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Ministro da Economia e presidente do Banco Central participam de audiências públicas enquanto plenário decide se o Coaf fica ou não com Sergio Moro, agora indicado ao STF
As tensões comerciais entre Estados Unidos e China aumentaram ainda mais. Nesse ambiente, os mercados assumiram uma postura de cautela extrema nesta segunda-feira (13) — por aqui, o Ibovespa caiu ao patamar de 91 mil pontos e o dólar à vista chegou a tocar os R$ 4,00
Apesar das revisões do nosso PIB para baixo e dos temores de desaceleração global, gestoras como Alaska, Brasil Capital, Legacy e Bahia estão bullish à beça; conheça as posições dos seus fundos de ações e multimercados
Trocas intensivas de provocações entre EUA e China no fim de semana turvam cenário para o mercado financeiro, antecipando tsunami esperado apenas em Brasília
A semana foi marcada pela escalada nas tensões comerciais entre Estados Unidos e China. Nesse contexto, as bolsas americanas passaram por uma forte correção — e arrastaram o Ibovespa para baixo
EUA elevam para 25% tarifa de importação sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses e China diz que irá retaliar
Declarações do presidente dos Estados Unidos fizeram os índices acionários americanos e o Ibovespa se afastarem das mínimas, mas não foram suficientes para zerar as preocupações do mercado
Banco Central repete que é preciso ter “cautela, serenidade e perseverança” na condução do juro básico, enquanto China chega a Washington com uma “espada sobre o pescoço”
Resultado é fruto de aportes no valor de US$ 189,485 bilhões e de envios no total de US$ 194,981 bilhões até o dia 3 de maio
O noticiário político melhorou o humor dos mercados brasileiros e impulsionou o Ibovespa de volta ao patamar dos 95 mil pontos. O dólar também respirou, recuando aos R$ 3,93
Radar do investidor se volta para Brasília, onde o ministro Paulo Guedes será ouvido pela comissão especial da reforma da Previdência
Os mercados globais tiveram um dia de estresse intenso. As tensões comerciais entre EUA e China impactaram fortemente as bolsas americanas, embora o Ibovespa tenha conseguido reduzir as perdas durante a tarde
EUA confirmam aumento da tarifa sobre produtos chineses a partir de sexta-feira, mas China deve enviar delegação a Washington para rodada final de negociação
O presidente americano usou o Twitter para ameaçar os chineses, trazendo uma nova onda de cautela aos mercados globais. O Ibovespa manteve-se no campo negativo e perdeu quase mil pontos em relação ao fechamento de sexta-feira. O dólar também sentiu a pressão e fechou em alta
Trump afirma que vai elevar tarifa sobre US$ 200 bilhões de produtos chineses para 25% e joga um balde de água fria nas expectativas de fim da guerra comercial
A semana foi pouco movimentada, impactada pelo recesso em Brasília. Como resultado, tanto o Ibovespa quanto o dólar pouco se afastaram da neutralidade desde segunda-feira
Dados de emprego nos EUA em abril devem calibrar apostas em relação aos juros norte-americanos neste ano, após o Fed afastar a chance de corte
Resultado do fluxo divulgado pelo Banco Central revela aportes no valor de US$ 34,551 bilhões e de retiradas no total de US$ 39,213 bilhões
O Fed sinalizou que não pretende promover cortes na taxa de juros dos EUA no curto prazo, frustrando o mercado e reduzindo o apetite por ativos de países emergentes. Como resultado, tanto o Ibovespa quanto o dólar iniciaram o mês sob pressão
BC dos EUA não corrobora expectativas de corte na taxa de juros norte-americana neste ano e abre espaço para uma correção nos preços dos ativos de risco