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Operar no mercado futuro, comprar um COE ou fundo cambial são formas de colocar a moeda americana na carteira
Quem viveu na época da hiperinflação lembra que guardar dólares embaixo do colchão não era nenhuma raridade; muita gente fazia isso para investir e se proteger da desvalorização da moeda nacional. Mas se você deseja ganhar dinheiro com a alta do dólar hoje em dia, existem maneiras muito mais eficazes de fazer isso, e eu vou te contar como nesta matéria.
Uma forma de ganhar com a variação do dólar é investindo no mercado de dólar futuro. Neste caso, você pode assumir uma posição de compra ou venda do contrato futuro da moeda, se beneficiando de movimentos de alta ou baixa. A sua posição vai depender da sua expectativa sobre a cotação do dólar no futuro, e o contrato mais negociado é sempre o do mês seguinte ao atual.
O mercado de dólar futuro funciona na bolsa de valores B3, assim como o mercado de ações, e você precisa ter uma conta em uma corretora de valores para poder operar por meio do sistema de home broker. Se você assumir uma posição de compra no contrato de dólar, você vai ganhar com a alta do dólar e perder com a queda; se você assumir uma posição de venda, você vai ganhar com a queda e perder com a alta.
É importante ressaltar que este mercado apresenta forte volatilidade e que você opera alavancado, ou seja, precisa de um pequeno valor para operar grandes quantias de dinheiro. Para ser mais exata, você vai precisar de R$ 25 a R$ 100 para operar um contrato de mini dólar que equivale a US$ 10 mil. Isso significa que o mercado não precisa se movimentar muito para que você ganhe ou perca muito dinheiro. Por isso, é importante saber mais detalhes sobre o mercado de dólar futuro antes de operar.
O Certificado de Operações Estruturadas, conhecido pela sigla COE, é um investimento que mistura produtos de renda fixa, renda variável e derivativos. Ele é emitido pelos bancos, assim como um CDB, por exemplo.
Sua rentabilidade é atrelada a diferentes ativos, dependendo da estrutura de cada COE. Existem COEs feitos para lucrar com a alta do dólar, enquanto outros têm a remuneração atrelada à variação de ações de empresas, índices como o Ibovespa ou até mesmo commodities.
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Para investir em dólar, procure COEs que tenham aplicações na moeda estrangeira na sua composição. Você consegue comprar este tipo de ativo investindo a partir de R$ 1 mil, e os prazos variam entre seis meses e três anos. O COE não tem liquidez diária, e por isso você não deve mexer na sua aplicação antes do vencimento, pois poderá perder dinheiro. Lembre-se de que a garantia de capital protegido só vale se você esperar até a data de vencimento do COE.
Outro detalhe importante é que o COE não é garantido pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Se o emissor quebrar, você não tem garantias de que seu capital será devolvido, e este processo pode ser demorado, segundo Fábio Macedo, diretor comercial da Easynvest.
O COE só foi regulamentado no Brasil em 2013, mas tem ganhado mais visibilidade. O grande atrativo do COE é que a maioria deles têm capital protegido. Isso significa que se houver um prejuízo no investimento, você recebe todo o valor que investiu, sem perder nada. Porém, o dinheiro não tem correção nenhuma, e neste caso teria valido a pena investir na boa e velha renda fixa. Se houver lucro, você vai receber seu capital de volta junto com os ganhos.
Também existem COEs que não têm o capital protegido, e estes são chamados de “capital em risco”. Para ter certeza sobre o produto que você está comprando, leia um material chamado Documento de Informações Essenciais (DIE) que deve ser fornecido pela instituição que está vendendo o produto para você.
A tributação do COE é regressiva, assim como nos fundos cambiais. A mordida do Imposto de Renda é de 22,5% nos primeiros seis meses, e cai para 15% depois de dois anos.
Fundos cambiais são a alternativa mais fácil para quem deseja investir em dólar. Este tipo de fundo de investimento destina pelo menos 80% dos recursos para aplicações ligadas a uma moeda estrangeira, que normalmente são dólar ou euro. Os fundos cambiais têm o objetivo de acompanhar a variação do dólar. Por oscilarem ao sabor da moeda, estes fundos são considerados de alto risco. O economista-chefe do DMI Group, Daniel Xavier, destaca que o investidor deve avaliar qual é a sua tolerância ao risco antes de investir neste tipo de fundo.
A principal forma de atuação destes fundos é por meio do mercado de dólar futuro, ficando posicionados nos contratos até os vencimentos mensais e fazendo rolagens para o mês seguinte, ou seja, vendem os contratos vencidos e compram novos contratos.
Este é um investimento interessante se você quer proteger o patrimônio de uma variação cambial – caso esteja planejando uma viagem, por exemplo – ou para aproveitar uma possível valorização da moeda. Existem fundos cambiais com aplicação mínima a partir de R$ 1 mil em diferentes instituições financeiras.
A tributação sobre estes investimentos diminui conforme o tempo. Começa em 22,5% nos primeiros seis meses e chega a 15% depois de dois anos. Também incide Imposto sobre Operações Financeiras para quem ficar menos de um mês no fundo. O IOF é regressivo, e vai de 96% para resgates feitos no primeiro dia da aplicação até zero no 30o dia. Os fundos também têm uma taxa de administração que varia conforme o banco emissor.
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