração da economia chinesa de 6,6% em 2018 para 6,2% este ano, afirmou que a atividade econômica do país "pode ficar abaixo das expectativas, especialmente se as tensões comerciais não diminuírem".

De acordo com o FMI, as disputas comerciais travadas entre Washington e Pequim e um "necessário aperto regulatório financeiro" estão entre os fatores que devem pesar no crescimento da segunda maior economia do mundo, apesar de novas medidas para estimar a expansão econômica anunciadas pelo governo chinês neste início de ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Fundo destaca que suas projeções econômicas consideram um cenário de tensões comerciais entre EUA e China, contando com a manutenção das tarifas adotadas no primeiro semestre pelo governo americano e a elevação da alíquota tarifária de 10% para 25% sobre US$ 200 bilhões em bens chineses ao fim de um período de trégua no início de março.

Quanto à economia americana, o FMI avalia uma desaceleração dos EUA de 2,9% em 2019 para 2,5% este ano e para 1,8% em 2020 em um cenário que contará com a redução dos estímulos fiscais no país, vindos da reforma tributária adotada no fim de 2017 e com a "superação temporária" das taxas de juros em relação ao nível neutro. A instituição enfatiza, ainda, que o ritmo de expansão até o fim de 2020 está acima da estimativa potencial de crescimento americano. "A demanda doméstica forte apoiará o aumento de importações e contribuirá para a ampliação do déficit em conta corrente dos EUA."

Em relação à zona do euro, o Fundo projeta que o crescimento deve desacelerar de 1,8% no ano passado para 1,6% em 2019 devido à perda de ímpeto de algumas economias centrais da região, como a alemã, a italiana e a francesa. O PIB referente a 2020, no entanto, continuou inalterado em 1,7%.

No relatório, o FMI destaca que, na Alemanha, houve uma redução do consumo privado, fraqueza da produção industrial e adoção de novos padrões de emissão de poluentes por veículos. A Itália também gera preocupações devido à perda de fôlego da demanda doméstica e à elevação de spreads diante da desconfiança com as condições fiscais do país. Na França, por sua vez, há incertezas de agentes econômicos com os impactos negativos para o nível de atividade das manifestações de ruas, que ascenderam com os coletes amarelos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Japão não está isolado do desaquecimento econômico global. O FMI projeta que o PIB japonês tenha avançado 0,9% em 2018, o que acelerará para alta de 1,1% este ano devido à adoção de medidas fiscais para alimentar o consumo interno. Contudo, em 2020, o país deve apresentar expansão de somente 0,5%, sobretudo com a redução de gastos das famílias e de investimentos das empresas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DIRETO NO BOLSO

Conta de luz ficará mais cara: Aneel anuncia bandeira amarela em maio, com cobrança de taxa adicional pela primeira vez neste ano

25 de abril de 2026 - 9:53

A decisão de acionar a bandeira amarela na conta de luz se relaciona ao volume de chuva abaixo da média nos reservatórios

QUEM QUER SER UM MILIONÁRIO?

Lotofácil 3670, Quina 7010 e Mega-Sena 3000: loterias pagam mais de R$ 170 milhões em prêmios neste sábado

25 de abril de 2026 - 9:38

Por se tratarem de concursos com final zero, os prêmios de Loteria em jogo neste sábado são maiores; confira os valores

CERCO FECHADO

Nem BBB, nem futebol: governo proíbe apostas em mercados preditivos; 28 plataformas são bloqueadas

24 de abril de 2026 - 19:08

Plataformas como Kalshi e Polymarket deixam de operar como investimento e passam a seguir regras de apostas; norma vale a partir de maio

ESSA VAI DOER

Prêmio de R$ 5 milhões de Ana Paula Renault no BBB 26 também passa pela Receita: veja quanto a mordida do leão vai levar

24 de abril de 2026 - 15:39

Nem mesmo a campeã do BBB 26, Ana Paula Renault, vai conseguir fugir da mordida do leão

MICHAEL VOLTA AOS HOLOFOTES

Além da herança musical, Michael Jackson deixou uma boa fortuna — mas seus herdeiros ainda não a acessaram plenamente

24 de abril de 2026 - 13:00

Paris e Bigi estão em disputas na justiça e o Rancho de Neverland foi vendido; veja como está a herança de Michael Jackson

GANHOU TRAÇÃO

Crédito imobiliário chega a R$ 18,5 bilhões em março e salta 53,9% com uma ‘mãozinha’ da Caixa, mostra Abecip

24 de abril de 2026 - 8:47

A Caixa Econômica Federal liderou a concessão de credito imobiliário com recursos da poupança no primeiro trimestre

ATENÇÕES DIVIDIDAS

Quina encerra jejum e ofusca prêmio milionário na Lotofácil 3668; Mega-Sena 2999 encalha e valor acumulado alcança R$ 100 milhões

24 de abril de 2026 - 6:38

Apenas a Lotofácil e a Quina tiveram ganhadores na quinta-feira (23). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Já os prêmios em jogo em cada uma delas aumentaram.

