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O dólar parece ter espaço para se fortalecer globalmente com a reação dos bancos centrais à alta dos preços, com muita volatilidade nos próximos 18 meses
Há espaço para exposição na bolsa brasileira, mas impacto de lockdowns na China sobre commodities deve provocar volatilidade
Persistente alta dos preços no Brasil e no mundo exige o investimento em ativos atrelados à inflação – ou resistentes a ela
Atual nível do dólar não é impeditivo para manter um pé de meia lá fora; também é importante entender os benefícios de diversificar investimentos em outras moedas
Melhora da bolsa beneficiou primeiro as blue chips; agora o movimento pode se espraiar para empresas de pequena capitalização que estejam muito baratas
Diante da continuidade do conflito, as próximas semanas devem ser definitivas para que saibamos o quão duradouros serão os efeitos sobre as commodities
Em um contexto de inflação acelerada e elevação de juros, os investidores voltam a se posicionar em renda fixa, mas não só
Nos últimos anos, os preços do urânio parecem ter caído demais, chegando a uma região ‘oversold’; guerra pode reverter rejeição à energia nuclear
Guerra pode fazer com que haja maior comedimento por parte das autoridades monetárias, ao invés de um incentivo à aceleração
Diante de um ambiente de commodities ainda favorável e uma rotação setorial contínua de ações de crescimento para ações descontadas, Vale e Gerdau são bons nomes para o ano
Não se trata de uma situação trivial e dificilmente haverá um desfecho pacífico, mas um cenário catastrófico é improvável
Oferta, demanda, tensões geopolíticas. Tudo isso mexe com a commodity que representa a principal fonte de combustível do mundo. Saiba o que esperar para o petróleo e como se beneficiar da escalada de preços neste ano
Entenda o que uma tentativa de acordo de paz para evitar a Segunda Guerra Mundial tem a ver com o atual momento das bolsas dos EUA
A alta da taxa básica de juros vai continuar, mas o tom contracionista das últimas reuniões de política monetária se aproxima de seu limite
Tensões entre Ucrânia e Rússia podem pressionar os preços da commodity, dando uma mãozinha para o barril chegar à marca dos US$ 100
A inflação talvez estoure mais uma vez o teto em 2022, mas a Selic pode ter espaço para recuar mais rápido do que pressupomos
2022 promete ser um ano no qual enfrentaremos o desconhecido. Não só pelos impactos da pandemia, mas também pela normalização monetária
Apesar das incertezas relacionadas à pandemia e à inflação, índices de ações dos EUA renovaram recordes dezenas de vezes ao longo de 2021
Conversamos nas duas últimas colunas sobre as perspectivas para a B3 e para o câmbio, mas a verdade é que talvez a saída não esteja por meio de nenhum dos dois produtos
Sensação de controle costuma tranquilizar os mercados na virada do ano, mesmo que a maioria das projeções esteja mais errada do que certa