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Investidor tem de se acostumar com prolongada guerra comercial e capacidade do governo Bolsonaro de criar problemas para si
Falta de habilidade do governo para contornar crise leva à deterioração das expectativas em relação ao país, o que se reflete nos preços dos ativos
Paralisação nacional contra cortes na educação e indícios de que o senador Flávio Bolsonaro praticou lavagem de dinheiro elevam o clima de incerteza nos negócios
Monitor do Instituto Internacional de Finanças (IIF) mostra uma reversão de tendência. China lidera perdas com saída de US$ 2,5 bilhões do mercado de ações
Secretário do Tesouro americano comentou que houve uma reunião “construtiva” com o vice-premiê Liu He em Washington, mas que ainda há trabalho a ser feito por um acordo
Ambiente externo desafiador, com desaceleração do crescimento global e guerra comercial, soma-se à desânimo com economia e derrotas políticas no Brasil
No Twitter, Donald Trump voltou a criticar a China e argumentou que os Estados Unidos estão em uma posição muito melhor agora do que se um acordo tivesse sido firmado
A iniciativa tem o objetivo de compensar quaisquer impactos na liquidez relacionados a pagamentos tributários por empresas chinesas, entre outros fatores, informou o PBoC
Quebra dos sigilos fiscal e bancário de Flávio Bolsonaro pegou mercado futuro aberto ontem, elevando a pressão nos ativos locais, que já sofrem com a guerra comercial
Declaração foi feita pelo porta-voz da Presidência da República, que ponderou que governo espera que Estados Unidos e China resolvam seus problemas comerciais
Possibilidade de retaliação além do campo comercial chegou a correr pelos mercados, mas tal movimento não faria sentido
Governo de Pequim afirma que a tarifa americana sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses representa uma “escalada nas fricções econômicas e comerciais” entre os países
Trump argumentou que não há motivo para os consumidores americanos pagarem pelas tarifas mais recentes, que segundo ele entram em vigor na China nesta segunda-feira
Trocas intensivas de provocações entre EUA e China no fim de semana turvam cenário para o mercado financeiro, antecipando tsunami esperado apenas em Brasília
Guerra comercial entre EUA e China pode comprometer as relações internacionais e também dificultar o combate a outros riscos potenciais porque a capacidade do mundo de promover ações coletivas atingiu níveis críticos, diz o Fórum Econômico Mundial
EUA elevam para 25% tarifa de importação sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses e China diz que irá retaliar
Presidente americano anunciou que elevará de 10% a 25% as tarifas sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses a partir desta sexta-feira e ameaçou o país com uma rodada extra de tarifas mais adiante
Banco Central repete que é preciso ter “cautela, serenidade e perseverança” na condução do juro básico, enquanto China chega a Washington com uma “espada sobre o pescoço”
Radar do investidor se volta para Brasília, onde o ministro Paulo Guedes será ouvido pela comissão especial da reforma da Previdência
Presidente Donald Trump foi ao Twitter anunciar que o governo americano elevará tarifas sobre mais US$ 200 bilhões em produtos chineses na próxima sexta