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O dólar à vista subiu forte na semana, influenciado pela tensão dos mercados em relação aos cortes nos juros e à guerra comercial entre EUA e China
Decisão de Trump de elevar tarifa de importação sobre produtos chineses reacende a tensão comercial e provoca aversão ao risco no mercado financeiro
O Ibovespa chegou a subir mais de 2% no melhor momento do dia, impulsionado pelo corte de 0,5 ponto na Selic. Mas o índice devolveu quase todos os ganhos quando Donald Trump anunciou novas tarifas de importação aos produtos chineses
Fed e Copom agem dentro do esperado e BC brasileiro indica “ajuste adicional no grau de estímulo”
Com Banco Central acenando mais cortes e Fed reticente em reduzir taxas por lá, operações de arbitragem perderão ainda mais atratividade
Resultado é fruto de aportes no valor de US$ 319,801 bilhões e de envios no total de US$ 333,356 bilhões
O otimismo em relação à Previdência levou o Ibovespa às máximas históricas. Mas, a partir daí, o índice foi perdendo força, em meio às incertezas quanto ao cenário de corte de juros no mundo. Ao fim do mês, ainda acumulou ganho de 0,84%.
A expectativa em relação às decisões de política monetária do Fed e do BC, amanhã, deu um viés de precaução ao Ibovespa e às bolsas americanas
O Ibovespa manteve um ritmo mais fraco nesta segunda-feira, mas acelerou na reta final e terminou a sessão na máxima do dia, em alta de 0,65%
Expectativa com taxas de juro e guerra comercial mantêm investidores em alerta
Perspectiva de alívio monetário do Fed e do Copom monopoliza expectativas
O Ibovespa teve leve alta nesta sexta-feira, mas o saldo da semana foi negativo. Os mercados exibem certa cautela, aguardando ansiosamente a decisão de política monetária do Fed e do Copom
Juros baixos e inflação controlada desenham um período de estabilidade cambial, com impacto positivo no ambiente econômico
Operação que equivale a um empréstimo de dólares das reservas internacionais e será de até US$ 1 bilhão
A postura mais paciente do Banco Central Europeu (BCE) em relação ao início do corte de juros na zona do euro mexeu com o sentimento dos mercados, disparando um movimento de aversão ao risco nos ativos globais. E o Ibovespa foi atingido em cheio
O Ibovespa terminou a sessão no campo positivo, com o mercado reagindo a uma série de fatores ao longo do dia. O dólar à vista teve leve queda, retornando ao nível de R$ 3,76
Banco revisou sua estimativa para o ciclo de corte de 1 ponto para 1,75 ponto. Cortes começam no dia 31 com Selic saindo de 6,5% para 6% ao ano
O dólar à vista passou o dia pressionado e fechou em alta de quase 1%, retornando ao patamar de R$ 3,77. O Ibovespa encerrou em baixa, permanecendo nos 103 mil pontos
Banco Central fez duas operações que totalizaram US$ 3,4 bilhões em linha com compromisso de recompra. Estoque a vencer totaliza US$ 3,9 bilhões
O principal índice da bolsa brasileira fez força, mas não conseguiu deixar a zona dos 103 mil pontos. Sem novos fatores de influência, o Ibovespa encontra dificuldades para continuar avançando, mas também não perde terreno