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Prévias eleitorais dão vitória a candidato de Cristina Kirchner e mercado reage de forma bastante negativa. Dólar sobe mais de 30% ante o peso. BC sobe juro a 74%
Com a ampla vantagem obtida pela chapa de oposição nas prévias das eleições na Argentina, uma espiral de aversão ao risco tomou conta dos mercados do país vizinho — e esse movimento contaminou os ativos brasileiros.
Mercado está dividido entre preocupação com economia global e estímulos adicionais via corte de juros pelos BCs
Fundos e investidores locais ampliam aposta na Bolsa brasileira com o avanço da reforma da Previdência, relegando impacto da guerra comercial no crescimento global
Apesar de a guerra comercial ter trazido enorme tensão aos mercados globais no início da semana, essa bola de neve foi perdendo força ao longo dos dias. E, por aqui, o noticiário local contribuiu para dar velocidade ao Ibovespa
Ausência de reviravoltas na guerra comercial trouxe alívio passageiro ao mercado financeiro ontem, mas investidores estão preocupados com impacto da disputa na economia global
Estudo do Instituto Internacional de Finanças (IIF) projeta taxa de câmbio de 7,3 yuans por dólar com novas tarifas impostas por Trump
Presidente americano, Donald Trump, volta a atacar o Fed afirmando que juro alto fortalece o dólar, prejudicando as empresas americanas
Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, também afirmou que o jogo começa agora, após aprovação da Previdência, com medidas mais fáceis e positivas para a população
O clima mais ameno nos mercados globais permitiu que o Ibovespa tivesse um dia bastante tranquilo e retomasse os 104 mil pontos
BC chinês fixa a taxa de referência do yuan no nível mais fraco desde 2008, mas dados mais fortes que o esperado da balança comercial embalam os mercados
A tensão contínua na guerra comercial traz estresse ao mercado de câmbio e joga o dólar à vista para o alto. Já o Ibovespa fechou em alta, ajudado pelas ações do setor bancário
BC chinês fixa taxa mais baixa para o yuan e interrompe alívio no mercado financeiro, ao passo que bancos centrais pelo mundo começam a agir de modo mais agressivo
Após as fortes perdas de segunda-feira, o Ibovespa e as bolsas globais se recuperaram e fecharam em altas firmes; o dólar à vista, contudo, segue pressionado
Guerra comercial continua fazendo estrago entre os ativos de risco no exterior, mas mercados domésticos também estão atentos a questões internas
Para economista-chefe do UBS para o Brasil, Tony Volpon, estamos tendo o azar de ter andado com a agenda doméstica, mas em um momento global muito ruim
O dólar ficou acima do nível de sete yuan pela primeira vez em mais de 10 anos. Nesse cenário, o presidente americano, Donald Trump, fez duras acusações à China, aumentando ainda mais a tensão no front da guerra comercial
A escalada nas tensões comerciais entre EUA e China elevou a aversão ao risco nos mercados e pressionou fortemente o Ibovespa neste início de semana
Bolsas da Ásia têm fortes perdas e moeda chinesa quebra barreira do nível-chave de 7 yuans por dólar, em meio ao agravamento da tensão comercial entre EUA e China
Guerra comercial entre EUA e China deve manter a volatilidade no mercado financeiro, mas ativos locais estão atentos à votação da reforma da Previdência na Câmara