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O Ibovespa fechou o pregão desta sexta-feira no campo positivo, terminando a semana com um ganho acumulado de 1,27%. O novo corte na Selic e as indicações de que esse ciclo deve continuar deram ânimo à bolsa brasileira
O Ibovespa reagiu positivamente às indicações do Copom e chegou a tocar os 106 mil pontos na máxima. Mas o índice perdeu fôlego durante a tarde, o que abriu espaço para um movimento de realização de lucros. Já o dólar à vista disparou e voltou ao nível de R$ 4,15
Resultado é um reflexo de aportes no valor de US$ 18,991 bilhões e de retiradas no total de US$ 20,809 bilhões
O Federal Reserve cortou os juros dos EUA em 0,25 ponto, mas sinais difusos emitidos pela instituição fizeram as bolsas globais oscilarem — ao fim do dia, o Ibovespa ficou praticamente no zero a zero
Em nova operação, Federal Reserve (Fed) de Nova York coloca todo o lote ofertado de US$ 75 bilhões, demanda no mercado foi de US$ 80,05
Situação pouco comum no mercado interbancário leva Banco Central americano a ofertar liquidez pela primeira vez em 10 anos. No fim da tarde, outra operação foi anunciada para quarta-feira
Bank of America Merrill Lynch também mostra mais gestores trabalhando com Selic abaixo de 5,5% e dólar entre R$ 3,80 e R$ 4,0
Apesar das instabilidades no exterior, o Ibovespa conseguiu fechar em alta firme e chegou ao maior nível desde 18 de julho. O bom desempenho das ações dos bancos, varejistas e construtoras compensou a queda da Petrobras
Ataques às refinarias da Aramco na Arábia Saudita elevaram a aversão ao risco no mundo e fizeram os preços do petróleo disparar. No entanto, o preço mais alto da commodity impulsionou as ações da Petrobras, compensando a cautela vista lá fora e fazendo o Ibovespa fechar no campo positivo.
Com as decisões de política monetária do Fed e do Copom no horizonte, os mercados preferiram não abrir espaço para maus agouros e reduziram a exposição ao risco. O Ibovespa perdeu força e fechou em queda
IBC-Br no Brasil e vendas no varejo dos EUA podem agitar as apostas do mercado financeiro em relação ao Fed e ao Copom na semana que vem
Conversei com os diretores globais do private banking do Banco do Brasil e do Itaú para saber onde os seus clientes de private banking estão investindo; saiba o que também pode valer para você
A percepção de que EUA e China têm assumido um tom mais amigável nas negociações comerciais, somada ao pacote de estímulos anunciados pelo BCE, trouxe otimismo ao Ibovespa
Decisão de Trump de adiar aumento da tarifa sobre bens chineses lança boas vibrações para negociações comerciais em outubro
Resultado é um reflexo de aportes no valor de US$ 9,386 bilhões e de retiradas no total de US$ 11,130 bilhões
A surpresa positiva com o resultado das vendas do varejo no Brasil, somada à tranquilidade no exterior, colocaram o dólar em baixa e o Ibovespa em alta
Mercado financeiro mostra ausência de direção firme, em meio à falta de clareza no cenário à frente e expectativa em relação à ação coordenada dos BCs
Os mercados globais assumiram um tom de maior cautela nesta terça-feira (10), o que abriu espaço para um ligeiro movimento de realização de lucros no Ibovespa
À frente de uma das maiores operadoras de turismo online do Brasil, Alexandre Moshe traz uma experiência em Multiplus e Livelo para dar valor às vendas da Decolar
Vaivém na guerra comercial e no Brexit deixa o mercado financeiro sem uma direção firme, após a recente volatilidade nos negócios