CANETAS EMAGRECEDORAS

Anvisa aprova o uso de Mounjaro para crianças; entenda em quais casos a caneta emagrecedora pode ser usada

23 de abril de 2026 - 15:11

Crianças e adolescentes poderão usar Mounjaro para tratamento, conforme aprovação da Anvisa

CHOQUE NO BOLSO

Conta de luz mais cara: Aneel aprova reajustes de até 15% em oito distribuidoras

23 de abril de 2026 - 14:01

Aumentos começam a valer nesta semana e foram parcialmente contidos por medidas extraordinárias; pressão estrutural segue no radar

IMPACTOS INDIRETOS DA GUERRA

Como a guerra no Irã influencia os preços dos preservativos e torna mais cara a proteção sexual

23 de abril de 2026 - 12:00

Alta no valor do petróleo não é o único impacto do conflito; preços de preservativos podem aumentar em até 30%

ALUGAR, VENDER OU... INVESTIR?

Salas comerciais estão em alta, e aluguel sobe mais de 10% — mas ainda perdem para a Selic

23 de abril de 2026 - 11:34

Na avaliação individual por localidades, os maiores valores médios de aluguel foram São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis

MERCADO IMOBILIÁRIO

Leilão do Banco Itaú, que abre hoje (23), conta com imóvel por 50% abaixo do valor avaliado; veja oportunidades

23 de abril de 2026 - 10:29

Estão disponíveis no leilão do Itaú 146 lotes com casas, apartamentos, comerciais e terrenos em todo o Brasil

POR POUCO

Lotofácil 3667 faz 2 ‘quase-milionários’ na volta do feriado; Mega-Sena 2999 promete prêmio de R$ 70 milhões neste Dia de São Jorge

23 de abril de 2026 - 6:52

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de quarta-feira (22). Hoje (23) o destaque é a Mega-Sena, mas a Quina e a Timemania também oferecem prêmios de oito dígitos.

MAÇÃ TRILIONÁRIA

Como Tim Cook salvou a Apple da falência e permitiu que Steve Jobs moldasse o mercado e o consumo de tecnologia no século 21

22 de abril de 2026 - 15:50

Tim Cook decide deixar o posto de CEO da Apple após 15 anos de liderança; big tech virou trilionária durante sua gestão

'TUDO EM DOBBBRO'

Como uma campanha de marketing do BBB 26 fez com que campeã da edição, Ana Paula Renault, ganhasse o maior prêmio da história do reality

22 de abril de 2026 - 13:30

Prêmio do Big Brother Brasil saiu de R$ 2,7 milhões para R$ 5,4 milhões, além do rendimento de R$ 200 mil que Ana Paula embolsará

QUANTO RENDE

Veja quanto Ana Paula pode ganhar se investir o prêmio do BBB 26 em renda fixa conservadora com a Selic a 14,75% ao ano

22 de abril de 2026 - 10:58

Ana Paula, campeã do BBB26, ganhou R$ 5,4 milhões e poderá aumentar esse valor se investir na renda fixa conservadora

FINANCIAMENTO DE IMÓVEIS

Minha Casa, Minha Vida: Novas regras já estão valendo; confira as condições para ter a casa própria por meio do programa

22 de abril de 2026 - 10:23

Teto de renda mensal para participar do Minha Casa Minha Vida passa de R$ 12 mil para R$ 13 mil

PASSADO O RECESSO

Quem dá mais? Loterias da Caixa voltam do feriado com Quina e +Milionária prometendo prêmios de mais de R$ 30 milhões nesta quarta-feira (22)

22 de abril de 2026 - 7:35

Mega-Sena lidera as estimativas de prêmios das loterias da Caixa, mas seu próximo sorteio está programado para ocorrer somente na quinta-feira (23)

CONCORRÊNCIA

Lotomania 2914 tira proveito de boa sequência da Lotofácil e paga maior prêmio da emenda do feriado de Tiradentes nas loterias da Caixa

21 de abril de 2026 - 8:03

Lotofácil 3666 fez um novo milionário na noite de segunda-feira (20), mas o valor não foi páreo para o prêmio principal da Lotomania. Loterias tiram ‘folga’ hoje (21).

QUANTO RENDE

Veja quanto Ana Paula, Milenaou Juliano Floss pode ganhar se investir o prêmio do BBB 26 em renda fixa conservadora com a Selic a 14,75% ao ano

21 de abril de 2026 - 7:00

Ganhador do BBB 26 ganhará R$ 5,4 milhões e poderá aumentar esse valor se investir na renda fixa conservadora

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia